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Planos
10.02.10
ED. 3891

JBS Friboi esquenta seu leite em Minas Gerais

 Paralelamente a s idas e vindas nas negociações com a Itambé, a JBS Friboi prepara um arrastão entre empresas de médio porte da área de laticínios. Dois dos principais alvos estão em Minas Gerais: Embaré e Marília, marcas tradicionais do setor. No caso da Embaré, a JBS já teria mantido conversações com os controladores, a família Antunes. A empresa tem um faturamento anual na casa dos R$ 500 milhões. O maior objetivo da JBS é fortalecer sua operação industrial no estratégico mercado mineiro ? o grupo tem duas fábricas no estado, em Lavras e São Gonçalo do Sapucaí. A Embaré é dona de um grande complexo industrial na cidade de Lagoa da Prata. Há pouco mais de um ano, investiu cerca de R$ 65 milhões em uma nova fábrica de leite em pó, seu principal negócio. O produto é responsável por 70% da receita total. Parte expressiva das vendas vem do Nordeste, onde a companhia detém 20% do mercado. No entanto, a Embaré é mais conhecida do grande público pelos seus pequenos caramelos.  Por sua vez, a Marília, controlada pela família Hosken, tem uma fábrica em Carangola com capacidade para processar 80 mil litros de leite por dia. A JBS, no entanto, não olha para o presente, mas, sim, para o futuro da companhia. A fabricante está ampliando sua capacidade de produção para cerca de 200 mil litros diários. É apenas parte da ordenha. A JBS conhece a estrutura industrial da Marília de cor e salteado e entende que é possível ampliar a produção para 400 mil litros por dia. Tanto a Marília quanto a Embaré se encaixam na estratégia da JBS de investir em empresas fortes no beneficiamento de leite e, sobretudo, na produção de derivados. O presidente do grupo, Joesley Batista, já descartou a possibilidade de aquisições no segmento de longa vida, caso da Parmalat. O JBS vai também ampliar a operação de laticínios herdada com a compra do Bertin. Boa parte das fichas será concentrada na Vigor, marca mais forte do seu portfólio. Já há um projeto para a ampliação da capacidade da empresa. Além disso, as novas aquisições no setor serão feitas por meio da Vigor.

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10.02.10
ED. 3891

NA

A ALL está pressionando a ANTT. Quer derrubar a exigência de que as concessionárias tenham um grupo de controle definido. A norma está impedindo a ALL de converter suas ações preferenciais em ordinárias e, ato contínuo, migrar para o Novo Mercado.

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10.02.10
ED. 3891

GP deságua no setor de saneamento

A GP Investimentos está mapeando uma série de projetos na área de infraestrutura. A gestora planeja montar um Fundo de Investimentos em Participações (FIP), com potencial de captação estimado em até R$ 2,5 bilhões. Os recursos virão, predominantemente, de investidores europeus, norte-americanos e asiáticos. O foco principal é a compra de participações em empresas de saneamento. As ofertas de negócio, aliás, têm chegado a  GP sem que seus executivos precisem sair da cadeira. Empresas de pequeno porte do setor e prefeituras vêm procurando a gestora de private equity. Na maioria dos casos, são municípios do interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais que não estão dispostos a renovar o contrato de concessão com as respectivas companhias estaduais ? Sabesp, Cedae e Copasa. Projeções feitas pela GP apontam para a compra de até 40 concessões no primeiro ano. Se este número for atingido, a empresa se tornará a maior investidora privada do setor de saneamento do país, superando a aguas do Brasil, dona de concessões no Rio de Janeiro. Automaticamente, vai se tornar um potencial candidato para a compra de concessionárias estaduais do setor. A operação seguiria uma cartilha semelhante a  adotada no setor de energia elétrica, vide a compra da Cemar. O fundo teria como foco a aquisição de empresas com problemas de gestão e pressionadas por dívidas.

