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Planos
05.03.10
ED. 3908

GP é alvo de rebelião dos credores da San Antonio

A San Antonio International está prestes a se tornar uma mancha na biografia de fortuna e prosperidade da GP Investimentos. Os bancos credores se movimentam para tomar, por via judicial, o controle da empresa, algo que não combina com a história da gestora de private equity. O objetivo é assumir a participação da GP, dona de 55,3% do capital, reestruturar a companhia e buscar um novo controlador. É provável também que os bancos avancem sobre a fatia dos minoritários ? a Amber Investment e o Temasek, fundo soberano de Cingapura. O principal artífice da intentona seria o Citibank, maior credor individual da prestadora de serviços para a indústria petroleira. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a GP não quis se pronunciar. Do passivo da San Antonio, superior a US$ 700 milhões, quase US$ 600 milhões se referem a um empréstimo-ponte liderado pelo Citi. Em uma operação de compra alavancada, ainda pouco usual no Brasil, os recursos foram usados para financiar a própria venda da companhia para a GP. Além do Citi, a lista de credores da San Antonio é formada por Credit Agricole, Standard Bank, Itaú BBA e Deutsche Bank. Estes dois últimos emprestaram cerca de US$ 100 milhões a  San Antonio como adiantamento ao IPO da empresa, que ocorreria em 2008. Veio a crise mundial e a emissão de ações foi para o espaço. Desde então, os dois bancos, que coordenariam a abertura de capital, tentam, sem sucesso, reaver o dinheiro. Para os bancos credores, assumir o controle da San Antonio significa arrancar do pescoço da GP todo o colar de participações que a gestora de private equity montou no setor a partir de 2007. A lista de aquisições inclui Prest, HK, Unap e, a maior de todas, a Sotep, que custou aproximadamente US$ 110 milhões. Desde o início, a GP apostou alto no pré-sal, não por acaso enfeixando na San Antonio empresas com uma significativa carteira de encomendas junto a  Petrobras. Na teoria, tudo indicava mais um investimento blockbuster da gestora de private equity. No entanto, o timing não ajudou. O pré-sal ainda é um ponto futuro. Além disso, a San Antonio foi afetada pela crise mundial e a consequente redução dos investimentos no setor petroleiro. Desde 2008, estaria operando com uma capacidade ociosa perto de 40%.

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05.03.10
ED. 3908

NA

O Bertin vive seu inferno astral. Além de toda a celeuma decorrente do projeto Belo Monte, o consórcio que vem sendo montado pelo grupo para a licitação do trem-bala Rio-São Paulo está prestes a sofrer uma baixa de peso. A sul-coreana Hyundai deverá pegar o boné para se juntar a uma grande construtora brasileira.

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05.03.10
ED. 3908

Dilma e Serra em noite de Poliana

Quem compareceu a  festa de arromba da professora Maria da Conceição Tavares, no último sábado, teve a sensação de estar assistindo ao nascimento do “PTSDB”. Dilma Rousseff e José Serra, como que fossem aliados, celebraram a convergência de pontos de vista e sorriram, um para o outro, o tempo inteiro em que estiveram juntos. O economista João Manuel Cardoso de Mello chegou a comentar com sua voz tonitruante: “Parece até que estamos assistindo a uma disputa no parlamento inglês. Que coisa civilizada”. Provocados, em momentos distintos, sobre o tom da campanha, ambos disseram que ela se dará no nível mais elevado já assistido neste país. Serra, inclusive, ressaltou:” Eu nunca, mas nunca mesmo, ofenderia a Dilma”. Na hora das fotos com a aniversariante anfitriã, mais um momento de desembaraço e boa convivência, com sorrisos largos de um lado e de outro. Um dos convivas, perplexo com tanta leveza e bom humor, alertava alguns presentes: “Não se iludam, não é a Dilma, nem o Serra. São clones do Lula com o corpo de ambos”.

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05.03.10
ED. 3908

Hilton no Méridien

Reviravolta no destino do antigo prédio do Méridien, no Rio de Janeiro. A norte-americana Hilton negocia a compra do imóvel, há apenas um ano nas mãos da espanhola Windsor. O grupo norte-americano está disposto a desembolsar cerca de R$ 250 milhões na aquisição e reforma do edifício.

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05.03.10
ED. 3908

Diário Oficial

Franklin Martins pretende acionar um jornalista popstar para comandar as pesquisas e escrever um livro sobre como a imprensa deturpou ou reproduziu fora de contexto as declarações do presidente Lula.

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05.03.10
ED. 3908

JBS Friboi

 Depois da compra da Pilgrim’s, a JBS Friboi tem sido vista como a salvação da lavoura para os frigoríficos norte-americanos. Nos últimos dois meses, mais de uma dezena de empresas foi oferecida ao grupo. Apenas uma ou duas abriram o apetite da JBS.

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05.03.10
ED. 3908

Daslu

Eliane Tranchesi, dona da Daslu, tem passado seus dias trancada em intermináveis reuniões com advogados peritos em recuperação judicial.

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05.03.10
ED. 3908

Carro na Bolsa

A portuguesa Sag Gest prepara o IPO da Unidas Rent a Car na Bovespa. A intenção é vender até 25% das ações ordinárias. A empresa, ressalte-se, tem meio caminho andado na direção da Bolsa. Já possui registro de companhia aberta.

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05.03.10
ED. 3908

Novo terminal

A Marubeni pretende construir um terminal portuário em Santa Catarina. É mais um indício da disposição dos japoneses de vender sua participação de 25% no Terlogs, uma associação com a Agrenco em São Francisco do Sul (SC).

