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Planos
07.07.11
ED. 4197

JBS e Amparo lideram corrida por ativos da Hypermarcas

 Acostumada a comprar ativos na velocidade da luz, desta vez a Hypermarcas está causando rebuliço do outro lado do balcão. Há uma intensa disputa pelas marcas Assim (linha de sabões) e Assolan (palha de aço), colocadas a  venda pelo empresário João Alves de Queiroz Filho, o ?Junior?. O que está em jogo é um duelo por duas unidades de negócio que, somadas, faturam quase R$ 1 bilhão por ano. A JBS e a Química Amparo puxaram o gatilho primeiro. Já teriam apresentado uma oferta pelas marcas. A Amparo, controlada pela família Beira, é fabricante dos sabões e detergentes Ypê. Por sua vez, a JBS, mais conhecida pela sua atuação no mercado de carnes e pela ligação umbilical com o BNDES, tem feito pesados investimentos nas áreas de higiene e limpeza. Há dois meses, desembolsou R$ 350 milhões na aquisição dos ativos do Grupo Bertin nestes dois segmentos. O páreo não se resume a  JBS e a  Química Amparo. Correm por fora a Unilever e o fundo inglês Actis. A multinacional enxerga na operação a oportunidade de aumentar seu portfólio nos segmentos de alvejantes e de detergentes em pó, caso da Assim. A aquisição da Assolan, por sua vez, seria o bilhete para a entrada do grupo anglo-holandês no mercado brasileiro de palha de aço. Já o Actis, que administra mais de US$ 8 bilhões em ativos, entrou no duelo pelas duas marcas em nome da fabricante de produtos de limpeza Gtex. No ano passado, o private equity inglês investiu quase R$ 100 milhões na compra de uma participação na companhia paulista. A intenção do fundo é usar a Gtex como ponto de partida para a criação de uma holding no setor de higiene e limpeza, transformando-a, guardadas as devidas proporções, em uma espécie de Hypermarcas de bolso. O setor de consumo é justamente a menina dos olhos do Actis no Brasil. Também no ano passado, o fundo investiu cerca de R$ 105 milhões na compra de uma participação na rede de supermercados CDS, que atua no Paraná e em Mato Grosso do Sul. A Hypermarcas espera amealhar algo em torno de R$ 700 milhões com a venda da Assim e da Assolan. A negociação faz parte da estratégia do grupo de se concentrar nas áreas de saúde e bem-estar, desfazendo- se de ativos nos segmentos de higiene e limpeza. A Hypermarcas também vai reduzir seu portfólio no setor de alimentos. No momento, procura um comprador para a marca de atomatados Etti.

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07.07.11
ED. 4197

Sinopec

A estatal chinesa Sinochem é fortíssima candidata a se associar a  Petrobras na construção da refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, caso se confirme a mais do que prevista defecção da PDVSA.

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07.07.11
ED. 4197

Torquemada

O clima no Santander do Brasil é de inquisição. Os espanhóis estão promovendo uma caça a s bruxas na área de TI, por conta dos sucessivos problemas tecnológicos do banco no país.

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07.07.11
ED. 4197

Isca de ouro

A KKR, private equity norte- americano que administra mais de US$ 60 bilhões, estaria oferecendo um caminhão de dinheiro para que o executivo Patrice Elin assuma o comando de suas operações no Brasil. Etlin é o nº 1 do fundo Advent no país.

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07.07.11
ED. 4197

Revival

A norte-americana CMS, que vendeu seus ativos no Brasil para a CPFL em 2007, ensaia seu retorno ao país. O foco é a área de geração.

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07.07.11
ED. 4197

Camisa zero

Ronaldinho Gaúcho tornou- se o antigaroto-propaganda. Logo após a contratação do jogador, no início do ano, o Flamengo estipulou em R$ 25 milhões o valor para o patrocínio principal em sua camisa. Seis meses depois, sem encontrar nenhum parceiro, o clube carioca baixou a bola. Já está mantendo negociações na casa dos R$ 15 milhões.

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07.07.11
ED. 4197

Turbinada

A Rolls-Royce aquece suas turbinas no Brasil. Além da fábrica de turbo-geradores para plataformas que vai construir no Rio, o grupo investirá US$ 50 milhões para ampliar sua unidade de manutenção de motores industriais em São Bernardo do Campo (SP).

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07.07.11
ED. 4197

Banco do Nordeste

O novo presidente do Banco do Nordeste, Jurandir Santiago, recebeu orientação expressa do governo para abrir as torneiras do banco a projetos na área de saneamento

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07.07.11
ED. 4197

Abílio, o bom de boca do varejo

Abílio Diniz, toda vez que se auto-elogia como grande gestor, tem uma súbita crise de amnésia e ignora um executivo de cabelos loiros e egresso do BNDES que foi o verdadeiro redentor do Pão de Açúcar. Na ocasião, o mercado sabia de cor e salteado que Abílio quase levou a empresa para o vinagre. Depois, com dinheiro do Casino, empinou de vez suas quitandas. Agora, posa de gênio na Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República.

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07.07.11
ED. 4197

Da série -incrível, fantástico, extraordinário -.

Mr. Diniz quase vai a s lágrimas ao afirmar que o Casino só quer o Pão de Açúcar para vendêlo mais a  frente. Ele não cogitou a ideia há seis anos, quando foi bater a s pressas na porta do presidente do grupo francês, Jean-Charles Naouri, para negociar uma bolada de US$ 2 bilhões, dos quais US$ 1 bilhão foram diretamente para o seu bolso. a época, tampouco preocupou-se com a “desnacionalização” do setor varejista. É muita cara de pau!

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07.07.11
ED. 4197

BNDES

O ingresso do BNDES no negócio entre Pão de Açúcar e Carrefour, com a missão preferencial de coagir o Casino com sua simples presença, foi mais uma das ideias geniais de Abílio Diniz. Se o banco estatal não entrasse no imbróglio, era bem possível que Abílio tivesse o apoio da opinião pública e transformasse o episódio em um caso similar ao da tentativa de aquisição do Carrefour pelo Walmart, quando os franceses quase foram a s ruas entoando “La Marseillaise”.

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07.07.11
ED. 4197

GP Investimentos

A BHG, braço da GP Investimentos no setor de hotelaria, reservou mais de R$ 30 milhões para dar um banho de loja no Intercontinental, no Rio de Janeiro.

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