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Planos
09.03.10
ED. 3910

Futuro da Inepar gira na roleta russa das Bolsas

Há uma forte expectativa no mercado em relação a  teleconferência que a Inepar Indústria e Comércio fará hoje, a partir das 10 horas. A rigor, o tema principal do webcast vai ser o balanço de 2009. No entanto, no que depender dos minoritários e analistas de investimento, o assunto será um só: o futuro societário da companhia. Nas últimas semanas, a Inepar tornou-se alvo de um intenso tiroteio de informações sobre mudanças societárias ? alguns dos cartuchos, inclusive, estariam sendo disparados por uma gestora de recursos com significativa participação no capital. A troca de chumbo tem provocado bruscas oscilações do papel na Bolsa. No período entre janeiro e março, houve picos de valorização na casa dos 30%. Ressalte-se que no acumulado dos últimos 12 meses, as ações preferenciais caíram 60%. As sístoles e diástoles do papel se intensificaram a partir da saída da BNDESPar do bloco de controle da Inepar, em fevereiro, vista como a peça que faltava para a reestruturação da holding. Chumbo cruzado a  parte, o RR – Negócios & Finanças apurou que Atilano Oms Sobrinho pretende retomar a venda de parte da Inepar para um fundo de investimento, ideia que ficou em banho-maria por conta da arrastada negociação com a BNDESPar. O empresário reduziria a  metade sua participação, hoje em torno de 60% do capital ordinário. Tomando-se como base a cotação das ações ON, Atilano poderia arrecadar quase R$ 400 milhões na operação. Ressalte-se que o empresário também busca um sócio para a subsidiária Iesa a“leo & Gás. O candidato mais forte é a australiana Macquarie Capital ? ver RR edição nº 3.5858. Impulsionada pela própria Iesa a“leo & Gás, a Inepar holding vive seu melhor momento em quase uma década. Entre janeiro e setembro do ano passado, a receita chegou a R$ 850 milhões, alta de 25% sobre igual período em 2008. No entanto, a companhia se ressente da ausência de um sócio com maior musculatura financeira. Além disso, ainda carrega sobre os ombros uma dívida de R$ 750 milhões, a maior parte decorrente de um empréstimo do BNDES e de uma emissão de debêntures.

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09.03.10
ED. 3910

NA

Tem alvo novo no radar de Andre Esteves. Trata-se da mineira Bretas, quinta maior rede de supermercados do país, com faturamento anual em torno de R$ 2 bilhões.

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09.03.10
ED. 3910

Laboratórios vencem duelo com Anvisa

O imbróglio em torno do projeto de criação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos teve uma reviravolta. Há cerca de duas semanas, em reunião com executivos da indústria farmacêutica, o diretor geral da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, sinalizou a derrubada de um dos pontos mais polêmicos da proposta: a implantação de uma etiqueta holográfica na qual seria aplicado o código de barras com as informações sobre o medicamento. A expectativa das empresas é que exclusão do selo seja oficializada nos próximos dias. Na prática, a mudança já foi assimilada pelas empresas. Os estudos tecnológicos para a implementação do sistema de rastreamento já contemplam a impressão direta do código de barras na embalagem. Trata-se de uma vitória dos laboratórios na queda de braço com a Anvisa. A indústria farmacêutica fez grande pressão contra o selo, que imporia ao setor um custo anual de R$ 500 milhões ? ver RR – Negócios & Finanças edição nº 3.814. Não por coincidência, a mudança ocorreu imediatamente após a saída do ex-ministro Agnello Queiroz da diretoria da Anvisa. Queiroz, principal defensor do selo, deixou o cargo em 2 de abril para concorrer ao governo do Distrito Federal. No dia seguinte, os laboratórios começaram a ser convocados para a reunião na Anvisa. Em tempo: a mudança é uma má notícia para a Casa da Moeda e a francesa Arjo Wiggins, escolhidas para a confecção da etiqueta. Como prêmio de consolação, talvez as duas empresas possam trocar os frascos de comprimidos por garrafas de boa cepa. Corre no governo um projeto para a criação de um sistema de rastreamento de vinhos e congêneres alcoólicos.

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09.03.10
ED. 3910

Terremoto

A Gerdau está diante de um problema político de razoáveis proporções no Chile. A tentativa da subsidiária Gerdau Aza de majorar os preços do aço tem sido vista como um ato oportunista pelo governo local. Ela coincide com o aumento da demanda pelo produto, decorrente da reconstrução das áreas afetadas pelos recentes terremotos. O governo chileno já acenou com represálias a  Gerdau Aza, a começar pela suspensão de financiamento público.

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09.03.10
ED. 3910

José Dirceu

José Dirceu, que nunca foi de dispensar clientes, recusou recentemente dois contratos de consultoria ? um deles com uma empresa de telecomunicações asiática. Deve ser a faina na campanha de Dilma Rousseff.

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09.03.10
ED. 3910

Iberostar

A espanhola Iberostar reservou R$ 1 bilhão para a construção de condomínios residenciais de alto luxo no país. O primeiro ficará na Praia do Forte, no litoral norte da Bahia. O segundo, em Pernambuco.

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09.03.10
ED. 3910

JBS no etanol

A JBS Friboi, que já tem um pé no setor de biodiesel, planeja investir na produção de etanol.

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09.03.10
ED. 3910

Bônus do Itaú

O Itaú pretende realizar ainda neste ano uma nova emissão de bônus no valor de US$ 1 bilhão, a exemplo do lançamento feito no início de abril. A dupla de coordenadores será a mesma: Goldman Sachs e Morgan Stanley. Não custa lembrar que o Conselho do Itaú já aprovou a emissão de até US$ 10 bilhões em bônus.

