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19.07.22

Inquilino

A WTorre não está sozinha no jogo. O Botafogo vem mantendo conversas com grupos norte-americanos para a venda dos naming & righs do estádio Nilton Santos, o Engenhão.

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19.07.22

Inquilino

A WTorre não está sozinha no jogo. O Botafogo vem mantendo conversas com grupos norte- americanos para a venda dos naming & righs do estádio Nilton Santos, o Engenhão.

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10.09.21

Substituição à vista

A WTorre está procurando um novo banco para ser parceiro do projeto de reforma e gestão da Vila Belmiro, estádio do Santos. A tabelinha com o BTG perdeu gás. Procurados, WTorre e BTG não se pronunciaram.

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11.05.21

Estádios vazios

A WTorre tem encontrado percalços para montar um fundo imobiliário lastreado em estádios de futebol. A maior dificuldade estaria na captação dos recursos. Só a reforma da Vila Belmiro, em Santos, um dos projetos no pipeline, está orçada em mais de R$ 220 milhões.

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09.10.20

Tabelinha bilionária

Cerca de R$ 1 bilhão. É quanto BTG e WTorre pretendem levantar para montar um fundo de investimento voltado a reforma e gestão de arenas esportivas. A empresa de Walter Torre, não custa lembrar, já é parceira do Palmeiras no Allianz Parque.

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24.03.20

Multa milionária

A WTorre vai recorrer à Justiça contra a recente derrota que sofreu no Carf. A construtora foi condenada a pagar uma autuação de R$ 400 milhões da Receita Federal em cima de uma intrincada operação de troca de ativos com o BTG. A pendenga se arrasta desde 2011. Resta à WTorre fazer de tudo para que se arraste ainda mais.

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06.12.19

À beira do cais

Sócias no Porto São Luis, a chinesa CCCC e a WPR, leia-se WTorre, poderão bisar a dobradinha na construção do novo terminal de contêineres do porto de Suape (PE).

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16.02.18

Palmeiras e WTorre só jogam de canela

A relação entre o Palmeiras e a WTorre, responsável pela gestão do Allianz Parque, vai de mal a pior. Como se não bastassem as draconianas regras impostas pela construtora, que dispõe do estádio em mais de 300 dias do ano, o novo ponto de atrito é o uso indiscriminado da arena e a dificuldade do clube em controlar o fluxo financeiro do negócio. Além de shows e eventos, WTorre está locando o Allianz Parque para “peladeiros” mais abastados. A empresa nega qualquer divergência com o Palmeiras. Confirma, no entanto, o lançamento do produto “Dia de Craque”. O torcedor pagará R$ 1.850 para bater uma bolinha no estádio – a primeira edição está prevista para 11 de março. O projeto irritou ainda mais a diretoria do Palmeiras, uma vez que esse faturamento picadinho dificulta o controle sobre as receitas geradas pela WTorre – o clube tem direito a 5% de toda a arrecadação da arena. Isso para não falar dos estragos no gramado.

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28.07.17

Risco Bendine paira sobre a WTorre

A prisão de Aldemir Bendine ameaça empurrar um pouco mais a Lava Jato na direção da WTorre. Entre as operações de Bendine no radar da República de Curitiba, os procuradores investigam em que circunstâncias se deu o empréstimo de aproximadamente R$ 150 milhões do Banco do Brasil para a empresa, feito em 2010. Os recursos se destinaram à construção do Allianz Parque, o estádio do Palmeiras.

À época, Bendine – por sinal, palmeirense – estava na presidência do BB. O RR apurou que o financiamento à WTorre já teria sido objeto de auditoria interna no Banco do Brasil. O BB teria identificado indícios de irregularidades no empréstimo. Consultado, o banco disse que “as operações de clientes estão protegidas por sigilo bancário”. Afirmou ainda que “irá colaborar com qualquer investigação que envolva sua atuação”.

Consultado sobre a auditoria, o BB não quis se pronunciar. A WTorre, por sua vez, informou ao RR que “não há qualquer processo relacionado a empréstimos tomados junto a bancos e que não está envolvida na Operação Lava Jato, não tendo sido incluída em qualquer denúncia.” A empresa, no entanto, já foi citada no “petrolão“. Segundo o empreiteiro Ricardo Pernambuco Junior, da Carioca Engenharia, a empresa teria recebido propina de R$ 18 milhões para deixar de participar de uma licitação do Cenpes, o Centro de Pesquisas da Petrobras. Há cerca de um ano o empresário Walter Torre chegou a ser alvo de um mandado de condução coercitiva expedido por Sérgio Moro.

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24.04.17

BR Pharma busca um remédio para a dívida

Fechar a compra da BR Pharma e de suas 822 drogarias foi a parte mais simples da história. A Lyon Capital, gestora do ex-CEO da WTorre Paulo Remy, já começou a peregrinação por bancos e fornecedores para renegociar as dívidas de curto prazo da rede de drogarias, na casa dos R$ 600 milhões. Entre os maiores credores estão Itaú, Santander e Banco do Brasil. Na tentativa de mostrar que “as coisas mudaram na BR Pharma”, a Lyon Capital vai apresentar um plano para a redução dos prejuízos da empresa, incluindo o aperto dos custos operacionais e o fechamento de drogarias deficitárias. É o que não falta: no ano passado, a BR Pharma teve um prejuízo de R$ 630 milhões. Por essas e por outras é que o BTG Pactual praticamente pagou para se desfazer da rede. O banco transferiu a BR Pharma para a Lyon por um valor simbólico e ainda se comprometeu a financiar a varejista com a compra de até R$ 400 milhões em debêntures nos próximos 30 anos.

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