Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
25.03.13
ED. 4613

Agropalma é a semente de uma grande empresa de biotecnologia

A Agropalma está prestes a passar por uma reengenharia genética. O Grupo Alfa, de Aloysio Faria, pretende mudar o DNA operacional da companhia, conferindo um novo e valioso status a  subsidiária. Hoje restrita ao segmento de biodiesel, leia-se o processamento de óleo de palma, a Agropalma vai se tornar uma holding, com ramificações em vários outros setores do agronegócio. A biodiversidade é ampla. A empresa deverá investir no cultivo de plantas com fins industriais e também no processamento e exportação destas matérias-primas. O plano estratégico prevê ainda a instalação de um laboratório de pesquisas de engenharia genética. O cardápio de novos negócios inclui também a entrada na produção de etanol. O objetivo do Grupo Alfa é aproveitar as sinergias na distribuição de álcool e biodiesel. Até porque, não obstante o ousado e dispendioso projeto de diversificação, a Agropalma não vai deixar de lado seu negócio original. Muito pelo contrário. Segundo uma das fontes ouvidas pelo RR, a companhia planeja construir quatro usinas de extração e processamento de óleo de palma. Procurada, a Agropalma negou a instalação de quatro unidades de biodiesel. A empresa não se pronunciou em relação aos demais investimentos. O upgrade da Agropalma deixará a empresa em condições de disputar novos segmentos de mercado, de valor agregado mais alto – na maioria dos casos, batendo de frente com grupos estrangeiros. Segundo fontes familiarizadas com a empresa, as cifras são superlativas. Na companhia, fala-se em investimentos de até R$ 800 milhões. Dinheiro, não é problema – como, aliás, nunca foi em se tratando de uma corporação controlada por um dos homens mais ricos do país, caso de Aloysio Faria. Além disso, a Agropalma já surge como forte candidata a buscar recursos no âmbito do “Inova Empresa”, programa recém-anunciado pela presidente Dilma Rousseff, que prevê o desembolso de mais de R$ 32 bilhões para investimentos ligados a s áreas de pesquisa e desenvolvimento. A companhia tem tudo o que o governo espera: projetos, lastro financeiro e conhecimento. Em tempo: não há como falar da expansão da Agropalma e ignorar o constante assédio de grupos internacionais sobre a empresa. No passado recente, a norte-americana ADM, por exemplo, já teria feito duas investidas. Portanto, o upgrade da empresa deixa uma pergunta no ar: Aloysio Faria e seus herdeiros estariam realmente empenhados em criar uma grande empresa nacional de biotecnologia e até fortalecer o negócio contra o assédio de investidores estrangeiros ou, no caminho oposto, apenas dourando a pílula para uma eventual venda do controle.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Brasil Beauté sacode o frasco da Água de Cheiro

A Brasil Beauté, empresa que reúne investidores norte-americanos e brasileiros, vai precisar de muito patchouli, âmbar e sândalo para melhorar as fragrâncias operacionais da recém-comprada agua de Cheiro. Para os novos acionistas, a gestão do ex-controlador, o empresário mineiro Henrique Alves Pinto, não espalhou os melhores aromas pela companhia. Um dos problemas já identificados é o excesso de lojas vis-a -vis a rentabilidade alcançada. Nos últimos dois anos, a agua de Cheiro imprimiu um ritmo feérico de abertura de pontos de venda por meio de franquias. Hoje, são mais de 900 estabelecimentos. No entanto, esta estratégia teria resultado em um grau de sobreposição de lojas acima do razoável, o que contribuiu para aumentar o número de unidades deficitárias. A Brasil Beauté vai ter de quebrar alguns destes frascos. O rápido crescimento da rede de distribuição provocou efeitos colaterais. Desde o início do ano passado, a agua de Cheiro estaria enfrentando periodicamente problemas no suprimento das lojas. Em períodos de pico das vendas, a fábrica de Lagoa Santa (MG) não tem dado vazão a s encomendas. Com o fechamento de algumas lojas, portanto, a Brasil Beauté resolveria dois problemas, tirando do caminho as unidades pouco rentáveis ou deficitárias e reduzindo os gargalos na distribuição.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Guilherme Paulus

Os ares da serra gaúcha não têm feito bem a Guilherme Paulus. O empresário, que investiu um caminhão de dinheiro no hotel de luxo Saint Andrews, ainda não viu a cor do lucro. Tanto que já planeja algumas medidas para ceifar os elevados custos operacionais. Procurada, a GJP, holding que reúne os negócios de Paulus, não retornou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Viracopos

Fica o exemplo para os novos concessionários de aeroportos do que não se deve fazer. O benchmarking a s avessas é assinado pela Aeroportos Brasil Viracopos, que tem a Triunfo como sócia. Desembarcou em Viracopos brandindo o tacape e pressionando os lojistas a mudar os contratos de locação. Resultado: deve enfrentar um embate jurídico. Consultada, a concessionária disse “não se pronunciar sobre rumores”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

BlackBerry

A bateria do presidente da RIM Brasil, João Stricker, está cada vez mais fraca. Os motivos vão desde o desempenho das vendas do BlackBerry no país até desentendimentos com o board do grupo, no Canadá.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Cheiro de prejuízo

Elegância tem limite. A classuda LVMH estaria perdendo as estribeiras com os prejuízos em algumas de suas operações no Brasil. No grupo francês, já se fala em medidas drásticas, a começar pela suspensão das vendas de algumas linhas de produtos na área de perfumaria. Procurada, a LVMH negou os cortes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Telebrás

O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, está com duas pulgas atrás da orelha. Paulo Bernardo tem feito rasgados elogios a  sua gestão. Bonilha já estava acostumado a só ouvir críticas por parte do ministro das Comunicações. E ainda assim permanecer no cargo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.13
ED. 4613

Autopeças

O Brasil virou uma highway para os investimentos da fabricante de autopeças canadense Magna. Com dez plantas industriais no país, o grupo planeja a construção de mais uma fábrica.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.