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05.03.10
ED. 3908

Venda da Ampla está cheia de fios desencapados

A viagem do presidente da Cemig, Djalma Morais, a  Itália para negociar a compra da Ampla periga ser uma enorme perda de tempo e de dinheiro. Pelo menos no que depender dos antigos controladores da Endesa, hoje acionistas minoritários da companhia. A venda da distribuidora fluminense esbarra nos atritos entre os sócios do grupo espanhol, um fio difícil de ser encapado. De acordo com uma alta fonte da Cemig no Brasil ouvida pelo RR – Negócios & Finanças, existe uma forte pressão dos sócios espanhóis contra a operação arquitetada pela Enel. Os italianos querem se desfazer não apenas da Ampla, mas de todos os ativos da Endesa no Brasil, que incluem ainda a Coelce, a Cien, a hidrelétrica de Cachoeira, em Goiás, e a termelétrica Fortaleza. Não obstante deter menos de 10% da Endesa, este grupo de acionistas espanhóis não é formado por simples minoritários. Na condição de ex-participantes do bloco de controle, eles têm poder para interferir em decisões estratégicas graças a uma série de amarras contratuais que foram criadas na venda da companhia para a Enel. As faíscas em torno da negociação da Ampla não ficam restritas a s fronteiras societárias da Endesa. A operação é um assunto de Estado. Depende também de uma intrincada costura diplomática entre Itália e Espanha. Por conta da complexa fiação societária do grupo, o governo espanhol ainda mantém influência nos destinos da Endesa. O gabinete de José Luis Zapatero já sinalizou ser contrário a  venda da Ampla e, mais ainda, de todos os ativos do grupo no país. Para os espanhóis, deixar o promissor mercado brasileiro é um equívoco do ponto de vista geoeconômico. A percepção é que a Enel não está pensando de maneira estratégica e seu único objetivo, de curtíssimo prazo, é cobrir perdas financeiras na Europa. Não custa lembrar que existem arestas nas relações entre os governos de Espanha e Itália por conta de outra negociação envolvendo dois dos maiores símbolos empresariais de cada país: Telefónica e Telecom Italia. Por conta desta eletrificada relação com os espanhóis, a Enel tem feito jogo de cena. Há cerca de um mês enviou um comunicado a executivos da Endesa no Brasil desmentindo o interesse em vender a Ampla e os demais ativos e deixar o país. Fez também uma tour de force na imprensa com o mesmo objetivo. Pura dissimulação. De acordo com a mesma fonte, nos bastidores, os italianos têm se articulado para forçar a aprovação da venda da Ampla na próxima reunião do Conselho da Endesa, em Madri. Talvez Djalma Morais seja obrigado a incluir a capital espanhola em sua ida a  Europa.

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05.03.10
ED. 3908

NA

Com as portas da TV Globo fechadas por causa do acordo com sua concorrente Sony, a Panasonic negocia com a Record uma parceria tecnológica para transmissões em 3D.

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05.03.10
ED. 3908

CMPC organiza sua papelada no Brasil

Após fazer dois grandes investimentos em sequência no Brasil ? a compra da Melhoramentos Papéis e de uma fábrica de celulose da Fibria no Rio Grande do Sul ? a chilena CMPC não vai ter tempo nem para respirar. Há planos distintos para cada uma das operações. Do lado da Melhoramentos, os esforços dos chilenos vão se concentrar na repactuação da dívida da empresa, de quase R$ 300 milhões. A CPMC já começou a convocar os bancos credores para o alongamento do passivo financeiro, na casa dos R$ 90 milhões. O restante se refere basicamente a dívidas fiscais, parcela expressiva já renegociada no âmbito do Refis. Em relação a  fábrica no Rio Grande do Sul, leia-se a Celulose Riograndense, a CMPC vai abrir o cofre. A prioridade é a ampliação da unidade industrial de 450 mil para 1,8 milhão de toneladas ao ano. A maior motivação é a recuperação dos preços internacionais da celulose ? a fábrica exporta mais de 95% da produção. O projeto, concebido ainda nos tempos da Fibria, está orçado em aproximadamente US$ 3 bilhões. Os chilenos acham caro. Pretendem contratar um novo estudo de viabilidade, com o objetivo de reduzir este valor em até 20%.

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05.03.10
ED. 3908

Freio de mão

O governo ressuscitou a ideia de condicionar empréstimos oficiais ao compromisso de redução da remessa de lucros ao exterior. O alvo de sempre é a indústria automobilística, que, no ano passado, exportou US$ 2,1 bilhões em divisas para suas respectivas controladoras. Má notícia, por exemplo, para a GM. A empresa aguarda, ansiosa, a liberação de um financiamento do BNDES que pode chegar a R$ 500 milhões.

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05.03.10
ED. 3908

Laboratórios

O private equity norte-americano Burrill pretende comprar participações em laboratórios farmacêuticos no Brasil.

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05.03.10
ED. 3908

Puro aço

A futura siderúrgica da Vallourec Sumitomo em Minas Gerais nem saiu da prancheta e o grupo já pensa na ampliação do projeto. A ideia é elevar a capacidade de um milhão para 1,5 milhão de toneladas de barras de aço ao ano. A Vallourec Sumitomo já garantiu um financiamento do BNDES de R$ 450 milhões.

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05.03.10
ED. 3908

Braços dados

A Funcef é forte candidata a se associar ao Village Mall, shopping voltado a  classe A que a Multiplan está construindo na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

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05.03.10
ED. 3908

Resort das Arábias

O grupo IFA Hotels, do Kuwait, pretende construir um resort no Nordeste. Bahia e Ceará estão no páreo.

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