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Planos
29.09.11
ED. 4256

Ás compras

A Simon Property, gigante da administração de shoppings dos Estados Unidos, com receita anual de US$ 4 bilhões, está desembarcando no Brasil em busca de aquisições. No bolso, um cartão de crédito sem limites.

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29.09.11
ED. 4256

Palocci

Antônio Palocci está ajudando um grande grupo asiático do setor de eletroeletrônicos a aplainar pendências trabalhistas no Brasil. Tomara que não compre um novo apartamento.

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29.09.11
ED. 4256

Fronteira elétrica

Virada a página da revisão dos valores pagos ao Paraguai pela energia de Itaipu Binacional, começou um segundo e igualmente complexo capítulo. O presidente Fernando Lugo enviou ao Brasil uma senadora de sua confiança para conversar com o ministro Edison Lobão. Sua tarefa é convencê-lo a iniciar em outubro o pagamento dos novos valores. O governo brasileiro já sinalizou que o dinheiro só sai em 2012.

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29.09.11
ED. 4256

Cyrela

A Cyrela está com os classificados a  mão em busca de construtoras no Nordeste. Um dos nomes assinalados é o da cearense Idibra, pertencente ao empresário Ivens Dias Branco.

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29.09.11
ED. 4256

Farelo de crédito

O financiamento de US$ 200 milhões do Eximbank da China para o Grupo Maggi está por um fio. Aos 48 do segundo tempo, a companhia brasileira resolveu contestar a cláusula que vincula o crédito a  exportação de soja para o mercado chinês. O Eximbank, no entanto, não aceita mexer uma vírgula no contrato.

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29.09.11
ED. 4256

JBS Friboi abate a governança corporativa

 A JBS Friboi inaugurou o modelo do desenvolvimento insustentável corporativo, o DIC. Trata-se de um sistema holístico peculiar, a partir do qual a empresa tem conseguido alimentar a insatisfação de fornecedores, clientes e trabalhadores. O descontentamento destas categorias é assunto bastante batido no noticiário. Basta verificar o Google. Agora, um novo agrupamento anti-JBS começa a ganhar corpo e se destacar pela combatividade contra os procedimentos da companhia: os acionistas minoritários. Entre os sócios do frigorífico, há um crescente número de consultas e reclamações junto a  CVM por conta das práticas de governança adotadas pela família Batista. A visão que o mercado tem hoje da JBS é a de uma companhia com baixíssima taxa de disclosure, reduzida transparência das informações operacionais e contábeis e marcada por relações incestuosas com as demais empresas da família. O RR consultou três grandes corretoras de valores que simplesmente deixaram de negociar ações da JBS por considerar que o frigorífico não atende aos requisitos mínimos de governança corporativa estipulados como parâmetro para suas operações em Bolsa. Procurada pelo RR, a JBS não se pronunciou até o fechamento desta edição. A conflituosa relação entre a JBS e o mercado de capitais começou ainda no ventre, antes mesmo do IPO. Na página 55 do prospecto de lançamento de ações, divulgado em 27 de março de 2007, a empresa afirmou que não mais recolhia o Funrural. Na ocasião, chegou a entrar com um mandado de segurança contra a taxação. No entanto, no mesmo período, a JBS teria cobrado indevidamente dos pecuaristas a cifra referente ao tributo – o valor do imposto, que, a  época, incidia sobre o produtor rural, deveria ser depositado pelo frigorífico e o custo, posteriormente repassado ao fornecedor. Desde então, a antipatia dos minoritários em relação a  empresa só fez crescer, a  medida que procedimentos pouco ortodoxos da JBS foram se revelando. Um dos motivos de estresse são as nebulosas relações entre o frigorífico e os demais negócios da família, notadamente a atividade pecuária. Os próprios Batista são fornecedores de gado para a companhia. Os minoritários reclamam de falta de transparência em relação aos valores e a s condições dos contratos firmados entre a empresa e seus controladores. No ano passado, um importante fundo de private equity teria solicitado que a JBS soltasse um comunicado com mais detalhes sobre estas operações. Ficou a ver navios.  Entre os acionistas, cresce também a percepção de que a JBS aumentou a capacidade de algumas de suas plantas com o deliberado intuito de criar um truque de prestidigitação e iludir investidores e bancos credores. Um caso emblemático é o das duas unidades de abate da empresa em Campo Grande (MS), uma delas herdada com a compra da Bertin. Com os projetos de expansão, ambas passaram a ter capacidade para o abate de 6,5 mil cabeças de gado por dia. Nem que a família comprasse todo o rebanho do estado e ainda pagasse a passagem de avião para que bois de São Paulo, Paraná e adjacências viajassem para Mato Grosso do Sul, seria possível atingir esta marca. As tenebrosas histórias da JBS dariam para escrever um livrotexto sobre desgovernança corporativa. As informações são facilmente acessíveis

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29.09.11
ED. 4256

De volta Á  Líbia

Hay gobierno? Cesar Mata Pires é a favor. O empreiteiro já enviou um emissário a  Líbia para negociar com o presidente do Conselho Nacional de Transição, Mustafá Abdel Jalil, a retomada de obras de infraestrutura da OAS no país.

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29.09.11
ED. 4256

Gafisa

Acionistas minoritários da Gafisa, como Itaú Unibanco, JP Morgan e Polo Capital, estão com uma pulga atrás da orelha por conta da movimentação do investidor Guilherme Afonso Ferreira, leia-se Bahema Participações. Ferreira nega. Mas há uma forte desconfiança de que ele esteja articulando a compra de ações da construtora em Bolsa para assumir o controle da empresa.

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29.09.11
ED. 4256

Meia-bomba

Francesco Gori, presidente mundial da Pirelli Pneus, virá ao Brasil ainda neste ano. Busca uma brecha na agenda de Dilma Rousseff para anunciar o novo plano de investimentos da empresa no país. O valor, no entanto, está longe daqueles que costumam justificar visitas com pompa e circunstância ao Planalto: US$ 500 milhões nos próximos cinco anos.

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29.09.11
ED. 4256

Amianto

Atenção, ONGs e demais militantes ambientais do Sul do país. A Eternit está chegando. Estuda instalar uma fábrica de telhas no Rio Grande do Sul ou no Paraná.

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29.09.11
ED. 4256

Pátria

O Pátria Investimentos procura um comprador para a sua participação na empresa de operações logísticas Veloce

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