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Planos
06.06.14
ED. 4887

Brasil é o adubo da Mosaic na América Latina

A Mosaic vive o seu cio da terra. No que depender do apetite dos norte-americanos, a recente compra dos ativos em fertilizantes da ADM foi apenas o aquecimento para uma operação capaz de adubar ainda mais seus negócios no Brasil. O alvo da vez é a Heringer, a última grande fabricante nacional ainda imune ao processo de consolidação do setor. Pertencente ao empresário Dalton Dias Heringer, a companhia fatura por ano cerca de R$ 4,5 milhões. É dona de duas dezenas de misturadoras de matérias-primas, com capacidade total de seis milhões de toneladas. Significa dizer que, com a aquisição, a Mosaic duplicaria a sua produção no país, chegando a 25% das vendas de fosfatados no mercado brasileiro – a Vale, líder do setor, detém aproximadamente 40%. Herdaria da própria Heringer o posto de segundo maior produtor do país. Como contrapeso, seria obrigada a assumir uma dívida de longo prazo da ordem de R$ 1 bilhão, o equivalente a duas vezes o Ebitda – já foi pior: em 2012, esta relação chegou a ser de três para um. A Mosaic, resultado da associação entre a Cargill e a IMC, está decidida a concentrar no Brasil todos os seus investimentos em fertilizantes na América Latina. Os norte-americanos já anunciaram a disposição de vender suas operações de fosfato no Chile e na Argentina. Neste último caso, além de uma decisão motivada por critérios de ordem geoeconômica, pesam também os seguidos prejuízos causados pelo mau desempenho da atividade agrícola em terras argentinas. Tanto que sua fábrica de fosfatados na região de Rosário, que gera por ano mais de US$ 300 milhões, estaria avaliada em apenas US$ 50 milhões. Além da recente aquisição dos ativos da ADM e da eventual ofensiva sobre a Heringer, a Mosaic também aposta no greenfield. Recentemente, os norte-americanos desembolsaram US$ 120 milhões na expansão de sua capacidade instalada e na modernização de terminais portuários. O grupo já anunciou também a instalação de uma nova planta industrial em Cubatão (SP), em parceria com a Cesari, empresa da área de logística. Além disso, ao adquirir a Heringer, caberia também a  Mosaic levar adiante o projeto da empresa de construir duas novas unidades misturadoras, uma em Candeias (BA) e outra em Rio Grande (RS).

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06.06.14
ED. 4887

Rolls Royce estaciona no pré-sal

 A Rolls Royce está montando no Brasil sua maior operação da área naval fora da Europa. Além da já anunciada construção de uma fábrica de equipamentos marítimos em Duque de Caxias (RJ), os ingleses planejam instalar uma segunda planta, desta vez no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade ficará no complexo industrial do grupo no bairro carioca, onde atualmente são produzidas turbinas para geração elétrica. No total, os investimentos da divisão marítima da Rolls Royce deverão chegar perto dos US$ 300 milhões, valor que inclui também a abertura de um centro de treinamento em Niterói. No embalo do pré-sal, o foco principal da Rolls Royce é a produção de equipamentos para embarcações e plataformas de petróleo. Com estes investimentos, o Brasil se credencia, desde já, a ser a sede dos negócios da divisão marítima do grupo na América Latina, status disputado também pela subsidiária mexicana – ressalte- se que os britânicos têm uma expressiva operação no Golfo do México. Os planos para o Brasil incluem ainda a montagem de bases de apoio offshore e de centros de manutenção e logística, também voltados ao atendimento de empresas de exploração e produção. Na Rolls Royce, cogita-se também a possibilidade de compra de ativos no setor. Um caminho natural seria uma oferta pelas operações da Alstom, que já há algum tempo estuda se desfazer de parte de suas operações no Brasil. Oficialmente, a Rolls Royce nega qualquer investida sobre os negócios da Alstom. Também consultados sobre a construção da fábrica em Santa Cruz, os ingleses não se pronunciaram.

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06.06.14
ED. 4887

Banco Fibra

A família Steinbruch prepara um novo aumento de capital no Banco Fibra. É o preço pago pela fracassada investida no segmento de crédito ao consumidor, que já custou aos acionistas do banco mais de R$ 600 milhões em aportes. Ensino a distância Nos corredores da Petros, se vê e se sente; Luís Carlos Afonso ainda está presente. Afonso, que subitamente renunciou a  presidência da fundação em fevereiro, seria uma espécie de conselheiro- mor de seu sucessor, Carlos Fernando Costa.

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06.06.14
ED. 4887

Á€° muito conveniente

 É muito conveniente o charivari sobre os acionistas da JBS em meio a  disputa pela Hillshire. A Tyson Foods posa de santa nessa história!

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06.06.14
ED. 4887

Bateria fraca

A direção de Itaipu Binacional, que fabrica baterias para carros elétricos, conversa com o BNDES sobre um possível apoio do banco a  produção deste tipo de veículo no Brasil. Resolveria apenas parte do problema. Tão ou mais difícil quanto o funding é encontrar uma montadora disposta a entrar no negócio. No setor, o consenso é que ainda não há demanda suficiente para justificar a fabricação de carros elétricos em larga escala no país.

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06.06.14
ED. 4887

Fica, Petrobras

O governador do Mato Grosso do Sul, André Pucinelli, armou uma barricada em torno da MSGás, Neste caso, a proteção é de dentro para fora. Pucinelli tem feito de tudo para demover a Petrobras da ideia de reduzir sua participação no capital da distribuidora de gás.

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06.06.14
ED. 4887

Já há um certo alarido

Já há um certo alarido entre os minoritários do Grupo Guararapes. Acostumados a dividendos razoavelmente generosos, os acionistas vão pagar o preço pelo ímpeto expansionista da Lojas Riachuelo – controlada pela Guararapes. Decidida a duplicar a rede varejista, o grupo deverá reduzir consideravelmente a remuneração sobre o lucro.

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