Arquivos Aviação - Relatório Reservado

Categoria: Aviação


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Aviação

Emirates enxerga o Nordeste como sua nova porta de entrada no Brasil

10/12/2025
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A operação da Emirates no Brasil vai ganhar mais altitude. A companhia aérea planeja lançar, em 2026, um voo direto entre o Nordeste e Dubai — com possibilidade de ampliar para duas frequências semanais em períodos de alta temporada, acompanhando o fluxo de turismo internacional e a crescente demanda por viagens entre América do Sul, Oriente Médio e Ásia. Paralelamente, a empresa avalia reforçar a conectividade entre São Paulo e grandes aeroportos asiáticos a partir de conexões no emirado, utilizando Dubai como ponte estratégica para destinos como Tóquio, Seul, Xangai, Singapura e Sydney. Os planos foram discutidos na recente visita do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a Dubai, em encontros com o xeique Mohammed Al Mansouri, secretário de Infraestrutura e Transportes dos Emirados Árabes, e outras autoridades do setor.
O movimento da Emirates não é isolado: insere-se em uma reconfiguração global das rotas de longo curso, em que as companhias do Golfo buscam capturar tráfego de mercados emergentes, posicionando-se como hubs preferenciais para viagens multilaterais. Ao mirar o Nordeste, a Emirates identifica um corredor de crescimento ainda pouco explorado. Capitais como Recife, Fortaleza e Salvador atraem turistas estrangeiros, preservam custos operacionais mais baixos em comparação com grandes centros e funcionam como porta de entrada para toda a Região Nordeste. Além disso, a proximidade geográfica em relação à Europa reduz o consumo de combustível e amplia o range operacional para conexões transatlânticas eficientes.

#Emirates

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No-show do governo contribuiu para o fim das negociações entre Gol e Azul

8/10/2025
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A inapetência dos Constantino, controladores da Gol, em seguir adiante nas negociações com a Azul não se deu apenas pelo momento distinto que as duas empresas atravessam. O que se diz no setor é que o recuo do clã decorreu, em grande parte, da falta de garantia firme de apoio do governo à operação. O repasse de recursos do FNAC (Fundo Nacional da Aviação Civil) pelo BNDES, tantas vezes acenado pelas autoridades, não saiu do papel. O Ministério dos Portos e Aeroportos anunciou uma linha de crédito emergencial de R$ 4 bilhões para o setor – uma parcela expressiva seria destinada à amortização de dívidas das duas empresas. No entanto, a liberação dos recursos, a princípio prevista para o fim do ano passado, tem sido adiada reiteradamente. A última promessa era de que o dinheiro sairia em setembro, mas isso não ocorreu. No meio do caminho, aliás, o próprio ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, chegou a dizer publicamente algumas vezes que era contrário à fusão entre Gol e Azul.

#Azul #Gol

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Companhias aéreas já disputam espólio da Voepass em Congonhas

19/03/2025
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Azul e Gol não perderam tempo. As duas empresas, em processo de fusão, já manifestaram à Anac a intenção de assumir os slots da Voepass no Aeroporto de Congonhas. São 20 cobiçadíssimos horários de pouso e decolagem no aeroporto paulista. A disputa pelo espólio promete ser quente, sobretudo diante do iminente M&A entre as duas companhias. Se obtiver êxito, a dobradinha Azul e Gol passaria a ter 342 slots em Congonhas. A TAM também mira nos ativos para saltar de 240 para 260 horários em Congonhas. Na semana passada, a Anac suspendeu a operação da Voepass até que a empresa comprove a “correção de não conformidades relacionadas aos sistemas de gestão previstos em regulamentos”. No setor, a aposta é que a companhia vai ter dificuldades em atender às exigências do órgão regulador.

#Aeroporto de Congonhas #companhia aérea #Voepass

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Nova companhia aérea do Uruguai sobrevoa o Brasil

10/03/2025
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A Sociedade Uruguaya de Aviación (SUA) fez chegar à ANAC o seu projeto de operar no Brasil. Segundo o RR apurou, o ponto de partida seriam dois voos semanais entre Montevidéu e Porto Alegre. Em um segundo momento, a ideia é voar entre Guarulhos e a capital uruguaia. A nova companhia está em fase de montagem, com início das operações previsto para o último trimestre deste ano. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas, mesmo no Uruguai, ainda há uma neblina em torno dos investidores por trás do projeto. Para todos os efeitos, quem responde pela criação da SUA são os executivos uruguaios Paul Elberse e Antonio Rama. O que se diz, no entanto, é que o projeto é bancado por recursos da Arábia Saudita. Outra ponta da companhia está na Letônia: a frota inicial será composta por seus seis Airbus A220-300, por meio de um acordo de leasing com a empresa aérea letã AirBaltic.

#Sociedade Uruguaya de Aviación

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Em que mundo vive o ministro Silvio Costa Filho?

1/11/2024
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Das duas uma: ou o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, sabe de algo ainda não revelado ou perdeu o senso de realidade. O benefício da dúvida se deve à sua declaração de que companhias aéreas brasileiras poderão entrar no leilão de privatização da TAP. Só não se sabe a quem se referia à Gol, que está em recuperação judicial, com dívidas superiores a R$ 20 bilhões. Ou à Azul, que se encontra no meio de um intrincado processo de renegociação do seu passivo e não conta com a simpatia do governo português. A empresa, não custa lembrar, cobra do governo de Portugal o pagamento de cerca de R$ 1,2 bilhão, relativo a um empréstimo que teria sido feito à TAP e 2006. Além disso, a passagem de David Neeleman, fundador da Azul, pela companhia portuguesa, deu até em CPI na “terrinha”. Bem, em outros tempos, haveria também a atual Latam, mas essa já nem é mais brasileira. Está, portanto, fora do raio de ação de Costa Filho.

#companhia aérea #Silvio Costa Filho #TAP

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Vasp é uma “marca-zumbi” à procura de um comprador

11/09/2024
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Mais de 16 anos após a falência, a marca da finada Vasp continua por aí, circulando feito zumbi entre o governo de São Paulo, a Secretária do Tesouro da União e o espólio do empresário Wagner Canhedo.

Ontem, circulou no mercado a informação de que que haveria um interessado em capturar o brand para usá-lo em uma companhia aérea pequena, de low cost. Já houve três tentativas de leilão da marca – a mais recente em novembro de 2021 -, todas fracassadas.

No início do processo de falência, em 2008, o brand chegou a ser avaliado em quase R$ 400 milhões. Agora, quem pagar uma pequena fração do antigo valor leva fácil. O nome Vasp está associado a cobras e lagartos: quebra da empresa, sinônimo de fracasso da privatização, companhia do ecossistema de corrupção de PC Farias, e por aí vai.

Nesse momento em que a aviação civil voa em direção ao centro da Terra, adquirir a marca é comprar um mico preto com a turbina pinada. Em tempo: o mercado de memorabília é mais bem-sucedido do que a administração da massa falida da companhia aérea.

Há sites de colecionadores especializados na venda de um sem-fim de quinquilharias originais da Vasp, de painéis de instrumentos de voo a guardanapos e louças. Mais fácil do que negociar a marca da companhia.

#Vasp

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