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Planos
30.12.13
ED. 4807

Cemig estica seus fios até a colombiana Isagen

No momento em que os reservatórios das hidrelétricas estão a  míngua, as térmicas operam no limite e o fantasma do apagão arrasta suas correntes pelo Brasil, a Cemig olha para longe. Quatro anos após sua primeira investida internacional, leia-se a compra de linhas de transmissão no Chile, a companhia está envolvida em uma operação bem maior: a aquisição do controle da colombiana Isagen. A empresa é dona de cinco hidrelétricas e da terceira maior termelétrica do país, com capacidade instalada de 2,2 mil megawatts – neste momento, que falta faz uma dessas no Brasil. A Cemig não entrará sozinha no projeto. Segundo uma fonte ligada a  estatal, são grandes as possibilidades de um acordo com a AES. Os norte-americanos serão mais do que bemvindos na composição do funding da operação. Os 58% da Isagen pertencentes ao governo colombiano, alvo da Cemig, estão avaliados em aproximadamente US$ 1,5 bilhão. O leilão está previsto para abril. Ressalte- se que a Duke Energy também demonstrou interesse na aquisição da companhia, mas não estaria disposta a desembolsar o valor fixado. EDF e Iberdrola são outros candidatos potenciais ao negócio. Procurada, a Cemig informou que “tem avaliado diversas alternativas de investimento que possam agregar valor a  empresa”. A ofensiva sobre a Isagen revela uma mudança de rota na estratégia da Cemig para o exterior. Em 2010, ao desembarcar no Chile, a estatal deixou claro que a sua intenção era entrar em projetos ainda em fase de implantação, caso da linha de transmissão Charrúa-Nueva Temuco. A rede foi integralmente construída já sob gestão da Cemig. Agora, no entanto, a companhia dá um passo adiante e se candidata a  aquisição de uma empresa já consolidada, com aproximadamente US$ 3 bilhões em ativos. Além da AES, os mineiros buscam reforço financeiro em outras latitudes. Esperam contar com financiamento do BID e do Bird, este por meio do IFC, seu braço para a iniciativa privada. O próprio governo colombiano já acenou com a possibilidade de a Corporación Andina de Fomento (CAF) financiar parte da operação. É bom mesmo. A dois meses da data marcada para o leilão de venda das ações da Isagen, a operação ainda é cercada de incertezas. A principal delas diz respeito a  obrigatoriedade ou não do futuro controlador estender a oferta aos minoritários. O tag along encareceria o custo da brincadeira em quase 40%. Ressaltese que o segundo maior acionista da empresa, com 14%, é o fundo de pensão dos funcionários públicos da Colômbia, entidade bastante representativa no país, que costuma fazer muito barulho quando tem seus interesses contrariados.

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30.12.13
ED. 4807

Abcomm é mais virtual do que a Internet

A Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), uma kryptoentidade que propala representar mais de 1,5 mil empresas do setor de ecommerce – só que nenhuma delas surge para confirmar – , realizou uma pesquisa sobre o setor com algoritmos indecifráveis. O comércio eletrônico brasileiro tem 37 mil empresas. A Abcomm ouviu menos de 1% do setor 282 sites de venda e chegou a  desconstrutiva conclusão de que 70% dos sites são inoperantes. O resultado da pesquisa enseja das duas uma: ou a Abcomm não se entende com a matemática ou tem um interesse oculto em prejudicar o setor que diz representar. Aliás, a que serve a Abcoom?

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30.12.13
ED. 4807

Corpo hidratado

A L Oréal tem planos ambiciosos para o varejo brasileiro. Dona de 51% da rede de lojas de cosméticos Empório Body Store, estaria disposta a comprar mais de 20% da empresa. As ações pertencem ao empresário Helio Seibel, entre outros negócios sócio da Duratex. A negociação se daria por meio da The Body Shop, controlada pela L’Oréal. Procurada, a empresa negou a operação.

