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Planos
10.09.10
ED. 4004

JBS Friboi e Bertin caminham para o divórcio

Reviravolta a  vista em uma das maiores operações de fusão fechadas no país nos últimos anos: a associação entre a Bertin e a JBS Friboi. A família Bertin estaria se movimentando para entrar na Justiça com o objetivo de reaver o controle das mais de 30 plantas industriais e demais ativos incorporados a  Nova Holding, empresa criada a partir da associação com a JBS Friboi. Na prática, a retomada das operações significaria o rompimento do acordo de fusão sacramentado entre as duas empresas há um ano, que criou um grupo com faturamento anual de R$ 40 bilhões e responsável por mais de 40% do abate de carne bovina no país.  A decisão da família Bertin seria motivada por discordâncias quanto ao valuation dos ativos aportados na fusão e ao descumprimento de cláusulas do acordo, notadamente no que diz respeito a  relação de troca de ações entre as duas companhias para a formação da Nova Holding. A família Batista, dona da JBS, teria exigido um aporte extra dos Bertin para que eles assegurassem a participação de 40% na nova companhia, prevista no acordo original. Procurado pelo RR – Negócios & Finanças, o Grupo Bertin informou, por meio de sua assessoria, que qualquer pronunciamento sobre os negócios da família na área de frigoríficos cabe exclusivamente a  JBS Friboi. A JBS, por sua vez, garantiu que ?não há nenhuma pendência com o Grupo Bertin e a fusão está seguindo seu rumo conforme planejado?.  A eventual disputa jurídica e a consequente reversão da fusão mudará o status empresarial da família Bertin, que deixará de ser sócia da maior processadora de carne bovina do mundo. No entanto, o problema maior deverá cair na conta da JBS Friboi. Com a ruptura, a empresa perderia boa parte da sua estrutura fabril e cerca de R$ 11 bilhões em faturamento. Mais do que isso: o distrato representaria um downgrade do grupo como o grande consolidador de frigoríficos no Brasil, posição a que foi erigido pelo próprio BNDES. Além de a JBS perder a maior empresa que incorporou, a própria Bertin voltaria a ser um candidato potencial para a compra de ativos no setor. Caso se confirme, o imbróglio com a Bertin aumentaria o recente histórico de desavenças societárias da JBS Friboi. O grupo anda a s turras com a italiana Cremonini, que quer romper a sociedade na joint venture Inalca. A própria relação entre a família Batista e o BNDES, seu grande financiador, está abalada por compra da norte-americana Pilgrim’s. A JBS teria postergado o IPO de sua subsidiária nos Estados Unidos, a JBS USA, com o objetivo de forçar o aumento da participação do banco em seu capital ? ver RR – Negócios & Finanças edição nº 3.937.

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10.09.10
ED. 4004

CEF faz um puxadinho no crédito imobiliário

A capitalização de R$ 2,5 bilhões realizada pelo Tesouro no início do mês teve seu primeiro efeito sobre as operações da Caixa Econômica Federal. Na esteira dos novos limites para a concessão de crédito, a CEF vai acelerar a liberação de empréstimos imobiliários no último trimestre do ano. A medida beneficiará, sobretudo, clientes com rendimento de até três salários-mínimos, no âmbito do programa – Minha Casa, Minha Vida. Para os últimos três meses do ano, estava prevista uma freada nos financiamentos a essa faixa de renda. Com o reforço, a expectativa da Caixa é fechar o ano com quase R$ 70 bilhões em empréstimos imobiliários, o que representará um aumento de 50% em relação a 2009. Com o aumento extra da oferta de crédito, a Caixa deverá fechar o ano com cerca de 420 mil imóveis construídos dentro do – Minha Casa, Minha Vida – para clientes com até três salários-mínimos. A meta anterior era em torno de 400 mil unidades. Dessa forma, o banco espera atender ainda neste ano uma demanda que ficaria na fila a  espera da segunda edição do – Minha Casa, Minha Vida -, prevista para 2011. O cálculo é que pelo menos metade dos empréstimos na nova fase do programa seja destinada a  população com renda inferior a três mínimos.

