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Planos
11.08.10
ED. 3983

Há um nervo exposto no prato do BNDES e da JBS Friboi

 Em meio a  agonia dos pequenos e médios frigoríficos nacionais e a s pesadas críticas do setor a  política do BNDES, as relações entre o banco e um de seus “cavalos vencedores”, a JBS Friboi, passam por um forte abalo sísmico. Os tremores são causados pelo comportamento de Joesley Batista, presidente e acionista da companhia. Aos olhos da própria diretoria do BNDES, o banco caminha de maneira quase inexorável para uma armadilha criada pelo empresário. Batista teria se sentado em cima do IPO da JBS USA, braço norte-americano do grupo, com o objetivo de forçar a instituição a aumentar sua participação no capital da JBS Friboi.  O impasse remonta ao início deste ano, quando o BNDES subscreveu quase a totalidade dos R$ 3,4 bilhões em debêntures emitidos pela JBS Friboi para financiar a compra da norte-americana Pilgrim?s. Pelo contrato, o grupo se comprometeu a abrir o capital da JBS USA até o fim deste ano. Com a emissão, o BNDES recuperaria parte expressiva dos recursos aportados na operação. No entanto, Batista já sinalizou ao banco que não pretende realizar o IPO. Usa como álibi as circunstâncias do mercado, hostis a  oferta de ações. Para o BNDES, não passa de um pretexto. No fim de 2009, quando o contrato foi sacramentado, a Bolsa já sofria problemas de liquidez, IPOs eram suspensos e, ainda assim, o frigorífico topou o acordo. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a JBS Friboi informou que a relação com o banco “é das mais sólidas e cordiais e não existe nenhum impasse entre os dois.” O BNDES, por sua vez, não quis se pronunciar sobre o assunto. Sem a abertura de capital, as debêntures compradas pelo BNDES serão automaticamente convertidas em ações da JBS Friboi. Há oito meses, parecia um bom acordo para ambas as partes. Hoje, é uma espada encravada na carteira de crédito do banco. Embora prevista em contrato, a operação não agrada a  agência de fomento. Sua participação da JBS Friboi saltará de 19% para aproximadamente 35%. Há hora para tudo e este talvez não seja o momento para o banco ter uma exposure tão grande em uma única empresa quando o setor está enterrado em recuperações judiciais, dívidas, fechamento de indústrias e demissões. O aumento da participação na JBS Friboi só deverá amplificar a chiadeira dos pequenos e médios frigoríficos em relação a  política do BNDES. A JBS Friboi, por sua vez, está a cavalheiro no episódio, noves fora o desgaste político. Se fizer o IPO, colocará alguns milhões de dólares no bolso. Caso contrário, manterá a JBS USA como uma empresa 100% controlada. Ao mesmo tempo, deixará o BNDES ainda mais amarrado ao seu projeto de expansão, do qual o banco tem sido o principal financiador. E, tudo isso, ressalte-se, cumprindo a  risca o contrato com a instituição.

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11.08.10
ED. 3983

NA

A indiana Shree Renuka, que pagou R$ 450 milhões para ficar com 50,3% da Equipav Açúcar e alcool, tem mais R$ 500 milhões para a compra de usinas no Brasil.

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11.08.10
ED. 3983

Projeto Brain ganha marketing de campanha

O esforço da BM&F Bovespa em levantar o projeto Brain (Brasil Investimentos & Negócios), cujo mote é a transformação de São Paulo em um centro financeiro, não tem se revertido em apoio a  proposta. Pelo menos não na dose que era esperada pela instituição e sua principal parceira na empreitada, a Febraban. O motivo mais recente para a decepção é a frieza com que os principais candidatos a  Presidência da República têm recebido a proposta. Desde o início de julho, a BM&F Bovespa já fez apresentações a Dilma Rousseff e Marina Silva. Ambas se esquivaram de apoiar publicamente o projeto ou fazer menções diretas durante a campanha. Assessores de José Serra também passaram pela cantilena sem muito entusiasmo. Na avaliação da BM&F Bovespa, um dos problemas é que a mídia ainda não abraçou o projeto Brain de maneira explícita. Por isso, a entidade pretende promover uma espécie de road show entre jornalistas, com o objetivo de gerar visibilidade na grande imprensa, além de realizar campanhas publicitárias.

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11.08.10
ED. 3983

Hora da Verdade

Agora é que Luiza Helena Trajano vai saber se tem mesmo um parceiro para todas as horas. Em busca de recursos para novas aquisições, negocia com o Capital Group o aumento da sua participação no Magazine Luiza. O fundo tem 12% do capital.

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11.08.10
ED. 3983

Madre Teresa

O desapegado Carlos Jereissati disse em um recente jantar em São Paulo que vai doar a instituições de caridade os R$ 500 mil que receberá de Luis Carlos Mendonça de Barros. O ex-ministro, que acusou o empresário de vazar gravações telefônicas durante a privatização da Telebrás, foi condenado a pagar uma indenização por danos morais.

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11.08.10
ED. 3983

Bolada

É claro que J. Hawilla, da Traffic, não ia ficar de fora dessa. Dono de emissora de TV, jornal, passe de jogador, placas publicitárias, direitos de transmissão esportiva etc., o empresário quer entrar na gestão de estádios para a Copa de 2014. Hawilla garante ter um projeto-trunfo para São Paulo, justamente a cidade que mais tem sofrido críticas de Ricardo Teixeira, amigo de Hawilla.

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11.08.10
ED. 3983

Trincheira

O governo do Maranhão anda a s turras com a peruana Minsur, que comprou a Mineração Taboca da Paranapanema em 2008. O motivo são os cortes nos investimentos na extração de estanho que já estavam acordados com o Estado.

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11.08.10
ED. 3983

EcoRodovidas

A concessionária EcoRodovias prepara uma emissão de debêntures.

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