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30.12.13
ED. 4807

Lácteos Brasil

GP e BomGosto, acionistas da Lácteos Brasil, estão com a sensação de que o processo de recuperação judicial da companhia entrou em câmera lenta desde que o consultor Nelson Bastos assumiu a presidência. Vai ver é só impressão.

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30.12.13
ED. 4807

A Queiroz Galvão Exploração e Produção

A Queiroz Galvão Exploração e Produção deverá anunciar nos próximos dias a descoberta de uma grande reserva de petróleo.

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30.12.13
ED. 4807

Blefe portenho

O empresário argentino Cristóbal Lopéz está jogando pôquer com a Petrobras. Dono da Oil Combustibles, ora diz ser candidato a  compra de parte da Petrobras Argentina (Pesa); ora, desaparece de cena. No que dependesse de Graça Foster, o carteado já teria sido encerrado. Mas bater de frente com López é comprar briga diretamente com Cristina Kirchner.

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30.12.13
ED. 4807

Saint-Gobain

A Saint Gobain deve estar esperando um 2014 generoso na área de construção. Um ano após o último grande investimento, vai fazer nova ampliação da fábrica de drywall na Bahia.

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30.12.13
ED. 4807

American Airlines e US Airways

American Airlines e US Airways – agora, uma companhia só – planejam ampliar, até o início de 2015, de 102 para 130 o número de voos semanais entre o Brasil e os Estados Unidos. Ressalte-se que, a partir de 2015, entra em vigor o regime de open sky, com a queda das atuais restrições ao volume de rotas entre os dois países.

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30.12.13
ED. 4807

Talvez a Lojas Marisa

Talvez a Lojas Marisa nunca chegue a ser uma Avon ou uma Natura, mas nos próximos meses vai invadir as ruas com um pelotão de vendedoras. A empresa estaria treinando mais de mil novas consultoras, que vão reforçar a operação de venda direta iniciada há menos de um ano. A aposta na modalidade é um contraponto ao menor ritmo na abertura de lojas. Para 2014, só estariam confirmadas 15 inaugurações, contra 40 no ano passado.

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30.12.13
ED. 4807

Á meia-noite a Geni vai invadir a sua alma

O ano de 2014 deveria ser chamado “ano Darlene Glória”, em homenagem a  seminal interpretação da atriz como a prostituta Geni, no filme de Arnaldo Jabor; aliás, um dos que ?adoram jogar pedra na Geni?. Entenda-se a Geni como o governo Dilma, que deverá apanhar pelo que fez e pelo que não fez, mais do que o boneco de judas na malhação do sábado de aleluia. O RR entende. Bater no governo é mesmo divertido. Mas como o final do ano enseja pensamentos mais elevados, sugerimos que, a  meia-noite, todos os arautos das convicções férreas sobre os malefícios do Estado leiam a bula que segue. Depois rasguem-na e joguem como papel picado. Que os exportadores, que tiveram um aumento da sua rentabilidade com as desonerações, dividam a dinheirama, reduzindo preços, aumentando sua competitividade e trazendo os dólares tão esperados, mas rebuçados. Que as empresas concessionárias consigam entregar uma obra conforme o cronograma original. Nesse dia será realizada uma missa de graças. Que as empresas que não conseguirem concluir sua obra no prazo, altruisticamente contratem uma auditora independente internacional, para constatar a culpa do governo e, aí sim, ao invés de pedra, jogar logo um pedregulho na Geni. Que os produtores dos bens da cesta básica, recebedores de mundos e fundos para reduzir os preços, se comprometam a criar um regime especial de disclosure, abrindo sua contabilidade para demonstrar que a transferência de renda com a qual foram favorecidos não deu nem para roçar o aumento dos preços para o consumidor. Que esse exército que se locupletou das centenas de bilhões concedidas pelo BNDES produza demonstrativos detalhados do valor adicionado, para informar que riqueza é essa que estão gerando para o país. E que o BNDES também dê uma olhadinha no retorno do seu capital investido ? principalmente na grana do FAT, que é o dinheiro do trabalhador. Que o milagre do Ano Novo permita a s pitonisas do mercado financeiro provar que suas previsões são ingênuas, isentas e puramente acadêmicas, não tendo a intenção de desestabilizar o ambiente de negócios e formar expectativas favoráveis ao seu bolso. Que os bancos comerciais deem somente uma provinha da sua disposição de fazer empréstimos de longo prazo a  infraestrutura, transformando o prédio do BNDES na Av.Chile em uma casa de espetáculos, no estilo Vivo Rio e HSBC Arena. Uma provinha só, não dói! Que as entidades patronais resgatem o projeto de Lei do então senador Roberto Campos, que propunha diferir parte do aumento dos salários em ações das empresas. A nova regra em vez de corrigir o mínimo pela variação do PIB pagaria uma parte em ações com direito a voto. Mas, olhe lá, como dizia Campos, o representante dos operários tem que ir para o Conselho. Que os agentes econômicos instituam um dia da boa ação. Nesta data, procurarão convencer a mídia que a nação não está cancerosa. Se convencerem a mídia, o país vai para frente.

