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01.08.18
ED. 5922

XP (Itaú) às compras

O Itaú quer usar a XP como consolidadora de empresas e plataformas de investimento. Na mira, a corretora Easyinvest, que tem entre os seus acionistas o fundo norte-americano Advent.

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20.07.18
ED. 5914

A antieleição da XP Investimentos

A XP também está medindo a soma dos abúlicos eleitorais e indispostos com todas as candidaturas. Segundo a empresa de investimentos, o número de pessoas desinteressadas em votar é maior do que a soma das intenções de voto de todos os candidatos. A XP está cada vez mais parecida com um instituto de pesquisas de opinião.

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17.07.18
ED. 5911

A “onda” Meirelles

Henrique Meirelles chegará todo prosa para o almoço com empresários que terá hoje no Rio, sob os auspícios do Grupo Lide, de João Doria. Além da pesquisa da XP anunciada no fim de semana, que lhe dá 3% das intenções de votos, maior patamar alcançado até o momento, Meirelles deverá anunciar que já conta com o apoio de 433 dos 629 delegados do MDB para a convenção do partido, no dia 2 de agosto.

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11.07.18
ED. 5907

Itaú e XP precisam de um tradutor

A direção do Itaú anda de cara fechada com o principal acionista da XP, Guilherme Benchimol, devido ao excesso de independência da corretora em suas ações institucionais. O banco, que comprou 49,9% da XP, não vê qualquer graça nas iniciativas da empresa na área de pesquisa eleitoral e em comunicados que induzam a algum interesse nesse campo. Por ora, parece até que as duas instituições não foram apresentadas e sequer falam a mesma língua.

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03.07.18
ED. 5901

Mesmo fora da jogada, Lula vai chutar o dólar por cima da arquibancada

BTG, XP, Itaú, SPX, UBS, Credit Suisse… A grande maioria do mercado financeiro está apostando que a partir de 15 de agosto, quando finda o prazo para homologação das candidaturas à Presidência no TSE, o cenário será de stress elevado. A expectativa majoritária é que Lula seja confirmado como inelegível e, então, indique seu substituto com a “faca entre os dentes”. Ou seja: empurre para cima do seu escolhido um discurso anti-mercado do tamanho do seu incômodo.

O grau de tensão dependerá de quem for o candidato de Lula. Por exemplo: se for Fernando Haddad, estaria de bom tamanho um dólar entre R$ 3,80 e R$ 4,50 no período que vai até as eleições; se for Ciro Gomes, que já  encarna o discurso anti-mercado, o dólar pode ir até R$ 5,50. Segundo estimativas do fundador da gestora SPX, Rodrigo Xavier, em conferência no BTG, o dólar circulará na faixa de R$ 4,90 a R$ 5,30. As projeções de Xavier são puxadas e estão longe de serem sancionadas pelas instituições que participam do Focus. No boletim de 25 de junho, a mediana do dólar em 2018 subiu um tiquinho, de R$ 3,63 para R$ 3,65.

O RR ouviu traders e analistas de cinco empresas que participam do Focus. Todas as previsões em off the records são superiores ao valor do boletim. Ou seja: segundo a mediana do dólar no Focus, o futuro presidente será Henrique Meirelles, Álvaro Dias, Geraldo Alckmin, Marina Silva ou alguém que ainda não se apresentou. Por enquanto, os nomes pró-mercado são tão improváveis quanto um dólar a R$ 3,65. A corrida das instituições do mercado por pesquisas de intenção de voto deverá crescer ainda mais depois da última sondagem do CNI/ Ibope, de 24 de junho.

O levantamento contrariou as expectativas de diversas instituições, que apostavam na queda do ativo eleitoral do ex-presidente. A resiliência de Lula continua absoluta. O ex-presidente ainda aumentou um pouquinho o seu quinhão, para 33%. E cresceu expressivamente em São Paulo, berço de origem do PT que sempre recusou a apoiar o filho bastardo. Se as pesquisas acusarem o aumento da capacidade de transferência de votos de Lula, não haverá jeito, o mercado externará o descontrole que já digere internamente. E aí não há porque duvidar de um dólar superior a R$ 4,5, no barato, e uma Selic, de lambuja, entre 7% e 7,5%.

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23.02.18
ED. 5812

Blitzkrieg

Até ontem, às 20 horas, advogados e lobistas do Itaú e da XP se revezavam freneticamente na tentativa de convencer o Cade a incluir seu processo de associação na pauta de julgamentos da próxima quarta-feira. Missão difícil.

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23.11.17
ED. 5751

Itaú em alerta

O maior fator de preocupação no Itaú é que o Cade adote uma linha conservadora e rigorosa e considere que o banco e a XP já têm uma política integrada de atuação e configuram, na prática, uma plataforma única de investimento. Neste caso, de pouco valeria o argumento de que, por contrato, os Setubal só poderão assumir o controle da corretora a partir de 2024.

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13.10.17
ED. 5724

Questão de hierarquia

A revelação de que quatro clientes da XP Investimentos foram vítimas do “erro de um agente autônomo” arranhou o humor de Roberto Setubal. Apesar de ter cedido à presidência do Banco Itaú a Cândido Bracher, ele considera que as questões de imagem institucional são com ele. Menos mal que a XP vai ressarcir as perdas de R$ 5 milhões.