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10.09.10
ED. 4004

NA

A Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário estuda a construção de um empreendimento similar ao Alphaville (SP). É projeto para mais de R$ 1 bilhão.

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10.09.10
ED. 4004

O etanol de Collor

Não contente em receber uma ajuda da Petrobras, agora o ex-presidente Fernando Collor de Mello quer o braço inteiro. Após arrancar da estatal um contrato de compra de etanol do Grupo João Lyra, no valor de R$ 200 milhões, Collor estaria fazendo campanha pela entrada da Petrobras Biocombustíveis no capital das usinas. Em recuperação judicial, o grupo tem mais de R$ 800 milhões em dívidas.

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10.09.10
ED. 4004

BTG no varejo

Há um zum-zum-zum nas cercanias do BTG Pactual de que André Esteves e cia. fazem conjecturas sobre o ingresso no varejo. Será? Se for verdade, o ex-sócio Luiz Cezar Fernandes corta os pulsos. Foi por querer virar banco comercial, entre outros motivos, que ele foi ejetado do Pactual.

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10.09.10
ED. 4004

Show do milhão

O indefectível sorriso de Silvio Santos anda ainda mais largo. O SBT, que passou por maus bocados com a ascensão da Record, estima fechar o ano com um aumento de 20% na receita publicitária.

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10.09.10
ED. 4004

Santander

O Santander vai declarar guerra a  concorrência no mercado de pequenas e médias empresas. Contratou uma tropa de 400 gerentes e representantes comerciais que vão trabalhar exclusivamente na captura de clientes neste segmento.

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10.09.10
ED. 4004

Monsanto

Agricultores do Centro-Oeste, da Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso, pretendem entrar na Justiça contra a Monsanto. A empresa teria reduzido a oferta de sementes convencionais com o deliberado objetivo de forçar os agricultores a comprar produtos transgênicos, mais caros.

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10.09.10
ED. 4004

Marcopolo

Os controladores da Marcopolo, Paulo Bellini e Valter Gomes Pinto, podem polir ainda mais a sua reputação junto ao BNDES. Basta iniciar conversas, ainda que tímidas, sobre a possibilidade de incorporação da Busscar, fabricante de carrocerias a s voltas com uma séria crise financeira.

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10.09.10
ED. 4004

Banco do Brasil

O Banco do Brasil corre contra o relógio para fechar ainda neste ano um acordo de concessão de crédito com uma grande construtora e uma imobiliária presente em todo o país. No segundo caso, a parceira de preferência é a Lopes Consultoria Imobiliária. Ressalte-se que o BB já vai entrar na disputa em desvantagem em relação a um concorrente. Na semana passada, o HSBC fechou acordo similar com a BrasilBrokers.

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10.09.10
ED. 4004

Vazamento

A família Afonso, dona da Golden Cross, montou uma blitzkrieg para rastrear a origem das insistentes informações que têm surgido na mídia sobre a suposta venda da empresa. As pegadas levam a um grande e histórico concorrente. Provar é que são elas.

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10.09.10
ED. 4004

Papel-moeda

A chilena CMPC, que comprou a fábrica de celulose da Votorantim em Guaíba (RS), está colocando as últimas vírgulas em seu plano de investimentos no Brasil para 2011. A cifra vai passar de US$ 1 bilhão.

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10.09.10
ED. 4004

PDG Realty

A projeção de faturamento de quase R$ 6,5 bilhões para 2010 já não emociona mais o presidente da PDG Realty, Zeca Grabowsky. O executivo pensa 24 horas por segundo nas metas já traçadas para 2011, quando a empresa pretende romper a barreira dos R$ 10 bilhões.

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10.09.10
ED. 4004

Reforço no UBS

O UBS voltou ao Brasil com a corda toda. O ex-Standard Bank, Eduardo Centola, está assumindo o comando do banco no país com carta branca e recursos para contratar um pelotão de executivos para a área comercial e para a operação de mercado de capitais. Vão se juntar a  tropa da Link, comprada pelo UBS em abril.

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