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Wise Up

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14.07.16
ED. 5411

Máquina de lucro

 Apenas seis meses após recomprar a rede de idiomas WiseUp da antiga Abril Educação, o empresário Flavio Augusto da Silva teria sobre a mesa uma oferta do Carlyle. O valor seria superior a R$ 500 milhões. Ressalte-se que Silva pagou R$ 390 milhões pelo ativo, três anos após vendê-lo por quase R$ 900 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Wise Up.

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15.07.15
ED. 5163

Wise Up é reprovada na prova final da Tarpon

A Tarpon Investimentos vai limpar a área na Abril Educação para iniciar um agressivo programa de aquisições de escolas de educação básica no Brasil. Limpar a área, entenda-se, é vender a Wise Up, que se revelou um mastodonte difícil de ser digerido. A rede de idiomas – comprada em fevereiro de 2012 por R$ 877 milhões – é responsável por cerca de 30% da queda do lucro da Abril Educação no período. O resultado de R$ 100 milhões de dois anos atrás se esfarelou e caiu nada menos do que 40% de lá para cá. Não tem crescimento de receita que dê jeito na situação – no mesmo período, a companhia teve um aumento de 45% no faturamento. Nada disso seria possível nos tempos em que os Civita davam as cartas na empresa. A Tarpon se viu na obrigação de comprar o controle inteiro, assumir o risco e fazer a faxina necessária. Até o nome não será mais o mesmo – como antecipou o RR na edição nº 5.115. Nada que lembre a Abril. A nova marca é Somos Educação. A entrada da Tarpon no processo de consolidação do ensino básico terá como cartão de visita a compra de dezenas de unidades em todo o país. A gestora está rastreando os números de, pelo menos, 20 escolas, que, se arrematadas, deverão aumentar em 40% o número de alunos. A rede passará a ter quase vinte mil matriculados. Ainda permanecerá no terceiro lugar do ranking, mas vai encurtar bastante a distância que a separa da Eleva, de Jorge Paulo Lemann, com 28 mil alunos. O líder é o Grupo COC, de Chaim Zaher, com quase 50 mil estudantes. A estratégia de curto prazo passa apenas pelos segmentos de ensino fundamental e médio, mas não está descartado que a Tarpon invista em aquisições de universidades e dispute espaço com grupos do porte da inglesa Pearson e da norteamericana Laureate. Um dos alvos prediletos da Tarpon é a Cruzeiro do Sul, que tem o fundo britânico Actis entre os principais sócios.

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