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Planos
13.07.11
ED. 4201

Tablet da Dell

A Dell vai anunciar em breve o início da produção de tablets no Brasil, dentro do pacote de benefícios fiscais oferecidos pelo governo. A ideia é fabricar um modelo para concorrer diretamente com o iPad, inclusive dentro da mesma faixa de preço.

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13.07.11
ED. 4201

Passaporte

A pressão dos fundos de pensão, sobretudo da Previ, deu resultado. A Secretaria de Previdência Complementar (SPC) já sinalizou que vai flexibilizar as regras para investimentos das fundações no exterior. Mas com rédeas curtas. A ideia é liberar aplicações apenas em ativos ou países com classificações de risco iguais ou superiores a s do Brasil.

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13.07.11
ED. 4201

Rumo ao urânio

Terras raras, lítio e talvez cobalto. Há uma butique mineral na Vale saindo melhor do que a encomenda. Próxima parada: a estação urânio. O governo já está quase maduro para liberar a exploração do minério, mesmo que sob sua supervisão.

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13.07.11
ED. 4201

Á flor da pele

A vida do presidente do EMS, Luiz Borgonovi, tornouse um inferno desde que o laboratório perdeu a liderança do mercado farmacêutico para o arquirrival Medley, leiase a francesa Sanofi-Aventis. Não há ansiolítico que o acalme diante das cobranças de Carlos Sanchez, controlador da companhia.

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13.07.11
ED. 4201

Á€nibus da alegria

A Comil se apresentou ao BNDES como candidata a  compra da fabricante de carrocerias Busscar, que passa por dificuldades financeiras. O interesse, no entanto, tem seu preço. Está condicionado a um considerável deságio das dívidas da empresa com o banco, um dos principais credores da Busscar

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13.07.11
ED. 4201

BNDES é o caminho mais curto entre o Marfrig e a China

 Marcos Molina e os irmãos Joesley e Wesley Batista são sócios remidos do mesmo clube. A exemplo dos controladores da JBS, o dono do Marfrig não dá um passo mais longo sem bater a  porta do BNDES. Molina está, mais uma vez, enfurnado na agência de fomento. O empresário conta com a mão amiga do banco para deslanchar o projeto de expansão do Marfrig na China. Os investimentos devem passar dos US$ 600 milhões. As conversações com o BNDES envolvem duas hipóteses: a concessão pura e simples de um novo financiamento ou o aumento da participação do banco no capital do Marfrig. Hoje, a instituição controla pouco mais de 13% do frigorífico. Trata-se de um bife bem magrinho se comparado a s arrobas que o banco detém no capital de outras empresas do setor, a começar pela própria JBS (31%). Isso para não falar da malsucedida compra de 22% do frigorífico Independência, hoje em recuperação judicial. Ressalte-se que o BNDES tem sido um personagem fundamental para o crescimento do Marfrig nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, subscreveu R$ 2,5 bilhões em debêntures da empresa, operação que permitiu a Marcos Molina comprar o controle da norte-americana Keystone Foods por US$ 1,2 bilhão. Depois de enfileirar uma sucessão de aquisições no Brasil, Argentina e Estados Unidos, Marcos Molina considera a expansão na China como um movimento fundamental para consolidar o Marfrig como uma multinacional da área de alimentos. Os planos da empresa passam pela aquisição de empresas locais e pela construção de unidades de abate e de fábricas de alimentos. Todos os investimentos serão feitos por intermédio da Keystone Foods. A empresa norte-americana já tem uma razoável operação na China – leia-se um complexo fabril na região de Shenzen onde é produzida uma vasta linha de alimentos industrializados. A rigor, o Marfrig já deu a partida em seu plano de expansão na China, ainda que, por ora, a maior parte dos investimentos esteja concentrada na área de logística. O frigorífico anunciou recentemente a criação de uma joint venture com a Cofco para a construção de seis centros de distribuição e a montagem de uma frota de veículos para o transporte de carga.

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13.07.11
ED. 4201

BTG

O BTG procura um parceiro para o lugar do BNDES na operação do Novo Pão de Açúcar. Deve ser facílimo, tendo em vista o histórico das relações de Abílio Diniz com Arthur Sendas, seus ex-executivos, sua própria família e seus atuais sócios ? o Casino e os Klein.

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13.07.11
ED. 4201

Brasil e Venezuela se misturam no etanol

Em meio a s incertezas que cercam o estado de saúde de Hugo Chávez, os governos do Brasil e da Venezuela vêm mantendo tratativas para uma parceria na produção de álcool e açúcar. As conversas têm sido conduzidas pelo Ministério de Minas e Energia, pela Casa Civil e pelo Itamaraty. A ideia é que o projeto seja capitaneado pela Petrobras e pela PDVSA. As negociações envolvem a construção conjunta de usinas nos dois países, além da instalação de um terminal portuário na Região Nordeste, voltado a  exportação de etanol para a Europa, e outro na Venezuela, de onde o combustível será distribuído para a América Central e o Caribe. O investimento deve girar em torno dos US$ 400 milhões. Além de ser impulsionado pelas relações umbilicais com a Venezuela, o governo brasileiro tem motivações de ordem geoeconômica para entrar no projeto. A associação dará a  Petrobras Biocombustível uma inserção no mercado latino-americano, mais especificamente na América Central. Tudo, muito bom, tudo muito bem, mas o projeto tem seus senões. Entre a própria diretoria da Petrobras, não falta quem olhe para a empreitada com indisfarçável descrédito. A razão é a participação da PDVSA, sempre uma caixinha de surpresas. A empresa está em baixa na estatal brasileira por conta dos sucessivos adiamentos dos aportes para a construção da refinaria Abreu Lima, em Pernambuco.

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13.07.11
ED. 4201

PepsiCo

A PepsiCo vai aumentar a capacidade de produção da Kero Kero, fabricante de água de coco comprada no ano passado. O objetivo é abastecer o mercado latino-americano.

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