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Planos
31.03.11
ED. 4130

Soja estratégica

Motivado por questões geoeconômicas, o governo vai financiar grupos brasileiros interessados na compra de terras na Argentina destinadas ao plantio de soja. Os recursos sairão do BNDES e do BB. O objetivo é ocupar espaço diante da crescente presença de investidores chineses no país vizinho. Ogovernoquerevitar que a China ganhe um poder extra na formação de preços da soja, para não falar do risco de queda das exportações para o país asiático

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31.03.11
ED. 4130

Placebo

Não há pílula ou xarope que consiga remediar o atraso nos planos de investimento do laboratório EMS. Dificuldades na formatação de acordos fiscais estão postergando o anúncio de construção de duas fábricas, uma em São Paulo e outra em Brasília.

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31.03.11
ED. 4130

Torre de papel

Walter Torre não tem sossego. Após a venda do controle da WTorre Properties para o BTG Pactual, procura por outro André Esteves, desta vez para entrar no capital da WTorre Engenharia. Mais uma vez, está difícil para o empresário tocar o negócio sozinho.

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31.03.11
ED. 4130

Vivendi

A Vivendi tem feito forte pressão sobre o presidente da GVT, Amos Genish, para que a empresa entre na cidade de São Paulo ainda neste ano. Em tempo: Genish levou um puxão de orelhas da matriz pelas declarações de que havia risco de o projeto ficar para 2012.

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31.03.11
ED. 4130

Eletricidade

Depois do Real Grandeza, Eduardo Cunha quer esticar seus tentáculos em outro fundo do setor elétrico, o Eletros

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31.03.11
ED. 4130

JBS Friboi revira o estômago do BNDES

 O simples comunicado de compra do Banco Matone, apenas quando o negócio já estava sacramentado pela JBS Friboi, foi entendido no BNDES como ponto final de um relacionamento que já estava prestes a desmoronar. Segundo informações obtidas junto a fontes do próprio banco, a agência de fomento não engoliu o movimento feito pela JBS, que, indiretamente, se aproveitou de subsídios públicos para comprar uma instituição financeira. Nas reuniões de diretoria do BNDES realizadas nos últimos dias, sempre que houve menção ao JBS foi em um contexto de profunda insatisfação e críticas aos controladores da empresa. Dentro do banco, os irmãos Wesley e Joesley Batista são considerados hoje péssimos parceiros tanto sob o aspecto empresarial quanto humano. A cúpula do BNDES permanece defendendo tecnicamente a consolidação dos frigoríficos, mas faz meia culpa em relação a  escolha dos dirigentes da JBS, que são chamados de “enganadores” para baixo. Os diretores da agência de fomento não têm dúvida sobre a origem do vazamento de informações tratadas com os irmãos Batista em reuniões reservadas, assim como do ponto de partida dos balões de ensaio sobre fusões e aquisições no setor. Por este motivo, há muita irritação com a recorrente divulgação na imprensa sobre o projeto de compra da Sara Lee com financiamento do BNDES. A interpretação é que os Batista estariam operando os meios de comunicação para obter facilidades do banco. O BNDES elegeu a JBS como uma companhia capaz de assumir o papel de consolidador da indústria de carne bovina, não apenas no Brasil, mas também no exterior. Mais do que isso, enxergou a possibilidade de criar um conglomerado capaz de evitar uma quebradeira de frigoríficos no país e, desta forma, conter demissões em massa no setor. Dentro do banco, no entanto, a percepção é de que o tiro se voltou contra o seu próprio peito. O que tem feito a JBS senão se aproveitar do dinheiro público justamente para aumentar as taxas de desemprego na indústria de carne bovina? A empresa costuma promover uma carnificina nas empresas que adquire. Segundo dados filtrados do próprio BNDES, quase um terço dos frigoríficos comprados ou arrendados pela companhia teria sido fechado. A compra do Matone era a gota que faltava em um copo que estava prestes a transbordar há algum tempo. Não obstante a efetiva formação de um conglomerado com inserção competitiva internacional, como previa o projeto original, diversos episódios têm estilhaçado as relações entre o BNDES e a JBS. Além do incômodo do banco em ver a empresa se valer de dinheiro público para fechar frigoríficos e decapitar funcionários, houve uma questão fulcral para o azedamento da convivência entre ambos. O grupo não efetuou o IPO da JBS USA, como previa o acordo pelo qual o BNDES subscreveu quase a totalidade dos R$ 3,4 bilhões emitidos pelo grupo para financiar a compra da Pilgrim’s. Após desgastantes negociações, a companhia pagou cerca de R$ 521 milhões aos debenturistas como multa pela não abertura de capital da subsidiária norte americana. Ainda assim, no BNDES, ficou a sensação de que os controladores da JBS agiram no limiar da boa-fé com o deliberado intuito de forçar a conversão das debêntures e, consequentemente, o aumento da participação do banco no capital da empresa.

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31.03.11
ED. 4130

Toma lá, dá cá

A Petrobras está fazendo um amplo mapeamento das reservas de petróleo no pré-sal angolano. Em contrapartida, será parceira preferencial da estatal Sonagol para a exploração dos principais blocos.

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31.03.11
ED. 4130

Almirante

Antônio Palocci está debruçado sobre projeto que altera a gestão do Fundo de Marinha Mercante. No formato desenhado pela Casa Civil, o BNDES terá ainda mais poder de decisão sobre os empréstimos. O Ministério dos Transportes passará a ser uma peça decorativa no processo.

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31.03.11
ED. 4130

Barricada

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) está fechando o cerco a grupos estrangeiros interessados na exploração mineral em região de fronteira. O órgão vai estabelecer restrições até para a compra de alvarás de pesquisa, que hoje são obtidos por meio de sulcos na legislação.

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31.03.11
ED. 4130

Boquirroto

Burger King vem sendo alvo de pesados ataques nas mídias sociais na Inglaterra. Internautas têm sugerido um boicote a  empresa de Jorge Paulo Lemann e convocado pessoas para manifestações na porta dos restaurantes. É o preço da graçola feita pelo presidente da empresa, Bernardo Hees, que, em recente palestra a estudantes nos Estados Unidos, tripudiou da comida e da beleza das mulheres inglesas.

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31.03.11
ED. 4130

Pepsico

A Pepsico decidiu entrar no mercado brasileiro de suco de laranja. O investimento será de aproximadamente R$ 70 milhões.

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