Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
21.10.14
ED. 4983

Abílio Diniz avança sobre o frigorí­fico Minerva

 A obsessão de Abílio Diniz em se tornar o “Sr. Proteína” não tem limites. Circula no mercado a informação de que o empresário vem comprando ações do Minerva em bolsa. As aquisições mais expressivas, feitas na pessoa física, teriam ocorrido nos primeiros dias de outubro. Aonde Abílio pretende chegar? Analistas de mercado não têm muitas dúvidas em relação a s cenas dos próximos capítulos. Abílio está construindo um cenário mais do que propício para a montagem de um império dos alimentos. O domínio dos grupos Minerva e BRF colocaria o empresário na proa de um negócio com faturamento de R$ 40 bilhões ao ano e presença física em quase 30 países. Procurada pelo RR, a Península Participações, braço de investimentos de Abílio Diniz, negou que o empresário esteja comprando ações do Minerva. Está feito o registro. Ressalte-se, no entanto, que Abílio já tem um pé na companhia. No ano passado, ao transferir para o frigorífico sua operação de bovinos e duas unidades de abate nas cidades de Várzea Grande e Mirassol do Oeste (MT), a BRF recebeu como pagamento 16,5% do capital votante da empresa. Significa dizer que hoje, mesmo de forma indireta, Abílio já é o segundo maior acionista do Minerva, atrás apenas da família Queiroz, controladora da companhia. Abílio Diniz não está reinventando a roda. O script guarda semelhanças com o processo de conquista da BRF. Sucessivas aquisições do papel em Bolsa, combinadas ao apoio da Tarpon Investimentos e, posteriormente, dos fundos de pensão, permitiriam ao empresário tomar o poder da companhia. No caso do Minerva, é bem verdade, há uma diferença que não pode ser desprezada. O frigorífico não é a BRF – uma empresa de controle difuso na qual um acionista com apenas 11% do capital consegue mandar e desmandar. No entanto, os Queiroz não têm uma participação societária tão folgada, que lhes garanta uma blindagem ao avanço de terceiros. Depois do IPO da empresa, em 2007, e da nova oferta de ações realizada em 2012, a família ficou com apenas 28,7% das ordinárias. Abílio Diniz, portanto, nem precisaria adquirir uma montanha de títulos em Bolsa para ombrear com os acionistas controladores. Num exercício meramente hipotético, bastaria, por exemplo, a  BRF fazer uma composição com a dupla SulAmérica Investimentos e Fidelity Asset – as duas gestoras de recursos detêm 12,03% do frigorífico. Feito o acordo, Abílio passaria a carregar no coldre o equivalente a 28,53% da companhia, praticamente igualando-se a  família Queiroz. No momento certo, o empresário sacaria da cintura as ações compradas em bolsa para desempatar a disputa. Seria o voto de minerva, com o perdão do trocadilho. A partir daí, nem é preciso avançar nas conjecturas sobre o futuro do frigorífico. A biografia de Abílio Diniz e a própria BRF falam por si.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

Impregilo ganha uma segunda vida no Brasil

A italiana Impregilo terá direito a uma nova encarnação no Brasil. Dois anos após vender sua participação na EcoRodovias e deixar o país, a empresa prepara seu retorno. O ressurgimento se dará pelas mãos da conterrânea Salini, que comprou recentemente o controle da construtora. Renomeada de Salini Impregilo, a companhia pretende entrar na disputa pela construção e operação do metrô de Curitiba – a licitação está prevista para 2015. Já teria, inclusive, mantido entendimentos com o grupo JMalucelli, do Paraná, com vistas a  formação de um consórcio para o leilão. Os italianos têm planos também de investir em concessões aeroportuárias. Espera-se que, nesta segunda passagem pelo Brasil, a Impregilo assuma uma postura de protagonismo em seus próprios negócios. Durante o período em que esteve associada a  EcoRodovias, a empresa acabou eclipsada pelos acionistas controladores, os herdeiros de Cecílio do Rego Almeida. Os sucessivos atritos societários levaram a  ruptura. A biografia da Impregilo é marcada também por decisões inusitadas. A construtora ganhou a concorrência para a implantação e gestão do Metrô de Salvador, mas desistiu do negócio sem dar maiores explicações.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

NeoEnergia

Os espanhóis da Neo- Energia discutem alguns cenários para fazer caixa e aumentar os investimentos em geração no Brasil. Neste momento, a hipótese mais provável é a venda da Cosern, distribuidora de energia do Rio Grande do Norte. Em tempo: no passado recente, a Equatorial Energia teria demonstrado interesse pela concessionária potiguar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

O nome de Roger Agnelli está cotado

O nome de Roger Agnelli está cotado para assumir a presidência da Petrobras em um eventual governo Aécio Neves.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

Bons ventos

A CPFL Renováveis vai avançar nos projetos de energia eólica. Seja por meio de aquisições, seja por meio de investimentos no greenfield, a empresa pretende ampliar seu parque gerador de seis mil para oito mil megawatts.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

Mundo da lua

Autoridades chinesas sinalizaram ao Ministério da Defesa interesse em assumir parte da estação espacial de Alcântara (MA). Em Brasília, a investida dos asiáticos é vista com bons olhos. O governo da Ucrânia, parceiro do Brasil no empreendimento, mandou para o espaço todas as promessas de investimento.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

Portão de saída

A dois anos das Olimpíadas, o HSBC Arena pode ficar sem pai nem mãe. De um lado, o banco reavalia o contrato de naming & rights; do outro a francesa GL Events, responsável pela gestão do ginásio, estuda pular fora do negócio devido a  baixa rentabilidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.14
ED. 4983

A sueca Ikea

A sueca Ikea, uma das maiores redes de móveis e artigos de decoração da Europa, teria adiado mais uma vez sua chegada ao Brasil. As incertezas em relação a  economia em 2015, aliada a  alta carga tributária, arrefeceram o apetite dos escandinavos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.