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27.08.14
ED. 4944

Sucessão na BRF se escreve com “S” de Sadia

A Sadia está morta! Viva a Sadia! A sucessão de Claudio Galeazzi na presidência da BRF pode selar definitivamente a “ressurreição” da antiga empresa, que partiu desta para pior após sofrer bilionárias perdas com derivativos cambiais e ser engolida pela Perdigão. Segundo informações filtradas do próprio grupo, três nomes já despontariam como fortes candidatos ao lugar de Galeazzi, que deixará o cargo em dezembro: Pedro de Andrade Faria, Sergio Mandin Fonseca e Walter Fontana Filho. Da trinca, apenas Faria não tem ligação direta com a Sadia. Atual CEO da área internacional da BRF, o executivo é um dos sócios fundadores da Tarpon Investimentos, fiel escudeira de Abílio Diniz e acionista da companhia. Já os outros dois postulantes ao cargo de Galeazzi levam um “S” tatuado na pele. Walter Fontana Filho dispensa apresentações: herdeiro da Sadia, comandou a empresa por 14 anos. Era o presidente do Conselho de Administração no fatídico ano de 2008, quando a companhia levou uma pancada cambial de mais de R$ 2,5 bilhões. Quem também estava por lá na ocasião era Sergio Mandin, então diretor de mercado interno e um dos principais colaboradores de Fontana. Por motivos mais do que óbvios, a Sadia sempre foi tratada como carne de segunda na BRF. Logo na partida, os principais cargos da nova empresa foram entregues a dirigentes saídos das fileiras da Perdigão, a começar pelos então todo poderosos Nildemar Secches e José Antonio Fay. O jogo começou a virar com a chegada do tsunami Abílio Diniz, que varreu para longe a dupla de executivos. Nos últimos meses, Abílio parece cada vez mais empenhado em redimir a antiga Sadia. Do fim do ano passado para cá, nomes egressos da empresa voltaram a  cena e pouco a pouco vêm ganhando espaço na gestão. É o caso do próprio Sergio Mandin, indicado em dezembro do ano passado para comandar a divisão Brasil do grupo. Logo depois, Augusto Ribeiro Jr., outro ex-Sadia, assumiu a diretoria financeira. Ao mesmo tempo, Walter Fontana Filho aproximou-se bastante de Abílio Diniz, tornando-se um dos principais interlocutores do empresário. Não há dúvidas de que a Sadia saiu do purgatório e voltou ao mundo dos vivos. A escolha de Mandin ou do próprio Fontana para o lugar de Galeazzi apenas consumaria a reencarnação. Com a palavra, Abílio Diniz.

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27.08.14
ED. 4944

Brasil é um pontinho no mapa da Amway

Qualquer dia desses, num dos habituais encontros de distribuidores da Amway, que costumam abarrotar salas de hotéis e centros de convenções, o próprio presidente da empresa no Brasil, Odmar Almeida, vai acabar empacotado e exposto para venda. Há menos de dois anos no cargo, o executivo não tem conseguido entregar os resultados que os norte-americanos esperam do maior mercado consumidor da América Latina. O crescimento das vendas têm girado em torno dos 5% ao ano, pouco, muito pouco se comparado a  performance da divisão latino- americana: 27% em 2013. Até o momento, Almeida também não conseguiu cumprir outra de suas missões: ampliar a força de venda da Amway no país. A seu favor, deve-se ressaltar que este é um problema antigo da companhia. Há mais de uma década que o número patina em torno dos 50 mil representantes. A comparação com a Avon, líder do segmento de vendas diretas, com mais de 1,6 milhão de distribuidores, é até covardia. Na tentativa de dar uma chacoalhada na sua operação brasileira, a Amway pretende ampliar seu portfólio, centrado em cosméticos, alquimias vitamínicas e produtos para o lar. Um dos projetos é a venda de roupas e acessórios, que, num primeiro momento, ficaria restrita ao site.

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27.08.14
ED. 4944

Um futuro biógrafo de Antônio Ermírio de Moraes

Um futuro biógrafo de Antônio Ermírio de Moraes bem poderia contar a história da sua candidatura a  Presidência da República. Ermírio seria ministro da Fazenda, em substituição a Maílson da Nóbrega, e, ato contínuo, se apresentaria a  sucessão de José Sarney com o apoio do próprio. Na hora do vamos ver, o empresário, já com tudo combinado, rateou. Somente Sarney e poucos que presenciaram esse momento podem contá-lo com riqueza de detalhes. O empresário Roberto Marinho, caso estivesse vivo, seria outra boa fonte. Sabia de todas as minudências do ocorrido. De tudo isso, fica uma lamentação. A contribuição de Antônio Ermírio a  nação, que já foi gigantesca, poderia ter sido bem maior.

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27.08.14
ED. 4944

Marisa & Leader

Fusão? A Lojas Marisa nega veementemente; a Leader Magazine, leia-se BTG Pactual, idem. Mas as paredes do BTG, que muito ouvem e por vezes sussurram, confessam que o empresário Marcio Goldfarb, dono da Marisa, teve duas reuniões com André Esteves num espaço de 15 dias.

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27.08.14
ED. 4944

Eletrônicos

A Sony prepara um corte linear nos custos de sua divisão de jogos eletrônicos no Brasil. Tem executivo que já enxerga na sua tela a mensagem “game over”.

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27.08.14
ED. 4944

Pão de queijo

A Bozano Investimentos está esquentando o fogo para se desfazer de sua participação na Forno de Minas. A gestora de Julio Bozano tem 30% deste pão de queijo.

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27.08.14
ED. 4944

Boas novas

Marcus Wallenberg, presidente da holding sueca Investor AB, deverá desembarcar no Brasil até o fim do ano. Virá para anunciar um novo pacote de investimentos do grupo, dono, entre outros negócios, das marcas ABB, Saab e Electrolux. Soma daqui, acrescenta dali, os aportes para o biênio 2015-2016 devem passar de US$ 1 bilhão. A maior parte dos recursos vai para a área de defesa e o setor de energia.

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27.08.14
ED. 4944

Sal da terra

O Commerzbank está de olho espichado para o agronegócio brasileiro. O banco alemão está mapeando companhias exportadoras de grãos para comprar participações. A instituição financeira usará um fundo de investimentos para essas operações.

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