Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
04.10.10
ED. 4020

JBS corta na carne e decepciona o BNDES

 A JBS Friboi será mesmo um cavalo vencedor ou uma aposta de duvidoso retorno? O BNDES procura uma resposta para o enigma. O que está em xeque é a própria política de crédito do governo para o setor. Não obstante ter possibilitado a criação de um potentado na área de carnes e alimentos industrializados, o fortalecimento da JBS via empréstimos do banco não tem gerado os efeitos esperados, notadamente no que diz respeito ao seu impacto social e ao funcionamento do próprio mercado. Segundo uma fonte do “BNDES profundo”, onde reside a essência do corporativismo da instituição, há setores do banco decepcionados com os procedimentos da JBS. A leitura é que o abate de frigoríficos e de trabalhadores tornou-se a especialidade da companhia.  Quase um terço das unidades compradas ou arrendadas pela JBS nos últimos dois anos teria sido desativado ou estaria com a produção parcialmente suspensa. De acordo com números filtrados junto ao próprio BNDES, o grupo teria demitido até 15% dos trabalhadores das unidades de abate incorporadas no mesmo período. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a JBS Friboi informou que, entre 2007 e 2010, passou de 21 para mais de 90 plantas industriais, “aumentando o quadro de colaboradores de 18 mil para mais de 50 mil”. A JBS, no entanto, tem feito sucessivas demissões nos últimos meses. A degola mais recente ocorreu há cerca de três semanas. Dispensou metade dos 700 funcionários de seu frigorífico localizado na cidade de Cáceres (MT). A expectativa na região é que os demais trabalhadores sejam demitidos até o fim do mês, com o fechamento definitivo da unidade de abate. O episódio ganhou contornos políticos e eleitorais. O governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, candidato a reeleição com o apoio do PT, pediu a intervenção do governo federal para evitar a desativação das instalações em Cáceres. O impacto local será considerável. Com o fim das atividades, cerca de R$ 500 mil mensais vão deixar de girar na economia da região. Cáceres não está sozinha. Há cerca de duas semanas, a companhia demitiu quase 200 empregados em Sidrolândia (MS). Poucos dias antes, cerca de 270 trabalhadores das cidades paulistas de Barretos, Lins e Andradina também foram mandados para a fila do seguro-desemprego. Estava escrito nas regras do jogo que a consolidação do setor de frigoríficos teria como efeito colateral a redução do número de fábricas e, consequentemente, demissões. Era o inevitável preço a ser pago para a criação de um grande grupo brasileiro no setor. No entanto, a proporção do número de frigoríficos desativados chama a atenção. Aos olhos do BNDES, a JBS estaria adotando uma tática predatória. No banco, cresce a percepção de que o grupo tem se aproveitado da fragilidade do setor para arrendar ou comprar empresas de menor porte com o objetivo de fechar frigoríficos concorrentes em áreas estratégicas, sobretudo no Centro-Oeste. O bônus vai para a conta da família Batista, por ora a grande vencedora do páreo patrocinado pelo BNDES. Os controladores da JBS se tornaram quase plenipotenciários na formação de preços do setor. É a ditadura da escala. Hoje, de cada dez abates no Centro-Oeste, sete saem de alguma planta da empresa. Já o ônus tem sido despejado na contabilidade do BNDES, alvo de críticas cada vez mais ácidas por conta de sua política de financiamento para o setor.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Banda H

Apesar do anúncio do leilão para 15 de dezembro, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, já perdeu as esperanças de realizar a licitação da Banda H ainda neste ano. Na agência reguladora, é consenso que a operação ficará para o próximo governo. Além da questão política, ainda há divergências entre a Anatel e o Ministério das Comunicações quanto a fatores de ordem técnicas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Sanepar

O governador do Paraná, Orlando Pessuti, deu a partida na enésima tentativa de armistício societário na Sanepar. A Andrade Gutierrez, no entanto, já avisou que só tem conversa se readquirir os direitos previstos no contrato original, notadamente com relação a  sua presença na gestão da concessionária. Sem isso, mantém as ações na Justiça e ponto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Ticketmaster

A Time for Fun (T4F), leia-se o empresário Fernando Alterio e o Gávea Investimentos, estuda a venda da Ticketmaster. Com a operação, a T4F espera reduzir o endividamento e pavimentar o caminho para a entrada de um novo sócio ver RR Negócios & Finanças nº 3.939.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Ida e volta

O Commerzbank vai, mas fica. O grupo, que vendeu o Dresdner Brasil para o ScotiaBank, vai abrir um escritório de representação em São Paulo até dezembro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Ferrobrás

A Valec vai ser turbinada. Ganhará autonomia financeira e autorização para ser sócia de grupos privados em ferrovias.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Além-mar

Os planos de German Efromovich para a Avianca cruzam o Atlântico. O empresário vem conversando com Fernando Pinto, presidente da TAP. Em pauta, a compra de uma participação na empresa. Não custa lembrar que o governo português já sinalizou a possibilidade de venda de até 40% da TAP com o objetivo de reduzir o déficit fiscal e se enquadrar nos limites da Comunidade Europeia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Statoil

A norueguesa Statoil está se rendendo ao etanol. Depois de muito relutar em aderir a  onda, a companhia resolveu montar no Brasil o centro dos seus negócios nessa área. Serão investidos US$ 500 milhões na pesquisa e produção do combustível.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Derrapagem

A norte-americana Hertz vai pisar no freio em seus negócios no Brasil. As perdas decorrentes da redução no valor da frota, provocada pela isenção de IPI do carro novo em 2009 e o baixo crescimento das locações, estão mudando o cenário. Cortes em pedidos a s montadoras e de pessoal estão na mesa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Dinheiro líbio

Sob os auspícios do governo de Muammar Kadhafi, uma delegação de investidores líbios vai desembarcar no Brasil em novembro. No alvo, a construção e compra de hotéis em cidades que receberão jogos da Copa de 2014.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.10
ED. 4020

Paquetá

A gaúcha Paquetá adiou sine die seus planos expansionistas no Rio de Janeiro. A abertura de lojas de calçados ficará restrita ao Sul do país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.