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25.10.19

Pescaria da XP

A XP Investimentos está em negociações simultâneas para a compra de três startups nascidas e crescidas no Vale do Silício. Duas delas
serão trazidas para o Brasil, a exemplo da fintech de inteligência artificial Olivia, adquirida no início deste ano.

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05.02.19

Amarras

Quando perguntado se não seria melhor seguir sem as amarras do Itaú, o presidente da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, dá um sorriso de canto de boca, que parece dizer: “Eles que esperem.”

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14.08.18

A dupla face da XP Investimentos

Está prevista para a próxima quinta-feira, dia 16, a divulgação da pesquisa eleitoral Ipespe/XP Investimentos. Dependendo do resultado, produzirá maior ou menor arritmia nos mercados. É natural que a XP tenha acesso antecipado aos números. É curioso que ninguém se atenha ao fato de que a empresa é uma instituição financeira. É estranho que a possibilidade da XP usar as informações prévias para ganhos em causa própria (insider information) sequer seja considerada. Muito estranho!

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01.08.18

XP (Itaú) às compras

O Itaú quer usar a XP como consolidadora de empresas e plataformas de investimento. Na mira, a corretora Easyinvest, que tem entre os seus acionistas o fundo norte-americano Advent.

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20.07.18

A antieleição da XP Investimentos

A XP também está medindo a soma dos abúlicos eleitorais e indispostos com todas as candidaturas. Segundo a empresa de investimentos, o número de pessoas desinteressadas em votar é maior do que a soma das intenções de voto de todos os candidatos. A XP está cada vez mais parecida com um instituto de pesquisas de opinião.

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17.07.18

A “onda” Meirelles

Henrique Meirelles chegará todo prosa para o almoço com empresários que terá hoje no Rio, sob os auspícios do Grupo Lide, de João Doria. Além da pesquisa da XP anunciada no fim de semana, que lhe dá 3% das intenções de votos, maior patamar alcançado até o momento, Meirelles deverá anunciar que já conta com o apoio de 433 dos 629 delegados do MDB para a convenção do partido, no dia 2 de agosto.

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11.07.18

Itaú e XP precisam de um tradutor

A direção do Itaú anda de cara fechada com o principal acionista da XP, Guilherme Benchimol, devido ao excesso de independência da corretora em suas ações institucionais. O banco, que comprou 49,9% da XP, não vê qualquer graça nas iniciativas da empresa na área de pesquisa eleitoral e em comunicados que induzam a algum interesse nesse campo. Por ora, parece até que as duas instituições não foram apresentadas e sequer falam a mesma língua.

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03.07.18

Mesmo fora da jogada, Lula vai chutar o dólar por cima da arquibancada

BTG, XP, Itaú, SPX, UBS, Credit Suisse… A grande maioria do mercado financeiro está apostando que a partir de 15 de agosto, quando finda o prazo para homologação das candidaturas à Presidência no TSE, o cenário será de stress elevado. A expectativa majoritária é que Lula seja confirmado como inelegível e, então, indique seu substituto com a “faca entre os dentes”. Ou seja: empurre para cima do seu escolhido um discurso anti-mercado do tamanho do seu incômodo.

O grau de tensão dependerá de quem for o candidato de Lula. Por exemplo: se for Fernando Haddad, estaria de bom tamanho um dólar entre R$ 3,80 e R$ 4,50 no período que vai até as eleições; se for Ciro Gomes, que já  encarna o discurso anti-mercado, o dólar pode ir até R$ 5,50. Segundo estimativas do fundador da gestora SPX, Rodrigo Xavier, em conferência no BTG, o dólar circulará na faixa de R$ 4,90 a R$ 5,30. As projeções de Xavier são puxadas e estão longe de serem sancionadas pelas instituições que participam do Focus. No boletim de 25 de junho, a mediana do dólar em 2018 subiu um tiquinho, de R$ 3,63 para R$ 3,65.

O RR ouviu traders e analistas de cinco empresas que participam do Focus. Todas as previsões em off the records são superiores ao valor do boletim. Ou seja: segundo a mediana do dólar no Focus, o futuro presidente será Henrique Meirelles, Álvaro Dias, Geraldo Alckmin, Marina Silva ou alguém que ainda não se apresentou. Por enquanto, os nomes pró-mercado são tão improváveis quanto um dólar a R$ 3,65. A corrida das instituições do mercado por pesquisas de intenção de voto deverá crescer ainda mais depois da última sondagem do CNI/ Ibope, de 24 de junho.

O levantamento contrariou as expectativas de diversas instituições, que apostavam na queda do ativo eleitoral do ex-presidente. A resiliência de Lula continua absoluta. O ex-presidente ainda aumentou um pouquinho o seu quinhão, para 33%. E cresceu expressivamente em São Paulo, berço de origem do PT que sempre recusou a apoiar o filho bastardo. Se as pesquisas acusarem o aumento da capacidade de transferência de votos de Lula, não haverá jeito, o mercado externará o descontrole que já digere internamente. E aí não há porque duvidar de um dólar superior a R$ 4,5, no barato, e uma Selic, de lambuja, entre 7% e 7,5%.

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23.02.18

Blitzkrieg

Até ontem, às 20 horas, advogados e lobistas do Itaú e da XP se revezavam freneticamente na tentativa de convencer o Cade a incluir seu processo de associação na pauta de julgamentos da próxima quarta-feira. Missão difícil.

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23.11.17

Itaú em alerta

O maior fator de preocupação no Itaú é que o Cade adote uma linha conservadora e rigorosa e considere que o banco e a XP já têm uma política integrada de atuação e configuram, na prática, uma plataforma única de investimento. Neste caso, de pouco valeria o argumento de que, por contrato, os Setubal só poderão assumir o controle da corretora a partir de 2024.

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