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09.03.10
ED. 3910

Infraestrutura

O Santander está montando um novo fundo internacional para investir em infraestrutura no Brasil.

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09.03.10
ED. 3910

Pão de Açúcar estaciona no caixa do Prezunic

Após fisgar dois cetáceos do varejo ? Ponto Frio e Casas Bahia ?, Abílio Diniz pretende retomar a pescaria de peixes mais miúdos. O objetivo é reforçar a operação supermercadista do grupo, que acabou relegada a segundo plano com os investimentos no setor de eletroeletrônicos. O projeto passa pela compra de redes de médio porte em regiões vistas como calcanhar de aquiles no mapa do Pão de Açúcar. Uma das prioridades é o Rio de Janeiro, onde Abílio enfrenta a relativamente baixa rentabilidade da Sendas. O primeiro nome na lista é o Prezunic, controlado pela família Cunha. A empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 600 milhões. O Prezunic é a sétima maior rede de supermercados do país. Com 30 lojas, encerrou 2008 com faturamento em torno de R$ 1,5 bilhão ? os números de 2009 ainda não foram fechados. A família Cunha, sobrenome tradicional no varejo do Rio de Janeiro, é campeã em fazer bons negócios no setor. Há cerca de uma década, vendeu, de uma só vez, três redes para o Carrefour ? Rainha, Dallas e Continente. Colocou cerca de US$ 400 milhões no bolso e, com parte destes recursos, abriu o Prezunic. O Grupo Pão de Açúcar tem uma presença significativa no Rio, com 101 lojas. Apenas nove delas levam a bandeira Pão de Açúcar. A maior parte da operação está pendurada na marca Sendas. São 71 lojas em todo o estado, que estão longe de encher os olhos exigentes de Abílio Diniz. Ao investir sobre o Prezunic, o Pão de Açúcar busca não apenas aumentar o número de lojas, mas, sobretudo, alavancar sua performance no Rio de Janeiro. Em termos de receita por loja, a rede da família Cunha dá um banho na bandeira Sendas. Em 2008, teve faturamento médio de R$ 50 milhões por supermercado. Não obstante o sucessivo aumento das vendas nos últimos anos, cada loja da Sendas faturou algo em torno de R$ 20 milhões em 2008. Não por acaso, a família Cunha vem sendo assediada pelos grandes do varejo. No ano passado, teria sido sondada pelo Wal-Mart.

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09.03.10
ED. 3910

NA

Apesar dos tempos bicudos que a Aracruz ? agora Fibria ? tem enfrentado, José Safra não se conforma de estar de fora do negócio. Diz que, se pudesse voltar no tempo, não saía.

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09.03.10
ED. 3910

PDVSA quer boa vida na refinaria Abreu Lima

Há faíscas na construção da refinaria Abreu Lima, em Pernambuco. Com a bola já rolando, a PDVSA quer mudar as regras do jogo no que diz respeito aos aportes previstos no projeto, orçado em US$ 8 bilhões. Os venezuelanos estão tentando mudar as cláusulas do contrato original. Já acenaram, inclusive, com uma proposta ? se é que se pode usar este termo ? inusitada. A PDVSA quer que a estatal brasileira arque com todos os investimentos durante os dois primeiros anos de construção. Só, então, iniciaria o desembolso referente a  sua participação no capital, de 40%. Na “oferta” dos venezuelanos, não há qualquer clareza se os seus aportes seriam retroativos, ou seja, cobririam o período de carência de dois anos. Não obstante a boa relação entre os governos de Lula e Hugo Chávez, o assunto caminha para um impasse. No início de março, teria ocorrido uma reunião entre dirigentes da Petrobras e da PDVSA para tratar da questão. Os venezuelanos alegaram dificuldades de cumprir o acordo, o que foi visto pela estatal brasileira como puro jogo de cena e mais uma tentativa de fazer pressão por mudanças no contrato.

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09.03.10
ED. 3910

Dez milhões

Lula deverá presentear a ministra-candidata Dilma Rousseff com o número redondo de 10 milhões de empregos. O governo espera cravar a marca até setembro, no mais tardar. Hoje, já está por 800 mil empregos. E pensar que ninguém acreditava.

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09.03.10
ED. 3910

Terrir

Do ex-ministro Maílson da Nóbrega a seu companheiro de poltrona na ponte aérea da TAM das 15h15 de ontem: “É até bom que o Brasil seja mesmo exportador de commodities e não de produtos de maior valor agregado porque, senão, fariam o maior escarcéu para que houvesse um controle do câmbio e do movimento de capitais. Tem muito cepalino ainda vivo por aí, infelizmente”. Ao terminar a declaração, Maílson deu um risinho sinistro, mostrando os caninos.

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09.03.10
ED. 3910

Castelinho de areia

Mesmo após a rescisão do contrato, o TCU continua achando coisas de arrepiar no acordo entre a Infraero e a Camargo Corrêa para reforma do aeroporto de Vitória (ES). Logo, logo, vaza.

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09.03.10
ED. 3910

Capitão Belini

Pode ser promessa de “campanha”, mas o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, que assumirá o comando da Anfavea em abril, promete azucrinar o governo para reduzir o IPI dos automóveis. Em ano eleitoral? Boa sorte!

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09.03.10
ED. 3910

Aço derretido

A Whirlpool prepara um “chega pra lá” nas siderúrgicas brasileiras. A Embraco, sua subsidiária, deverá importar aço da China, aproveitando contratos fechados pela matriz.

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09.03.10
ED. 3910

Zaffari

A Zaffari estuda construir mais um shopping center em São Paulo. O grupo gaúcho é dono do shopping Bourbon.

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