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Planos
23.08.13
ED. 4719

Esteves avança na direção do Carrefour

 Nem o ego atrofiado o impede de confessar: André Esteves, maior acionista do BTG, sonha acordar no corpo de Jorge Paulo Lemann quando se tornar adulto. A maturidade de Esteves, digamos assim, chama- se Carrefour. Não a operação brasileira, mas, sim, a rede varejista global. Não custa lembrar que o banqueiro esteve com um pé dentro do supermercado aqui no Brasil, quando foi adviser da tentativa de aquisição do Carrefour pelo Pão de Açúcar. Era ele também que traria o funding complementar ao merger. aguas passadas.  O tempo curou feridas e permitiu que Esteves fosse montando o chamado quebra-cabeça Carrefour. Trata-se da maior aquisição internacional já realizada por brasileiros. Isso, é claro, se a engenharia der certo. O banqueiro já teria conversado com o ministro Guido Mantega, de quem é próximo. Um argumento que vai além do negócio é a importância da renacionalização do setor supermercadista, que arranha a conta- corrente do país com unhas cada vez mais longas. Hoje, falar no grande varejo do país, significa citar três nomes: Casino, Walmart e o suprarreferido Carrefour. A missão exige diplomacia no nível do assunto de Estado, até porque o governo francês costuma encrencar quando se trata da venda dos seus ícones empresariais. Basta recordar a indignada reação gaulesa quando, há alguns anos, surgiram especulações de que o Walmart faria uma oferta pelo controle global do Carrefour – se bem que, talvez, um brasileiro com ares de investidor do mundo cause menos afronta ao orgulho francês do que uma família saída da América profunda. De qualquer forma, trata-se de uma missão para um empresário do porte de Jorge Paulo. Esteves pretende juntar várias pontas de um novelo complexo para dar cabo da empreitada: fundos de pensão, investidores estrangeiros, governo e um trunfo guardado a sete chaves. É nessa tacada não visível e nada convencional que o empresário aposta suas fichas. O modelo de negócio tem um irmão gêmeo mais velho: o banqueiro e seus partners ficariam com uma participação majoritária, ao menos no início, mas a gestão seria entregue a grupo brasileiro. Bem parecido com a InBev, não? Esteves adoraria essa comparação. Aliás, por falar em comparação, dependendo de onde se olhe, o Carrefour é uma espécie maior do que a própria InBev. É verdade que existe uma galáxia de distância entre os valores de mercado dos dois grupos: aproximadamente US$ 118 bilhões no caso da cervejeira, e pouco mais de US$ 20 bilhões para a rede varejista. No entanto, em termos de faturamento, o placar vira. No ano passado, o Carrefour teve uma receita de US$ 100 bilhões, contra US$ 40 bilhões da InBev. No caso de uma operação bem-sucedida, Esteves laçaria uma hidra com quase 10 mil lojas (metade delas na França) e 365 mil empregados em 33 países. É um trabalho de Hércules, atenda ele pelo nome de Jorge ou de André? Ou André e Jorge

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23.08.13
ED. 4719

Agnelo Queiroz

O governador Agnelo Queiroz já elegeu o culpado por sua belicosa relação com os funcionários da Companhia Energética de Brasília (CEB): o próprio presidente da estatal, Rubem Fonseca, que não teria demonstrado a combinação necessária de pulso firme e jogo de cintura para amainar o clima dentro da empresa. Diante do risco de ser eletrocutado, Fonseca certamente deve achar que tudo seria mais fácil se Agnelo não tivesse suspendido o pagamento dos bônus aos empregados da CEB.

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23.08.13
ED. 4719

Usiminas

Como se não bastassem as fragilidades financeiras e operacionais, a Usiminas deve enfrentar uma intentona trabalhista. Um grupo de quase 40 funcionários pretende entrar na Justiça contra a empresa, alegando não ter acesso a seus dados no banco de horas. Todos pegam carona em recente decisão do TRT-MG que condenou a Usiminas em processo movido por outro empregado pelo mesmo motivo. Procurada, a empresa não quis se manifestar.

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23.08.13
ED. 4719

Gás boliviano

Edison Lobão já recebeu a má notícia de sua equipe: no atual ritmo, a importação de gás boliviano deverá fechar 2013 com uma queda de 30% em relação ao ano passado. Confirmando-se a evaporação, será o menor volume dos últimos cinco anos. Mais estresse a  vista entre os dois países. A redução é resultado de seguidas restrições impostas pelo governo Evo Morales.

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23.08.13
ED. 4719

Nokia

O presidente da Nokia Brasil, Almir Narcizo, olha para o espelho e não se conforma com o que enxerga: o rosto de um executivo enfraquecido pela recente decisão do grupo de criar uma vice-presidência das Américas, entregue ao também brasileiro Anderson Teixeira.

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23.08.13
ED. 4719

Fundação Cesp

O clima está acalorado na Fundação Cesp, entidade de previdência privada da geradora paulista. O presidente da instituição, Martin Roberto Glogowsky, tem penado para aprovar o limite do percentual de investimentos do fundo no exterior. A dispersão vai de 0,3% a 0,6% do patrimônio.

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23.08.13
ED. 4719

Santander

Apesar da recente queda dos índices de inadimplência, o Santander está propenso a estender até o fim do ano a prudente política de crédito adotada desde janeiro. Os números de 2012 ainda estão frescos na memória dos espanhóis.

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23.08.13
ED. 4719

Rede de intrigas

Surgiu mais um ponto de fricção entre Marcelo de Carvalho e Amilcare Dallevo, donos da Rede TV. O motivo é a venda de espaço na programação para igrejas evangélicas. Quem é a favor e quem é contra? Aí é que mora o busílis. Ambos têm oscilado frequentemente em relação ao assunto. Parece até que a premissa de um é estar sempre do lado oposto do outro.

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23.08.13
ED. 4719

Stefanini

Além da recém-comprada RCG Staffing, a Stefanini está submersa nos números de mais duas empresas de TI nos Estados Unidos.

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23.08.13
ED. 4719

Embasa

O governador Jacques Wagner deverá promover mudanças na gestão da Embasa, a começar pela saída do próprio presidente da estatal, Abelardo de Oliveira Filho. Procurada, a empresa declarou “não ter conhecimento da informação”.

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