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Planos
01.12.14
ED. 5012

Um PAC feito sob medida para as circunstâncias

O governo vai lançar um “Programa de Aceleração do Crescimento meia dose” para estimular os investimentos em 2015. Os PACs I e II prosseguirão sendo tocados, só que com redefinição das prioridades, assim como da velocidade de conclusão entre as obras. São previstas dificuldades burocráticas e de ordem jurídica devido a  Operação Lava Jato, além dos cortes orçamentários feitos por Joaquim “Mãos de Tesoura” Levy. Não há da parte do governo a intenção de importar serviços de construção pesada. Essas empresas são competitivas em custo, mas não têm vocação tradable. Parecem uma nuvem de gafanhotos no trigal do câmbio: destroçam o balanço de transações correntes, que já anda dando sinais de enfermidade. As empreiteiras gringas vão chegando, fecham contratos vultosos e remetem montanhas de divisas para seus países de origem. A saída ofertada pelo “PAC meia dose” são obras menores e concessões mais modestas. Os empreendimentos terão menor taxa de ambição, menos complexidade regulatória, projetos de engenharia básica mais simples e inclusão de empreiteiras e firmas de engenharia médias. Estas empresas, em diversos casos, foram excluídas da primeira fase dos PACs devido a  escala das obras. Atenção: a Petrobras, com pré-sal e tudo mais, também está inclusa nessa receita de projetos bem menos grandiloquentes. O “PAC meia dose” está sustentado na promessa de que o BNDES, não obstante a previsão de menos recursos para investimentos, será redesenhado para tornar- se basicamente um banco de infraestrutura. Nesse novo modelo, finalmente teria chegado a hora da turma do meio. Projetos menores, menos recursos necessários. As empreiteiras da segunda divisão correm um grande risco porque os estados e municípios estão atrasando os pagamentos. O desafio será buscar a sintonia fina capaz de equilibrar a implementação do “PAC meia dose” com o andamento do que ainda resta a construir dos PACs de Lula II e Dilma I. É bom lembrar que este último foi splitado em um programa de concessões apelidado de “kit felicidade”, que promoveu apenas uma alegria miúda. Talvez seja o caso de se dar um desconto uma vez que o governo era neófito no assunto e foi obrigado a colocar na praça um bloco de dezenas de concessões. O “PAC meia dose” nasce com chance de chegar ao fim no tempo programado, uma conquista ímpar em se tratando de obras públicas. Serão aeroportos regionais, terminais portuários medianos, estradas na medida justa e pequenas centrais hidrelétricas, entre outros projetos do tamanho do senador Romário. Não é o Brasil estonteante que nos venderam. Mas é formação de capital fixo de primeira, na veia, com princípio, meio e fim, e não o gigantismo malhado que teimam em impingir por estas plagas. Um caso em que menos pode muito bem ser mais.

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01.12.14
ED. 5012

Visto negado

A Penalty saiu em busca de um passaporte para a emergente Major League Soccer e, consequentemente, para o mercado norteamericano. Recentemente, a fabricante de artigos esportivos tentou um acordo de patrocínio com o Orlando City, clube pertencente ao brasileiro Flavio Augusto da Silva. No entanto, o projeto não andou. Oficialmente, a Penalty nega as negociações.

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01.12.14
ED. 5012

A candidatura de Josué Gomes da Silva

A candidatura de Josué Gomes da Silva a  presidência do BNDES bateu na trave. Motivo: conflito de interesses. A Coteminas tem empréstimos feitos no banco.

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 José Sarney, que deverá perder a primazia sobre o Ministério de Minas e Energia com a saída de Edison Lobão, se movimenta, ao menos, para manter um pé em Furnas. O senador trabalha com afinco pela continuidade de Flávio Decat no comando da estatal. **** A denúncia do suposto envolvimento de Humberto Grault, ex-gerente de Novos Negócios da Petros, com o doleiro Alberto Yousseff dinamitou a articulação do PT para que o executivo assumisse uma diretoria na fundação. Grault, ressalte- se, já rechaçou ter qualquer relação com Yousseff.

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01.12.14
ED. 5012

Lula achou o fim da picada

Lula achou o fim da picada a ausência de Dilma Rousseff no anúncio dos ministros da área econômica.

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01.12.14
ED. 5012

Pé no freio

 A denúncia do suposto envolvimento de Humberto Grault, ex-gerente de Novos Negócios da Petros, com o doleiro Alberto Yousseff dinamitou a articulação do PT para que o executivo assumisse uma diretoria na fundação. Grault, ressalte- se, já rechaçou ter qualquer relação com Yousseff.

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01.12.14
ED. 5012

Colombo

Adelino Colombo, 83 anos, é mesmo um obstinado. Não obstante o baixo crescimento das Lojas Colombo nos últimos dois anos, o empresário faz novos planos para ampliar a rede varejista. Ele persegue incansavelmente a meta de 300 pontosdevendaaté2016. Como diria Zagallo, faltam só 40.

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01.12.14
ED. 5012

Pílulas na América

O empresário Carlos Sanchez está debruçado sobre os números de um laboratório de médio porte nos Estados Unidos. Sanchez – controlador da EMS, todo-poderoso do segmento de genéricos e notório pela proximidade com o governo – já é dono de uma distribuidora de medicamentos em terras norte-americanas.

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01.12.14
ED. 5012

Canteiro de obras

A reestruturação conduzida pelo fundo norte-americano Paladin já resultou em um corte de 60% nos custos operacionais da Viver Incorporadora. Para os analistas de mercado, o número é uma ópera; para os funcionários da empresa, uma marcha fúnebre.

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01.12.14
ED. 5012

O grupo de minoritários que questiona

O grupo de minoritários que questiona a Eletrobras pela construção de uma hidrelétrica na Nicarágua poderá ganhar um reforço de peso. Acionista da estatal, por meio da L Par, o investidor ativista Lírio Parisotto deverá processar os gestores da companhia. O investimento de US$ 100 milhões no exterior causou celeuma entre os minoritários, por ter sido aprovado no mesmo trimestre em que a Eletrobras amargou um prejuízo superior a R$ 2,7 bilhões.

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