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30.12.13
ED. 4807

Cerco

A espanhola Gas Natural negocia a compra da participação da Petrobras na mineira Gasmig. Os ibéricos, donos da CEG e da Gas Natural Sul, querem fechar uma espécie de Grand Slam do gás, com presença nos três maio­res estados do país.

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30.12.13
ED. 4807

Traço

O presidente da Nextel no Brasil, Gokul Hemmady, não sabe mais o que fazer. A companhia faz promoções, opera praticamente sem margens, gasta o que tem e o que não tem em publicidade e, ainda assim, não consegue ter nem 0,1% dos usuários de 3G no Brasil. Não custa lembrar que a Nextel gastou mais de R$ 5 bilhões para montar sua rede de telefonia celular no país.

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30.12.13
ED. 4807

Espionagem

A Eletropaulo tem evidências de que foi alvo de espionagem originada nos Estados Unidos. Já teria contratado uma grande empresa de segurança digital para investigar o caso. Procurada, a Eletropaulo negou a espionagem.

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30.12.13
ED. 4807

La Caixa

O banco espanhol La Caixa está criando um braço de investimentos para atuar em infraestrutura no Brasil. O foco são projetos de grupos patrícios.

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30.12.13
ED. 4807

Trem chinês

Com a habitual competitividade chinesa, leia-se preços na raspa do tacho, a CMEC está entrando pesado na venda de vagões no Brasil.

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30.12.13
ED. 4807

Boeing

Donna Hrinak, presidente da Boeing no Brasil, está que é um desânimo só com a derrota para a Saab no fornecimento de caças para a FAB. Tem dito entre quatro paredes que sua missão está cumprida a  frente da filial. Ou melhor, descumprida.

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30.12.13
ED. 4807

Soja de luxo

 A Embrapa estaria com um pé fora do projeto de produção da soja transgênica Cultivance, em parceria com a Basf. A estatal se assustou com o custo do negócio.

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30.12.13
ED. 4807

Red Bull

A Red Bull está dando asas ao projeto de instalar uma fábrica no Brasil.

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30.12.13
ED. 4807

Maguary

O grupo do ex-senador Albano Franco está de olho na compra de uma participação na Sucos Maguary, da família Tavares de Melo. O objetivo é ficar com metade do capital da companhia, uma das maiores fabricantes de sucos do Nordeste.

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30.12.13
ED. 4807

MRV Engenharia

O empresário Rubem Menin está com as portas da MRV Engenharia abertas para um novo sócio.

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30.12.13
ED. 4807

Premium

A Lutosa, uma das líderes mundiais na produção de batata congelada, está se preparando para aumentar em 20% a receita da subsidiária brasileira. O país já é o maior mercado do grupo na América Latina.

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30.12.13
ED. 4807

Em razão dos festejos de fim de ano

Em razão dos festejos de fim de ano, o RR voltará a circular apenas na próxima quinta-feira, 2 de janeiro. A todos, um Feliz 2014!

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