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Planos
21.09.11
ED. 4250

Queiroz Galvão quer um banco para chamar de seu

Antônio Augusto Queiroz Galvão, presidente do Conselho de Administração e um dos principais acionistas da Queiroz Galvão, cansou-se do epíteto de exbanqueiro. Quatro anos após a venda do BGN para o BNP Paribas, o grupo está gestando a criação de um novo banco. No entanto, que ninguém pense em um revival do BGN. Os Queiroz Galvão querem passar longe do varejo, notadamente do crédito a  pessoa física, o pilar da antiga instituição. O objetivo é criar um banco focado no financiamento a  cadeia de fornecedores do grupo, notadamente da Queiroz Galvão a“leo e Gás. Na visão do clã, outras empresas do conglomerado que também poderão se beneficiar de forma mais significativa são a Queiroz Galvão Participações e Concessões e a própria empreiteira. O banco dará suporte, respectivamente, a  compra de novas operações, sobretudo no transporte rodoviário, e a  entradadaconstrutoraemgrandes obras de infraestrutura. Não obstante nascer como uma espécie de house bank, a nova instituição não ficará restrita a s fronteiras do grupo. A intenção da Queiroz Galvão é, em um segundo momento, estender as operações do banco para terceiros, sempre com foco em empréstimos corporativos.

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21.09.11
ED. 4250

Caixa Econômica

Deu cupim nos planos da Caixa Econômica de montar um colar de participações em empresas focadas no manejo sustentável de madeira. Até agora, o banco fechou apenas um acordo, com a BRWoods. As negociações com outras três empresas do setor queimaram feito lenha por conta de problemas de ordem ambiental

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21.09.11
ED. 4250

As big four e a nacionalização Á  meia-sola

A conta que levou o governo a lançar um novo modelo tributário para a indústria automotiva não fecha. Por detrás do inflamável lobby comandado por Volkswagen, Fiat, General Motors e Ford, há números que colocam em xeque o tão alardeado índice nacionalização das big four do mercado brasileiro. Segundo informações obtidas junto a uma alta fonte da Camex, mesmo com todo o cinturão de fornecedores ao redor de suas fábricas, Fiat e Ford estariam trabalhando, desde o início do ano, com uma taxa média de nacionalização da ordem de 20%. De acordo com a mesma fonte, Volkswagen e GM, por sua vez, teriam índices de 25% a 30%. Ou seja: muito abaixo dos 65% que garantirão a s empresas isenção do aumento de 30 pontos percentuais do IPI. Procurada pelo RR, a Ford garantiu que – está dentro dos 65% de itens nacionalizados exigidos pelo governo no novo regime automotivo – . A Fiat informou que opera – entre 70% e 80% – . Já a GM esclareceu que – cumpre rigorosamente o programa de conteúdo local de 65% de peças nacionais na fabricação de veículos – . A Volkswagen, por sua vez, não se pronunciou até o fechamento desta edição. Não obstante a garantia quase coletiva de cumprimento das regras de nacionalização, há um ponto nebuloso nesta história. As big four do setor estariam inflando o volume de contratações no mercado interno com serviços que nada têm a ver com a compra de equipamentos, principal justificativa do governo para o novo regime fiscal. As montadoras estariam contabilizando gastos em ações de marketing, publicidade e investimentos na área de vendas como custos desembolsados junto a fornecedores nacionais. Se comprovados, estes números deverão servir de munição para o contragolpe das empresas afetadas pela decisão do governo, leia-se as montadoras sem fábrica no Brasil. Na próxima sexta-feira, a diretoria da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) vai se reunir para decidir sua posição oficial em relação a  tunda tributária. Uma saída quase natural seria entrar com um ato de inconstitucionalidade. De acordo com a emenda constitucional de 19 de dezembro de 2003, qualquer mudança no IPI só pode entrar em vigor 90 dias após sua publicação no Diário Oficial. No entanto, a alteração do regime tributário para a indústria automotiva passou a valer imediatamente após o anúncio do governo.

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21.09.11
ED. 4250

Zambon

O laboratório italiano Zambon estuda a construção de uma fábrica própria no Brasil. O estimulante para o investimento é o aumento de 15% na receita previsto para este ano

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21.09.11
ED. 4250

Petrobras

O acordo entre Petrobras e Reliance para a construção de uma refinaria na andia ganhou um terceiro e importante personagem. Ambas estão prestes a acertar com o Banco de Desenvolvimento da China um financiamento para o projeto, orçado em US$ 1,5 bilhão. O empréstimo será condicionado a  contratação de equipamentos e serviços de indústrias chinesas

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21.09.11
ED. 4250

Brasil Pharma

A ExtraFarma, uma das maiores redes de drogarias do Norte, entrou na bula de aquisições da Brasil Pharma, leia-se BTG Pactual.

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21.09.11
ED. 4250

Amazon

Segundo relato de Jorge Paulo Lemann a um banqueiro ouvido pelo RR, ele, Marcel Telles e Beto Sicupira entraram na disputa pela compra de uma participação no Amazon. É a segunda vez que a história é soprada.

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 A vice-presidência de agronegócio que o novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, quer ver criada no BNDES tem na verdade a função de emplacar um correligionário na estrutura do banco. É bem provável que vingue. Luciano Coutinho é um bom moço. Mas só para recordar, Fibria, BR Foods, Marfrig, JBS, Maggi, Copersucar…O BNDES já é quase um banco de agronegócio.

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21.09.11
ED. 4250

Terra firme

A Telefônica vai investir cerca de R$ 120 milhões no portal Terra. O objetivo é a criação de uma empresa focada exclusivamente na geração de conteúdo audiovisual tanto para outros sites como para TVs por assinatura.

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21.09.11
ED. 4250

Recompra da ALL

A ALL já tem engatilhado um novo programa de recompra de ações para o fim do ano.

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