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25.08.17
ED. 5691

O candidato da XP Investimentos

Em recente pesquisa, a XP pediu a investidores institucionais que apontassem um nome alternativo para a Presidência da República, ou seja, fora do rol dos candidatos tradicionais. Deu Luciano Huck na cabeça. O que mais chamou a atenção, no entanto, foi outro dos citados: a XP encontrou um lugar para o patrão Roberto Setubal entre os vencedores alternativos. Nada como ter dinheiro sobrando para se jogar um pouco fora com excentricidades.

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07.07.17
ED. 5656

Padrão Itaú

A XP Investimentos vai ampliar sua operação internacional, com a abertura de novos escritórios no exterior – hoje, são cinco (dois nos Estados Unidos e três na Europa). Trata-se de uma estratégia à feição do Itaú, o banco que mais estimula os brasileiros a levar seu dinheiro para o exterior.

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A NotreDame Intermédica é uma espécie de XP Investimentos dos planos de saúde. Protocolou o pedido de IPO na CVM, mas, a exemplo da corretora, o que quer mesmo é vender um pedaço do capital para um investidor estratégico. Sua controladora, a norte-americana Bain Capital, mantém negociações com três grupos do setor. O candidato mais forte seria a UnitedHealth, dona da Amil.

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15.05.17
ED. 5618

Kremlin

Após a associação com a XP, o verbo do momento no mercado é “itausar”. Os Setubal, no entanto, morrem de medo da expressão. Já orientaram sua área de comunicação para “desitausar” geral. A pregação é a de um banco parceiro dos parceiros e “socialista” na gestão e na propriedade.

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11.05.17
ED. 5616

XP joga dois dados simultaneamente

Se decidir sentar-se no colo de um megabanco, a XP investimentos vai perder entre R$ 3 bilhões e R$ 5 bilhões em relação ao valor previsto com o IPO. Aliás, o protocolo da oferta de ações na CVM em meio às tratativas foi considerado uma manobra para elevar o preço nas negociações. Atenção: o Itaú não está sozinho na tentativa de compra.

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24.01.17
ED. 5545

“XP” da questão

Quando pensam no IPO, os acionistas da XP Investimentos só enxergam um número: R$ 16 bilhões.

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20.01.17
ED. 5543

XP na guerrilha

A XP Investimentos vai torrar R$ 50 milhões em publicidade. Na conta estão inclusos os gastos com a desconstrução da imagem da concorrência.

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A XP Investimentos partiu com tudo na direção do Banco Indusval & Partners, que tem entre seus acionistas o fundo Warburg Pincus.

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02.12.16
ED. 5508

BTG Pactual prepara seu retorno ao game das aquisições

O RR tem lá suas diferenças com o BTG Pactual, mas não se pode negar que o banco superou uma grave crise institucional, convenceu o mercado da sua capacidade de ajuste e, de quebra, recuperou a autoestima – os problemas de André Esteves já foram individualizados e serão resolvidos no devido Foro. No entanto, na percepção dos próprios sócios, o BTG só reconquistará de vez a imagem de winner quando voltar a protagonizar uma grande operação de M&A no setor. Por ora, é bom que se diga, tudo ainda está no campo das pretensões: são pensamentos embrionários que encantam particularmente o próprio Esteves. Ainda assim, nas tertúlias entre os acionistas do BTG, já começam a despontar alvos potenciais, objetos de desejo que se encaixariam com perfeição ao projeto de soerguimento do banco. Os dois nomes mais sussurrados são o Banrisul e a XP Investimentos. Procurado pelo RR, o BTG nega o interesse nas duas instituições. A XP, por sua vez, garante não ter mantido qualquer conversação neste sentido com o BTG. Já o Banrisul não quis se manifestar.

Os planos que vêm sendo anunciados pelo BTG para a sua operação digital são muito mais para constar, quase que apenas pela obrigação de acompanhar a tendência do setor, do que uma aposta na qual o banco efetivamente deposita suas expectativas de crescimento. A instituição não tem a pretensão de virar um player de peso nesse segmento. O BTG vai seguir os caminhos de sempre. Cada qual na sua raia, tanto o Banrisul quanto a XP lhe permitiriam recuperar ao menos parte da massa crítica que perdeu após o seu forçado processo de reestruturação. Com a compra do banco gaúcho, seu total de ativos pularia de R$ 128 bilhões para pouco mais de R$ 190 bilhões. Não seria o suficiente para o BTG voltar ao patamar de setembro de 2015 (R$ 302 bilhões) – última fotografia contábil antes da prisão de André Esteves. Tampouco provocaria mudanças no ranking bancário – a instituição permaneceria em quarto lugar entre os grupos privados, bem atrás do Santander (R$ 680 bilhões). Ainda assim, a aquisição daria novo fôlego à operação do BTG no varejo, seja pelos ganhos de escala, seja pelas sinergias com o Pan, do qual tem 51%.

A aquisição da XP Investimentos, por sua vez, teria um poder até maior de reaproximar o BTG do seu período de bonança, notadamente no que diz respeito à gestão de recursos de terceiros. A carteira de ativos do banco sairia dos atuais R$ 76 bilhões para algo em torno de R$ 116 bilhões, não muito distante, portanto, dos R$ 128 bilhões contabilizados em setembro do ano passado.

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15.02.16
ED. 5306

XP da questão

 A XP Investimentos teria amealhado uma pequena fortuna com o frenético sobe e desce das ações da Telebras nas últimas semanas. Em janeiro, a cotação chegou a subir 520% em apenas dois pregões por conta dos rumores de uma fusão entre a estatal, o Serpro e a Dataprev.

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