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Planos
20.07.10
ED. 3967

JBS Friboi

 A JBS Friboi apresentou uma proposta pelo controle da norte-americana Smithfield Foods, um gigante com faturamento anual de US$ 12 bilhões e 48 mil funcionários. Além dos Estados Unidos, a empresa tem negócios no México e na Europa.

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20.07.10
ED. 3967

Energia Árabe

O empresário sírio Wafic Said, que já tem negócios no Brasil no setor imobiliário, está trazendo fundos árabes para investir em infraestrutura no país. Um dos alvos é a área de energia.

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20.07.10
ED. 3967

Cosanpa

Entrou água nos negócios da Cosanpa, empresa de saneamento do Pará. O prefeito de Belém, Duciomar Costa, quer suspender o contrato com a estatal e assumir a concessão de saneamento no município. Caso o distrato se confirme, a Cosanpa perderá parte expressiva de sua receita.

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20.07.10
ED. 3967

Itambé

Jacques Gontijo, presidente da Itambé, não quer largar o chapéu. Está se articulando para assumir o comando da indústria de laticínios que nascerá da fusão da empresa com entroleite, Confepar, Cemil e Minas Leite. As gestões, no entanto, não são simples. Os acionistas das quatro companhias defendem a contratação de um executivo forasteiro.

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20.07.10
ED. 3967

Motor desligado

A Fiat do Brasil sofreu um duro golpe doméstico. A matriz decidiu que a fábrica de Campo Largo (PR) não vai mais vender motores para a Chrysler, controlada pelo grupo. O fornecimento ficará a cargo de outras subsidiárias. A Fiat do Brasil havia feito investimentos na planta paranaense de olho no contrato.

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20.07.10
ED. 3967

Lopes inflama a disputa pela marca Patrimóvel

A iminente venda do controle da Patrimóvel para a Lopes Consultoria Imobiliária vai pôr mais combustível em um imbróglio jurídico que se arrasta há quase uma década. Em jogo, uma disputa por territórios e pelo próprio uso do nome Patrimóvel. A Lopes está mobilizando uma tropa de advogados com o objetivo de brigar na Justiça pelo direito sobre a marca em todo o Estado do Rio. O alvo da ação é o seu maior rival no mercado de corretagem imobiliária, a Brasil Brokers, dona da Patrimóvel Niterói. O contencioso remete a 2002, quando os então sócios e hoje ferrenhos desafetos Rubem Vasconcelos e Plínio Serpa Pinto desfizeram a parceria que durava dez anos. Na cizânia, Vasconcelos assumiu o controle da Patrimóvel no Rio de Janeiro, que está sendo negociada para a Lopes. Serpa Pinto, por sua vez, ficou com a Patrimóvel Niterói. Em 2008, vendeu 100% da empresa para a Brasil Brokers e permaneceu apenas na presidência da imobiliária, função que costuma acumular com o figurino de cartola de futebol ? tem diversas passagens pela diretoria do Flamengo. A venda da empresa é exatamente o estopim para a nova contenda. Segundo o RR – Negócios & Finanças apurou, a Lopes entende que o contrato de separação de ativos firmado entre Vasconcelos e Serpa Pinto determina a perda da marca Patrimóvel em caso de venda do controle integral de qualquer uma das duas imobiliárias. Esta seria uma das razões pelas quais o grupo está adquirindo de Vasconcelos apenas 51% das ações da Patrimóvel. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a Lopes informou “desconhecer qualquer nova movimentação jurídica” em relação a  Patrimóvel. A Brasil Brokers não se pronunciou até o fechamento desta edição. A Lopes Consultoria Imobiliária mira na femoral de sua maior concorrente. A perda do nome Patrimóvel representaria um duro golpe para a operação da Brasil Brokers no Rio de Janeiro. A Lopes passaria a ter o direito de usar a tradicional marca não apenas em Niterói, mas também na Região dos Lagos e, sobretudo, no Norte Fluminense, que deverá ter um boom imobiliário na esteira do pré-sal. A região, inclusive, já é alvo de uma disputa jurídica entre as duas corretoras. A BR Brokers/ Patrimóvel Niterói alega que Vasconcelos quebrou o pacto de não invasão territorial firmado na cisão entre as duas imobiliárias. Há cerca de três anos, o empresário passou a atuar em Macaé, cidade que, pelo acordo, seria de exclusividade da Patrimóvel Niterói. Vasconcelos garante não ter usado a marca Patrimóvel, mas, sim, uma nova empresa, a Rubem Vasconcelos Imóveis. Aos olhos da BR Brokers, a companhia seria apenas uma cortina de fumaça. Na prática, Vasconcelos estaria usando corretores e instalações da própria Patrimóvel para vender imóveis em Macaé.

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20.07.10
ED. 3967

NA

A companhia aérea uruguaia Pluna, que acaba de sair de uma longa reestruturação, estuda emitir BDRs na Bovespa. A operação deverá decolar em 2011.

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20.07.10
ED. 3967

Linde parte com todo o gás na direção da IBG

A disputa pela vice-liderança do mercado brasileiro de gases industriais terá novos capítulos. A alemã Linde, dona da Aga, estaria negociando a compra da paulista Indústria Brasileira de Gases (IBG). Com a aquisição, passaria de 13% para 16% de market share. Com este percentual, a Linde voltará a  briga pela segunda posição no ranking ? o que, na prática, significa a liderança do setor entre os meros mortais, uma vez que a White Martins, com seus 60% de market share, é inalcançável. O grande rival dos alemães é a francesa Air Liquide, que detém 18% do mercado. Para a Linde, a compra da IBG é o chamado jogo de seis pontos. A empresa paulista é uma das últimas indústrias do setor capazes de fazer diferença no ranking que ainda não caiu nas mãos de grupos internacionais. A estiagem de ativos levou a própria Air Liquide a apostar suas fichas no crescimento orgânico. Até 2011, a empresa vai construir 16 plantas industriais, chegando ao total de 51 em todo o país. Há ainda um projeto pré-aprovado pela matriz que prevê a instalação de outras 20 fábricas até 2013. Os franceses têm como meta atingir até 25% de market share nos próximos cinco anos.

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