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Planos
04.10.11
ED. 4259

Votorantim espreme o Grupo Fischer contra a parede

Há um forte sabor de azedo nas relações entre os Ermírio de Moraes e a família Fischer, que, em maio do ano passado, acertaram a fusão entre a Citrovita e a Citrosuco . O Votorantim está usando todo o seu peso para pressionar os sócios e alterar a composição acionária da nova companhia. O grupo desistiu de dividir esta laranja em partes iguais. Em vez do modelo fifty to fifty, os Ermírio de Moraes querem ser sócios majoritários do negócio. Pretendem ficar com 60% do capital ordinário. O que está em jogo é uma disputa por poder na maior processadora de suco de laranja do mundo – com um faturamento anual na casa dos R$ 2 bilhões e cerca de 25% do mercado mundial. Ao mesmo tempo, o clã entende que os Fischer não terão disposição para acompanhar de igual para igual os investimentos que serão feitos na empresa. Não deixa de ser um paradoxo, uma vez que a Citrosuco , do Grupo Fischer , desembarcou na operação com faturamento e market share maiores do que os da Citrovita, do Votorantim. Para os Ermírio de Moraes, no entanto, isso é apenas um detalhe. Na sua conta, a última linha, o que vale mesmo, é o tamanho do Votorantim comparado ao do Grupo Fischer. Na hora H, a família está convicta de que acabará desembolsando mais dinheiro na operação do que seus sócios. Procurada, a Citrovita não quis comentar o assunto. A Citrosuco, por sua vez, não se pronunciou até o fechamento desta edição. O mais curioso é que, formalmente, a fusão entre as duas empresas não ocorreu. Um ano e quatro meses após o anúncio do casório entre a Citrovita e a Citrosuco, o Cade ainda não julgou a operação. Não obstante o ritmo de quelônio do órgão antitruste, o projeto de expansão da nova empresa está pronto não é de hoje. Ele prevê um desembolso de US$ 400 milhões nos próximos três anos. Os planos envolvem a abertura de fábricas nos Estados Unidos e no Leste da Europa. Mas tudo isso é um refresco ralo se comparado ao grande projeto da companhia. Seu maior alvo é a China. Além de desembarcar em um mercado com mais de 1,4 bilhão de consumidores, os Ermírio de Moraes e os Fischer querem usar sua entrada no país como uma forma de frear o ímpeto expansionista de fabricantes chineses em outros países da asia

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04.10.11
ED. 4259

Tokyo-Mitsubishi

Aviso aos fabricantes de equipamentos para exploração e produção de petróleo. Na esteira do pré-sal, o banco Tokyo-Mitsubishi está trazendo para o Brasil cerca de R$ 1,5 bilhão para financiamento a empresas do setor.

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04.10.11
ED. 4259

Usina de Jirau

Mudanças a  vista no capital da Usina Jirau, no Rio Madeira. O Grupo Suez quer fisgar a participação da Camargo Corrêa, dona de 10% do capital. Se o negócio se consumar, a empreiteira permanecerá na usina apenas como responsável pelas obras.

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04.10.11
ED. 4259

Trem descarrilado

Bateu o desespero entre os executivos da Amsted Maxion. O tão cobiçado contrato para a venda de 145 vagões a  Brado Logística, associação entre a ALL e a Standard Logística, está sob risco. A empresa não concordou com os valores e as condições de pagamento impostas pela Amsted Maxion.

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04.10.11
ED. 4259

Unimed x Unimed

A família Unimed está se comendo por dentro. Há uma disputa entre as cooperativas para a compra de ativos do próprio sistema. O predador mais voraz é a Unimed-SP.

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04.10.11
ED. 4259

Cópia em branco

O presidente da Xerox no Brasil, Yoram Levanon, já bateu a mão três vezes no tatame. Dificilmente a empresa vai atingir a meta de R$ 700 milhões de receita neste ano. Aliás, dá até dó falar da Xerox.

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04.10.11
ED. 4259

Embraer

Ameaçada de ser ejetada da China – ver RR nº 4.210 -, a Embraer tenta abrir uma nova porta no Oriente. Negocia um financiamento com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) para viabilizar a montagem local de aviões em parceria com a Kawasaki.

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04.10.11
ED. 4259

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff tem conversado bastante com Luiz Fernando Furlan sobre política industrial. Qualquer dia desses, monta um Conselho só para abrigar o interlocutor.

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04.10.11
ED. 4259

O cartão de crédito da CSU é uma navalha

A CSU vai cortar na própria carne. Segundo uma fonte do RR ligada a  empresa, o doloroso talho teria como objetivo reduzir em até 20% os custos operacionais. De acordo com a mesma fonte, a navalhada deverá atingir principalmente a área de vendas, na qual teria sido verificado um maior inchaço das despesas. Esta foi a forma encontrada pela processadora de cartões de crédito para tentar reequilibrar sua rentabilidade, que caiu significativamente nos últimos dois anos. Somente no período entre junho de 2011 e junho deste ano, as margens operacionais recuaram quatro pontos percentuais. Na busca pelas antigas taxas de lucratividade, a CSU tenta também reconquistar o mercado. Hoje, investidores e a empresa vivem uma história de desamor. Desde o início do ano, o valor de mercado da companhia caiu 40% – no mesmo período, o Ibovespa recuou aproximadamente 27%.

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04.10.11
ED. 4259

JBS abusa do disclosure na dissimulação

 Recomenda-se ao Cade, a  Secretaria de Direito Econômico, ao Ministério do Desenvolvimento e a  CVM que leiam com atenção o comunicado ao mercado divulgado ontem pela JBS. Os irmãos Wesley e Joesley Batista, pretendentes a donos de todo o gado brasileiro, devem estar de brincadeira quando informam que qualquer ação voltada a  fusão com Marfrig e Minerva – será devidamente comunicada pelas vias oficiais, seguindo as boas práticas de governança.- Ora, é uma desgovernança cerebral achar que o governo permitirá tamanha concentração no setor. Só falta os irmãos Batista dizerem que, caso o BNDES participe, também irão comunicar ao mercado pelas vias oficiais. É o estouro da boiada!

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