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Planos
31.07.14
ED. 4925

Diretoria do Postalis recebe uma

Quando o carteiro chegar e o seu nome gritar com uma carta na mão, recomenda-se ao presidente do Postalis, Antônio Carlos Conquista, estar em local bem protegido. Principalmente se a missiva tiver como remetente a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) ou uma das entidades que representam os funcionários dos Correios ou beneficiários do fundo de pensão. Cansados de tantos prejuízos, os associados do Postalis decidiram abrir fogo contra o alto-comando da fundação. O tiroteio se dá em duas frentes. Por meio de entidades representativas – entre elas figuram a Associação dos Profissionais dos Correios e a Associação Nacional dos Participantes do Postalis -, os beneficiários pretendem entrar na SPC com uma representação formal contra a direção do fundo. Ao mesmo tempo, os associados se articulam politicamente para derrubar os dois principais dirigentes da fundação: Antônio Carlos Conquista, no cargo há pouco mais de dois anos, e André Luís Carvalho da Motta e Silva, que ocupa a diretoria financeira desde novembro do ano passado. Procurado pelo RR, o Postalis informou “não ter conhecimento, até o momento, sobre a citada representação a  SPC” e sobre a articulação dos associados para mudanças em sua diretoria. A gestão de Antônio Carlos Conquista tem sido marcada por sucessivos prejuízos. Só em 2013, o Postalis reconheceu um déficit de aproximadamente R$ 930 milhões. Conquista não tem mesmo levado muita sorte aos locais por onde passa. Em 2010, ele ocupou a diretoria executiva da Fundação de Seguridade Social (Geap), gestora de planos de saúde para servidores federais. No ano passado, a Geap sofreu uma intervenção da ANS após apresentar um déficit de R$ 250 milhões. Não obstante as cifras que depõem contra o presidente do Postalis, os beneficiários da fundação vão ter de fazer muita força. Lutam contra uma árvore com raízes muito bem fincadas ao solo. Conquista foi indicado ao cargo pelo próprio presidente dos Correios, Wagner Pinheiro. Entre 2003 e 2007, quando Pinheiro comandou a Petros, o atual presidente do Postalis foi seu chefe de gabinete.

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31.07.14
ED. 4925

Cemig busca um sócio para a área de telecom

O que é bom para a área de transmissão de energia pode ser bom também para o setor de telecomunicações. Assim reza a cartilha da Cemig. A estatal mineira pretende replicar na Cemig Telecom o modelo societário adotado na Taesa, empresa criada a partir do spin-off de suas linhas transmissoras. O objetivo é buscar um sócio privado, que assumiria o controle da operação. No caso da Taesa, este papel cabe ao FIP Coliseu, administrado pelo Banco Modal. O que está sobre a mesa é um projeto de desestatização da Cemig Telecom. A premissa é a mesma que guiou a cisão dos ativos em transmissão. Para o governo mineiro, a transformação da subsidiária numa empresa privada facilitará o acesso ao mercado de capitais e a outros mecanismos de financiamento. A entrada de novos recursos permitiria a  Cemig Telecom tirar da gaveta o velho projeto de estender sua rede para outros estados. Hoje, o negócio engloba cerca de dez mil quilômetros de cabos de fibra ótica que cruzam mais de 80 cidades mineiras. A empresa já tem pronto um estudo que prevê a implantação de mais nove mil quilômetros de rede fora de Minas Gerais, a começar por estados limítrofes, como Rio de Janeiro e Goiás. O próximo passo? IPO seria uma boa aposta.

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31.07.14
ED. 4925

A Unilever

A Unilever está bastante preocupada com uma mudança de hábito do consumidor brasileiro. A marca Omo, um de seus principais negócios no país, ainda ganha de lavada da concorrência, com aproximadamente 50% das vendas de sabão em pó. No entanto, o produto vem perdendo Market share seguidamente – já chegou a ter quase 60%. A principal ameaça não vem de um congênere, mas do aumento das vendas de sabão líquido no Brasil, que têm crescido mais de 100% ao ano. Má notícia para a Unilever. Quem mais tem se aproveitado deste fenômeno é uma de suas maiores concorrentes, a Procter & Gamble: sua marca Ariel já detém 40% das vendas de sabão líquido.

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31.07.14
ED. 4925

Grupo Schahin

O Grupo Schahin avalia a venda de ativos na área de óleo e gás, leia-se plataformas, sondas e outros equipamentos de exploração e produção. Os recursos dariam um fôlego extra a s demais operações do grupo, um cardápio que vai da construção pesada a s áreas de energia elétrica e telecomunicações. Procurada, a Schahin nega a operação.

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31.07.14
ED. 4925

Sheraton

O empresário Guilherme Paulus quer se hospedar na suíte presidencial de um dos mais tradicionais hotéis do Rio de Janeiro. Por meio da GJP, negocia a compra do imóvel do Sheraton de São Conrado, bandeira da norte-americana Starwood. Consultada, a GJP disse “não confirmar” a operação. Já a Starwood admitiu a venda do imóvel.

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31.07.14
ED. 4925

Sapato novo

A Arezzo, de Alexandre Birman, estaria em negociações para a compra da rede de lojas Mr. Cat, controlada por Ari Svartsnaider. As duas empresas negam.

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31.07.14
ED. 4925

Estiagem

A Argentina está se revelando um solo cada vez mais infértil para os negócios do Grupo Amaggi. Dois anos depois de suspender a produção própria, a empresa estuda reduzir a comercialização de milho, trigo e soja. A família Maggi estaria insatisfeita com os resultados da subsidiária. Procurado, o grupo garantiu que sua operação na Argentina “permanece inalterada”.

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31.07.14
ED. 4925

TecToy

Em mais uma tentativa de soerguer sua operação, a Tectoy estuda produzir tablets em Manaus. A ver.

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31.07.14
ED. 4925

Marina Silva tem ouvido

Marina Silva tem ouvido a voz de Guilherme Leal, seu antigo companheiro de chapa, ecoar em sua cabeça sempre com os mesmos dizeres: “Pula fora, Marina! Pula, fora!”

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