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Planos
25.06.13
ED. 4676

Foxconn

A Foxconn gastou milhões na ampliação de sua fábrica de Jundiaí, deixou tudo prontinho para assumir a produção do iPhone 5 e do iPad mini no Brasil e até agora nem sinal de vida da Apple. E agora, se nada mudar, quem vai pagar o prejuízo?

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25.06.13
ED. 4676

Robson Andrade

Robson Andrade pretende ser o reitor da escola de negócios que a CNI planeja criar. Tudo bem, desde que não deseje também ser professor. Mas nada contra, muito pelo contrário, se ele quiser ser aluno.

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25.06.13
ED. 4676

“Helinho” sofre com as notas baixas na Positivo

Oriovisto Guimarães, fundador do Grupo Positivo, tem o sócio Helio Rotenberg, ou melhor, “Helinho”, na conta de um irmão mais novo, quiçá de um filho. Juntos, atravessaram os tempos de vacas magras e mensalidades esquálidas em que dividiam salas de cursinhos pré-vestibular em Curitiba até formarem uma das maiores redes de ensino do país. Também juntos, criaram a Positivo Informática. São tantas histórias, tantas lembranças que até os quadros- negros de suas universidades sabem o quanto o professor Oriovisto está sofrendo diante da possibilidade de ter de mirar nos olhos de “Helinho” e comunicar seu afastamento da presidência do grupo. Haveria uma crescente pressão dos demais sócios da Positivo – leia-se uma tropa de elite formada por quatro investidores, presentes no capital de praticamente todas as empresas do conglomerado – por mudanças na gestão executiva. “Helinho” está no comando há apenas um ano e três meses. Na época, sua indicação já teria despertado resistência entre os sócios da Positivo, mas Oriovisto Guimarães abafou o burburinho e bancou a escolha. Fez valer o entendimento de que, naquele instante, a entronização de um nome tão orgânico, tão enraizado na história da Positivo ajudaria a acalmar o mercado e a dissipar o clima de incertezas em torno do futuro do grupo, notadamente após a frustrada tentativa de venda da divisão de informática para a chinesa Lenovo. No entanto, a panela de pressão foi mais forte do que a tampa e as cobranças sobre o executivo teriam voltado com força redobrada. “Helinho” não estaria conseguindo entregar os resultados esperados nos três principais negócios do grupo – educação, gráfica e informática. Além disso, “Helinho” é um remédio que não cumpriu justamente uma das principais indicações apresentadas na bula: aquietar o mercado e dissipar o tiroteio de informações sobre o destino do conglomerado. Pelo contrário. Hoje, aos olhos dos investidores, a Positivo é um grupo perdido que, a qualquer momento, tanto pode anunciar a venda do seu braço de informática, ou de sua gráfica – a Posigraf -, ou das escolas e universidades, ou, no limite, de tudo junto e misturado no mesmo pacote. Procurada, a Positivo alegou estar em período de silêncio. Mas afirmou que os sócios estão em harmonia e não há previsão de mudanças no quadro executivo. Feito o registro. No entanto, os escafandristas familiarizados com essas águas vão ainda mais fundo. Garantem que a situação de Helio Rotenberg seria apenas a ponta do iceberg dos problemas administrativos e das divergências entre os acionistas. A própria escolha de “Helinho” teria se dado, em grande parte, devido a s dificuldades do grupo de seguir o curso natural de sua sucessão. Há alguns anos, Oriovisto vem preparando seu filho – Lucas Guimarães – para o cargo. No ano passado, chegou-se a discutir a hipótese do “filho do professor” assumir a presidência. Mas o empresário teria sido o primeiro a considerar seu próprio fruto ainda verde demais para a desafiadora missão. Entre o filho e o “filho”, optou pela hipótese que lhe parecia mais segura no momento. E Rotenberg? Como fica? A julgar pela ebulição entre os demais sócios da Positivo, talvez seja o caso de ele ouvir a voz rouca das ruas e organizar uma efervescente passeata de seus ex-alunos pelas ruas de Curitiba pedindo por sua permanência no cargo. Metáfora de uma falta de saída beirando o irreversível.

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25.06.13
ED. 4676

Eletrochoque

O futuro será doloroso na Eletrobras. O Ministério de Minas e Energia prepara um drástico enxugamento na holding, com a integração de diversas áreas das empresas controladas – Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul. Procurada, a Eletrobras informa que estuda diversas ações para “aproveitar as sinergias existentes” entre suas controladas, especialmente na área administrativa.

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25.06.13
ED. 4676

Subway

Acreditem: a rede Subway, que tem mil restaurantes no Brasil, quer duplicar esse número até o fim de 2014. Tomara!

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25.06.13
ED. 4676

Todos os santos

Guilherme Paulus está com um pé na Bahia. A GJP, seu braço para o setor hoteleiro, negocia a compra de um resort em Itacaré. Deve desembolsar cerca de R$ 200 milhões. Paulus chega a  boa terra com a pretensão de duelar com o Txai, resort de luxo instalado na mesma região. Procurada, a GJP não quis se manifestar.

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25.06.13
ED. 4676

Horário nobre

Que, há tempos, Amílcare Dallevo e Marcelo de Carvalho não se entendem, até os cenários da Rede TV estão carecas de saber. Mas, agora, o negócio degringolou. Ambos não estariam sequer se falando. As cenas nos corredores da emissora quando os dois sócios passam seriam constrangedoras.

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25.06.13
ED. 4676

Pajelança

Já, já um cacique de grande apelo midiático e favorável a  construção da usina de Belo Monte vai sair do armário e fazer propaganda do projeto. Um pouco porque quer aparecer; outro tanto, contra sua vontade.

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25.06.13
ED. 4676

Outro Citi

O Citibank – sim, ainda existe Citi no Brasil – estuda a criação de uma bandeira premium voltada a  alta renda. E dizer que, um dia, bastava ser Citi para ser premium…

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25.06.13
ED. 4676

Sete Brasil

Após garantir cerca de R$ 2,5 bilhões da Caixa Econômica Federal, via Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, a Sete Brasil estaria acampada no BNDES. Espera sair de lá com uma espessa camada de recursos, capaz de garantir a execução de seus principais projetos. A empresa está montando mais de 30 sondas para exploração e produção de petróleo, quase todas encomendadas pela Petrobras.

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25.06.13
ED. 4676

Água mineral

A Danone está sedenta para sorver o controle de uma engarrafadora de água mineral da Região Sul.

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