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10.02.10
ED. 3891

Carrefour

O Carrefour vai criar um braço imobiliário no Brasil, nos moldes da GPA Malls, de Abílio Diniz. A empresa não só reunirá os supermercados e hipermercados do grupo no país como investirá na construção de shoppings e edifícios comerciais. O Carrefour já fechou um acordo com a Gafisa e a Rossi e conversa com outras duas grandes construtoras.

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10.02.10
ED. 3891

Call center

O empresário Marcos Ribeiro Leite tem pensando com seus botões na possibilidade de venda do braço de call center da CSU. Candidatos não faltam. Dedic, da Portugal Telecom, e Tivit, leia-se Votorantim, já teriam manifestado interesse.

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10.02.10
ED. 3891

Olho em 2011

Wagner Pinheiro, presidente da Petros, acha que uma diretoria da Petrobras lhe cairia muito bem no eventual governo Dilma Rousseff.

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10.02.10
ED. 3891

Zona Franca

Sinal dos tempos. A Superintendência da Zona Franca de Manaus contabiliza dez processos simultâneos para a abertura de fábricas. Se todas forem instaladas ainda neste ano ? e as possibilidades são grandes ? será um recorde em mais de uma década.

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10.02.10
ED. 3891

Pirâmide

A norte-americana Amway ? tanto para o bem quanto para o mal, um ícone do setor de vendas diretas ? está insatisfeita com seus resultados no Brasil. As vendas em 2009 cresceram apenas 10%, metade da meta projetada.

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10.02.10
ED. 3891

Solidão da Nextel

A Nextel vai entrar sozinha no leilão da Banda H. Não será por falta de tentativas. A empresa bem que tentou arrumar um parceiro.

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10.02.10
ED. 3891

Wal-Mart atira com vários calibres no Pão de Açúcar

O Wal-Mart está se pintando para a guerra. Os herdeiros de Sam Walton preparam uma reação ao salto do Pão do Açúcar no varejo brasileiro. Os norte-americanos estão debruçados sobre diversas possibilidades de aquisição no país. As hipóteses sobre a mesa vão de movimentos extremamente ousados, capazes de virar pelo avesso o varejo no Brasil, a investidas mais óbvias e conservadoras. Informalmente, os planos do Wal-Mart respeitam a seguinte hierarquia: I. O movimento mais audacioso seria justamente uma oferta pelos ativos do Casino no Brasil. Este passo transformaria o Wal-Mart em sócio do Pão de Açúcar. Ou, controlador. Tudo depende do que está escrito em um dos mais insondáveis contratos empresariais de que se tem notícia. Tudo é mistério no acordo entre o grupo francês e Abílio Diniz. Qual a participação do Casino? São os franceses que têm uma opção de compra da parte de Abílio ou Abílio, uma opção de venda para os franceses? Qual é a data para o exercício do put? Abílio permanece na gestão mesmo se vender sua participação? Enigmas a  parte, o Wal-Mart provocaria um terremoto no varejo brasileiro. Passaria a ter quase R$ 60 bilhões de faturamento anual. E o Cade? Bem, o passado recente tem mostrado que o Conselho não chega a ser um obstáculo irremovível para a consolidação de grandes grupos empresariais, vide a própria associação entre Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia. II. Descendo na escala de audácia, outra investida em pauta é a propalada aquisição dos ativos do Carrefour no Brasil. Os norte-americanos passariam a ter R$ 35 bilhões de faturamento no país, aproximando-se do Pão de Açúcar. Trata-se, no entanto, de uma operação complexa, quase uma cirurgia de nervo óptico. Além de um símbolo francês, o Carrefour é quase uma paraestatal, como, de resto, todos os grandes grupos locais. Vender a subsidiária brasileira para o Wal-Mart seria entregar aos norte-americanos uma operação estratégia do ponto de vista geopolítico. A aquisição exigiria uma negociação praticamente de Estado para Estado. É bem verdade que o Wal-Mart tem um pistolão no governo norte-americano. Hillary Clinton foi, por muitos anos, advogada do grupo. III. A terceira opção seria a aquisição do Makro. A rede holandesa vive a eterna síndrome da Dow Chemical. Volta e meia, é alvo de especulações de que está deixando o país. A empresa passa por um momento conturbado. A pressão da SHV por melhores resultados no Brasil resultou na saída de Rubens Batista Junior, substituído no comando da rede varejista pelo venezuelano Roger Laughlin. Outro fator que empurra o Makro na direção do Wal-Mart é a semelhança entre suas operações. O ponto de partida do grupo norte-americano no país foi o modelo de atacarejo, com a bandeira Sam?s Club. IV. Por fim, diante da impossibilidade de execução de projetos de maior arrojo, restaria ao Wal-Mart partir na direção de empresas menos votadas. Um dos alvos seria a maior das menores varejistas do país: a G. Barbosa. Quarta colocada no ranking do setor, a rede sergipana fatura cerca de R$ 2,8 bilhões e tem 50 lojas, todas no Nordeste. Sem massa crítica no Brasil, seu controlador, o grupo chileno Cencosud, surge como uma presa em potencial a investidas do andar de cima do varejo.

