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Planos
04.07.13
ED. 4683

Hypermarcas e EMS disputam cada comprimido do BioNovis

 É cada vez maior a preocupação do BNDES com os rumos do BioNovis – o “superlaboratório” nacional criado a partir da associação entre EMS, União Química, Hypermarcas e Aché. Ainda em fase pré-operacional, a empresa parece um país em guerra civil. Além das desavenças entre as famílias acionistas do Aché, por conta do tumultuado processo de venda da empresa, e do contencioso entre Fernando Castro Marques, dono da União Química, e seus irmãos Paulo e Cleiton, do Biolab, há um novo embate, envolvendo diretamente os outros sócios do BioNovis. Hypermarcas e EMS vêm duelando em busca de maior poder na companhia – não obstante a divisão isonômica do capital entre os quatro acionistas. Um dos alvos seria o presidente do “superlaboratório”, Odnir Finotti, que, apesar do aval proforma de todos os acionistas, só assumiu o posto por causa do empurrão do BNDES. Aproveitando-se do momento de fragilidade da União Química e do Aché, a s voltas com conflagrações dentro de suas fronteiras, Hypermarcas e EMS estariam se digladiando para indicar um nome de sua confiança para o comando do BioNovis. No BNDES, há quem enxergue, por trás desta disputa corporativa, um confronto estritamente pessoal. O “superlaboratório” seria pequeno demais para abrigar os supergos do empresário Carlos Sanchez, todo-poderoso do EMS, e de Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas e braço-direito do acionista controlador da companhia, João Alves de Queiroz Filho, o “Junior”. Pode até ser. O fato é que, seja na física, seja na jurídica, Hypermarcas e EMS teriam outro forte motivo para guerrear, este ainda mais decisivo para determinar o jogo de forças do BioNovis do que apenas uma troca de presidente. Bergamo estaria se movimentando junto ao BNDES na tentativa de derrubar uma cláusula do acordo de acionistas que prevê a redistribuição do capital em caso de venda de uma das empresas sócias do “superlaboratório”. Legisla em causa própria. Após uma primeira investida, no fim do ano passado, a Hypermarcas teria retomado no início de junho as conversações para a compra do Aché. Caso consiga derrubar a “pílula de veneno” do BioNovis com a eventual aquisição, a Hypermarcas passaria a ter 50% do capital do “superlaboratório”, empurrando EMS e União Química para os fundos da farmácia. Não é uma manobra simples. A mudança precisaria da aprovação dos demais acionistas. Antes disso, o mais provável é que o BNDES entre em campo para colocar cada um no seu devido lugar. Não é para fomentar um grupo de guerrilheiros que o banco está financiando os mais de R$ 600 milhões necessários a  implantação do novo laboratório. Procurado pelo RR, o BioNovis não quis se pronunciar.

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04.07.13
ED. 4683

Inadimplência empena os móveis da Unicasa

Deu cupim nos planos de diversificação dos negócios do empresário Alexandre Grendene, um dos maiores fabricantes de calçados do país. O avanço da inadimplência e o aumento dos custos de produção têm sido um binômio corrosivo para a Unicasa Móveis, controlada por Grendene. A holding varejista já havia reduzido de 100 para 80 o número de novas lojas previsto para este ano. Agora, o total de inaugurações estimado para 2013 já estaria na casa dos 50 pontos de venda. O maior impacto recairia sobre as bandeiras Dell Anno e Favorita. A contragosto, a Unicasa ainda terá de aumentar o número lojas próprias e arcar sozinha com a maior parte das inaugurações para não prejudicar ainda mais seus planos de expansão. Isso porque está difícil para Grendene encontrar investidores dispostos a assumir franquias das redes varejistas. Um dos fatores que têm afastado os eventuais candidatos é o aumento dos créditos duvidosos da Unicasa. No ano passado, algumas lojas teriam apresentado um índice de inadimplência 50% superior ao registrado em 2011. Consultada pelo RR, a Unicasa informou que o saldo de lojas em 2013, ou seja, inaugurações menos fechamentos, será de 79 unidades. Deste total, a empresa garante que apenas seis pontos de venda serão próprios.

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04.07.13
ED. 4683

Filósofo cético

Do filósofo cético Eduardo Cunha: “A presidenta Dilma colocou o bode na sala com a ideia do plebiscito e das reformas políticas. O problema agora vai ser tirar o bode de lá. E o diacho é que, se não tirar, a garotada volta para as ruas.”

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04.07.13
ED. 4683

Siderúrgicas

Benjamin Steinbruch voltou a pensar na Usiminas. A Ternium também voltou a pensar no “Beinja”. E os dois estão parando de pensar na CSA. Em tempo: qualquer uma dessas combinações, na primeira hora, é dolorosa como extrair um dente siso.

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04.07.13
ED. 4683

A Vale teme que a CSA vá ser uma nova Valesul

A Vale teme que a CSA vá ser uma nova Valesul em sua vida. Para quem não se lembra, a usina de alumínio, no distrito de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, foi engolida como um batráquio metálico, enfiado goela abaixo da mineradora pelo presidente Ernesto Geisel.

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04.07.13
ED. 4683

José Dirceu é o maio cabo eleitoral

José Dirceu é o maio cabo eleitoral do “Volta Lula”, no PT. Como se sabe, Dirceu manda para canudo no partido. E tem por Dilma verdadeira ojeriza.

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04.07.13
ED. 4683

Ponto final

Pode até ser coincidência, mas, em meio aos intensos protestos contra o setor, o empresário Jacob Barata, rei dos transportes urbanos no Brasil, estaria se desfazendo de algumas empresas de ônibus. Por ora, é tudo café pequeno – nenhuma das companhias a  venda fica no eixo Rio-São Paulo -, mas não deixa de ser sintomático.

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04.07.13
ED. 4683

PUC do Rio

A PUC do Rio vai editar um livro de depoimentos em homenagem ao economista Dionísio Dias Carneiro, o melhor dentre os seus pares na universidade.

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04.07.13
ED. 4683

Caco Antibes

O ator Miguel Falabella negocia com investidores a formação de uma empresa para construir e operar salas de teatro no país. Um dos parceiros seria o Santander.

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