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Planos
08.08.14
ED. 4931

Lucro do Banco Itaú é do tamanho que o dono quer?

Em Roma, bem antes de Cristo, já se tinha como máxima que não bastava a  mulher de Cesar ser honesta; ela tinha de parecer honesta. O Banco Itaú, talvez devido a sua indiscutível musculatura, parece desdenhar do que pensam sobre suas práticas contábeis. Nada que o macule. Mas tudo ficaria bem mais cristalino se não houvesse informações tão dúbias em seu balanço, que, em determinados momentos, parece obra de uma engenharia de dutos e tubulações. Soa, por exemplo, estranha e mal explicada a redução de 15% no volume de provisões para créditos duvidosos. No comparativo entre junho de 2013 e junho de 2014, esta cifra caiu de R$ 7,5 bilhões para R$ 6,3 bilhões. O mais curioso é que, no mesmo período, a carteira de crédito da instituição subiu 9,4%. Onde foi parar a conhecida cautela do Itaú, sempre tão cioso ao fixar as margens para os empréstimos de difícil recuperação? O fato é que o corte nas provisões gerou uma folga e permitiu ao banco vitaminar seu lucro no primeiro semestre em R$ 1,2 bilhão. Ao se mergulhar no balanço do Itaú, é difícil compreender como o banco mensurou alguns indicadores, não obstante todos saberem que números existem para serem torturados e confessarem aquilo que seus algozes desejam. A combinação de um aumento de eficiência raras vezes visto no setor bancário com o crescimento das despesas administrativas de 10,4% chega a causar labirintite naqueles que tentam entender o cruzamento entre duas variáveis que aparentemente não se misturam. O Itaú é grande demais para deixar qualquer dúvida em relação a seus procedimentos contábeis, todos devidamente avalizados por auditoria externa de notória reputação, como manda o figurino. No entanto, muito melhor seria se o banco perdesse alguns anéis e retirasse do horizonte qualquer suspeição sob seus demonstrativos financeiros ou os critérios que levaram aos resultados do primeiro semestre. Quem avisa amigo é. E o RR só tem admiração pelo Itaú.

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08.08.14
ED. 4931

Canon enxerga o Brasil com lentes de aumento

Pelas lentes da Canon, o Brasil é um lugar para se investir. Um ano depois de inaugurar uma fábrica em Manaus, a companhia trabalha numa série de medidas para ampliar sua operação no país. O principal projeto em foco passa justamente pela planta instalada na Zona Franca. Os japoneses pretendem produzir uma nova linha de câmeras digitais, equipamentos mais sofisticados voltados ao público profissional. Hoje a produção está restrita a máquinas de apelo mais popular. Ao mesmo tempo, a Canon trabalha na criação de um novo site de e-commerce. O investimento dá a medida da aposta da companhia no mercado brasileiro. Historicamente, a comercialização das câmeras Canon no país sempre esteve restrita a distribuidores terceirizados. Somente no ano passado, a empresa iniciou as vendas diretas, ainda assim de forma bastante contida. Nos últimos três anos, a Canon investiu cerca de R$ 10 milhões no Brasil. Além da fábrica de Manaus, instalou um centro de assistência técnica. Os japoneses olham para o país com uma grande angular. Querem não apenas aumentar sua presença no mercado interno como usar a fábrica da Zona Franca como trampolim para outros mercados na América Latina.

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08.08.14
ED. 4931

Refinaria

A Statoil costura com a Petrobras uma parceria na área de refino. O ponto de partida seria uma associação na Refinaria Alberto Pasqualini, que já teve um inquilino estrangeiro, a Repsol.

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08.08.14
ED. 4931

Terra estrangeira

 Ventos fortes sopram a informação de que a Embrapa pretende montar centros de pesquisa no exterior. A mesma corrente de ar bafeja o nome da Basf como um provável parceiro na iniciativa – as duas empresas já têm um acordo para a produção da soja transgênica Cultivance. Procurada, a Embrapa nega o projeto. Mas, por dever de ofício, o RR registra a informação.

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08.08.14
ED. 4931

Resina verde

A Dow Chemical está em negociações com a Kuwait Petroleum Corporation para a construção de uma planta de resina termoplástica verde no Brasil. O projeto é avaliado em US$ 1 bilhão.

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08.08.14
ED. 4931

Bar da casa

Walter Faria quer se sentar no seu próprio botequim. A Cervejaria Petrópolis planeja montar uma rede de bares no modelo da Devassa, controlada pela Brasil Kirin.

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08.08.14
ED. 4931

CCR Barcas

A CCR Barcas estaria realizando, por sua conta e risco, estudos de viabilidade para a abertura de rotas de transporte de passageiros na Baía de Guanabara. Os destinos seriam Barra da Tijuca e São Gonçalo. Oficialmente, a CCR nega o projeto. Não custa lembrar que, no passado, Eike Batista chegou a pensar numa operação semelhante, mas recuou pelo fato do mar na Barra ser muito batido, o que supostamente inviabilizaria a travessia.

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08.08.14
ED. 4931

A Benetton

A Benetton, que fez sucesso no Brasil nos anos 80, está de volta. Trata-se de um retorno discreto; nem parece a grife que costumava fazer barulho com polêmicas e muitas vezes chocantes campanhas de marketing. Os italianos abriram uma loja em Curitiba e vão se instalar em São Paulo até dezembro. A chegada ao Rio está prevista para 2015. Dizem que o presidente da empresa será o ex-banqueiro Luis Cesar Fernandes. Brincadeirinha! Valem todas as informações anteriores, menos a menção a Fernandes, responsável pela primeira encarnação da marca no Brasil.

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08.08.14
ED. 4931

A P&G marcha na direção da Jequiti

A P&G marcha na direção da Jequiti, fabricante de cosméticos controlada por Silvio Santos. Coty e Avon já fizeram o mesmo caminho, mas encontraram as portas fechadas.

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