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10.02.10
ED. 3891

Cabo partido

Não durou mais do que três verões o entusiasmo da norte-americana Global Crossing no Brasil. A empresa quer revender parte da rede de fibra óptica comprada da argentina Impsat em 2007. Um dos candidatos ao negócio é um grupo de investidores ligados ao empresário venezuelano Gustavo Cisneros.

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10.02.10
ED. 3891

NA

O PT vai encomendar uma pesquisa sobre a imagem de FHC. A ideia é desqualificar suas catilinárias com base na baixíssima popularidade do ex-presidente. De popularidade para credibilidade, é só um passo.

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10.02.10
ED. 3891

Karsten

Houve um recuo de última hora nas negociações para a venda da paulista Trussardi a  Karsten. A família Trussardi, dona da fabricante de artigos de cama, mesa e banho, quer o pagamento em dinheiro. A Karsten, no entanto, oferece uma participação em seu capital.

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10.02.10
ED. 3891

Pés descalços

A Nike está em pé de guerra com parte da sua rede revendedora no Brasil. A desavença diz respeito a preços dos produtos e, sobretudo, a  divisão dos custos de distribuição.

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10.02.10
ED. 3891

Risco Angola

A Queiroz Galvão negocia um acordo com a construtora portuguesa Teixeira Duarte para operações conjuntas em Angola. Mais do que um sócio, a empreiteira quer uma apólice. O objetivo é dividir o risco das obras diante dos constantes atrasos de pagamento por parte do governo angolano.

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10.02.10
ED. 3891

Aviso prévio

É grande a apreensão na sede da Sun Microsystem na Chácara Santo Antonio, em São Paulo. A expectativa é que até março a Oracle, nova controladora da Sun, anuncie qual será a cota da subsidiária brasileira nas três mil demissões que o grupo deverá fazer em todo o mundo ao longo de 2010.

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10.02.10
ED. 3891

Usiminas

Os ataques que o presidente da Usiminas, Marco Antonio Castello Branco, vem sofrendo dentro da própria empresa envolvem até ameaças a sua integridade física. O estranho é que o sujeito é um respeitado quadro técnico e sua gestão é digna de elogio.

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10.02.10
ED. 3891

Pepsico

A Pepsico vai investir cerca de US$ 100 milhões no Brasil ao longo do ano. O objetivo principal é o aumento do portfólio, sobretudo na linha de salgadinhos.

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10.02.10
ED. 3891

Festa da banca

Quem a achava que a lucratividade bancária no Brasil já era uma farra não viu nada. Segundo um tarimbado executivo do Santander, a verdadeira festa está por começar. As megafusões na economia vão aumentar consideravelmente a escala dos negócios bancários. Um empréstimo que era de R$ 100 milhões passará a ser de R$ 1 bilhão, com garantias de um risco ínfimo. Já o emprego…

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10.02.10
ED. 3891

Hyundai

A futura fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) já vai nascer marcada para crescer. A empresa negocia com o governo paulista a extensão da isenção de ICMS para expandir a unidade. A ideia é montar um modelo esportivo.

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