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Planos
14.05.14
ED. 4870

Société Générale olha fixo para a porta de saída

O Société Générale está reavaliando sua atuação no Brasil. Segundo fontes próximas a  instituição, os franceses estariam trabalhando com dois cenários: a negociação do Banco Cacique ou, numa hipótese mais drástica, a venda de todas as suas operações e a consequente saída do mercado brasileiro. Nos últimos anos, a subsidiária tornou-se um intenso gerador de prejuízos para a matriz. As perdas acumuladas desde 2008 superam a marca de R$ 1,2 bilhão – somente no biênio 2011/12, o resultado negativo somou mais de R$ 900 milhões. Em 2013, graças a uma política de custos espartana e a  reestruturação da carteira de crédito para pessoa física, o Société Générale conseguiu fechar o exercício com um prejuízo de apenas R$ 29 milhões. Ainda assim, foi o sexto balanço consecutivo no vermelho. Desde 2008, o Société Générale mais do que dobrou de tamanho no Brasil, passando de R$ 6 bilhões para quase R$ 13 bilhões em ativos. No entanto, falhou na alquimia e, ao menos até o momento, não conseguiu transformar o aumento das operações em lucro. Há cerca de dois anos, os franceses tentaram virar o jogo com a troca de comando da subsidiária brasileira: Francis Repka foi convocado para o lugar de François Dossa – hoje nº 1 da Nissan no país. Por ora, a doença está derrotando o remédio. Os maus resultados do banco começam a minar o próprio prestígio de Repka, executivo com quase 30 anos de Société Générale e ótimos serviços prestados ao grupo, notadamente na Alemanha, onde também ocupou o cargo de CEO. Com presença historicamente discreta no mercado brasileiro, o Société Générale decidiu dar um salto no país a partir de 2007, quando comprou os bancos Cacique e Pecúnia. Talvez tivesse feito melhor se ficasse quietinho onde estava. Desde então, os franceses vêm apanhando um bocado na tentativa de aprumar as operações de crédito a pessoa física – segmento no qual o grupo tem reduzida experiência. Nos últimos dois anos, o Banco Cacique somou mais de R$ 220 milhões em prejuízos. Não faltam, portanto, motivos e cifras para o Société Générale remoer a ideia de pegar o boné e deixar o país. Desta forma, se juntaria a outros importantes bancos internacionais que sucumbiram no mercado brasileiro, como BankBoston, BBVA, Dresdner….

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14.05.14
ED. 4870

Teacher’s evapora no copo da Pernod Ricard

O indicador gira vagarosamente a pedra de gelo. Minutos depois, ela irá desaparecer por completo, transformando o que ainda havia do malte num líquido aquoso, quase incolor. É quando, então, o presidente da Pernod Ricard no Brasil, Thibault Cuny, enxerga no suado copo sobre a mesa uma metáfora para o momento pelo qual a companhia passa. O grupo corre sério risco de perder seu principal negócio no país. A japonesa Suntory está disposta a assumir a distribuição do whisky Teacher’s no mercado brasileiro, há oito anos a cargo dos franceses. Os nipônicos herdaram a marca com a compra do controle da fabricante de bebidas norte-americana Beam, no início deste ano. A decisão representaria um duro golpe para a Pernod Ricard. De uma hora para a outra, a empresa perderia praticamente a metade do seu faturamento no mercado brasileiro de whiskies. O Teacher’s domina 40% das vendas da bebida no país. É o principal responsável pela folgada liderança da Pernod Ricard no segmento, com aproximadamente 85% de market share. Se esse copo quebrar, haja malte para afogar tamanha mágoa corporativa. Procurada a Pernod Ricard garantiu que a venda da Beam não altera o contrato com a empresa. No entanto, segundo fontes próximas ao grupo, o próprio Thibault Cuny tem participado das gestões para manter a distribuição do Teacher ‘s no Brasil. As notícias que chegam do Japão justificam um porre de tristeza. A Suntory já estaria montando um plano de negócios para assumir a importação e as vendas da marca, que consumiria um investimento da ordem de R$ 80 milhões.

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14.05.14
ED. 4870

Gafanhotos

 Logo na partida, a parceria entre a Basf e a Embrapa tem sido atacada por uma praga de ações movidas por ambientalistas na Europa. A soja transgênica Cultivance, primeiro produto desenvolvido pela dupla, ainda não obteve liberação da União Europeia para ser comercializada. E não há qualquer previsão. Sem as vendas no Velho Continente, a conta não fecha. Procurada, a Basf informou que a autorização da União Europeia deve sair na safra 2015/2016.

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14.05.14
ED. 4870

Pulo do gato

Poucos dias antes de os espanhóis anunciarem a recompra de ações do Santander Brasil, o fundo soberano Qatar Holding teria ampliado sua participação no banco de 5,2% para mais de 6,5%. Vai ter um lucrinho a mais na hora de entregar os papéis. Que bola de cristal, hein!

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14.05.14
ED. 4870

TudoAzul

A exemplo do Smiles e do Multiplus, a Azul estuda abrir o capital do TudoAzul, seu programa de milhagem. O IPO ficaria a cargo do Morgan Stanley. Oficialmente, a Azul nega a operação.

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14.05.14
ED. 4870

Carnívoros

O Minerva estaria negociando a compra de um frigorífico na Argentina.

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14.05.14
ED. 4870

Lubrificantes

 A malaia Petronas levou a  rede de postos Ale a proposta de uma parceria para a distribuição de lubrificantes no Brasil. Se o negócio for fechado, a petroleira asiática dá uma rasteira na Chevron, que mantém um acordo com a rede para a venda de lubrificantes. Procurada, a Ale garantiu que não vai trocar de parceiro.

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14.05.14
ED. 4870

O empresário Ricardo Nune

O empresário Ricardo Nunes elegeu como prioridade ampliar a operação da Ricardo Eletro em São Paulo, onde a rede tem apenas três lojas – nenhuma na capital.

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