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23.03.20

Gabinete de crise

Proposta lançada por Wilson Witzel: a criação de um gabinete de crise dos governadores para discutir ações contra o coronavírus – e, de quebra, esvaziar ainda mais Jair Bolsonaro.

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19.03.20

Trem devedor

O governo Witzel não pagou a dívida trabalhista de aproximadamente R$ 50 milhões com os funcionários da Central Logística, a antiga Rede Ferroviária Federal – o prazo fixado pela Justiça expirou na semana passada. Agora, com o novo coronavírus, é que o dinheiro não vai sair mesmo. A rigor, a cada mês, a conta vai ser acrescida em 1%, ou R$ 500 mil.

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16.03.20

Witzel cogita proibir voos internacionais no Rio

Após proibir a abertura de escolas, cinemas e teatros, Wilson Witzel estuda uma medida mais radical: a partir desta semana fechar o Rio de Janeiro a voos internacionais, como forma de conter a propagação do novo coronavírus no estado. Em média, o Aeroporto Tom Jobim recebe, por dia, cerca de 14 mil passageiros do exterior. Na última sexta-feira, por exemplo, 36 voos diretos de 17 países aterrissaram no terminal do Galeão. Consultado, o governo do Rio não se pronunciou. Witzel tem motivos extras para se preocupar e adotar medidas mais agudas e em uma velocidade maior do que outros governadores. Além do coronavírus, o Rio vive também um surto de sarampo. A rede hospitalar do estado não tem estrutura para suportar um alastramento simultâneo das duas enfermidades. Tudo bem que não se trocam vidas por divisas. Mas o estado vai sofrer um bocado. A economia do Rio está fortemente baseada em serviços, notadamente no setor de turismo. É um ato de força e coragem de Witzel.

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12.03.20

Ouvidos de mercador

João Doria e Wilson Witzel pressionaram, de viva-voz, o governador Romeu Zema que revisse o reajuste de 41% dos salários dos policiais civis e militares. Até agora, as tensas conversas deram em nada. Zema é um muro de teimosia.

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09.03.20

Da toga para as urnas?

Na última quinta-feira, o Tribunal de Justiça do Rio formalizou a exoneração da juíza Gloria Heloiza da Silva da 2a Vara da Infância e da Juventude. Em janeiro, a magistrada já havia se afastado do cargo de desembargadora do TRE-RJ. Ao pendurar as duas togas, Gloria Heloiza dá todos os sinais de que deverá mesmo se candidatar à Prefeitura do Rio. Se terá o apoio do governador Wilson Witzel – originalmente, o pai da ideia – são outros quinhentos. Witzel é volátil feito amônia.

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09.03.20

Teste Witzel

Após as mesuras trocadas nas redes sociais, Wilson Witzel pretende convidar o juiz Marcelo Bretas para um evento no Palácio Guanabara. Será o teste decisivo para saber se a reconciliação foi mesmo para valer.

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02.03.20

“Posto Ipiranga” II

Ao colar em Wilson Witzel como seu candidato à Prefeitura do Rio, Paulo Rabello de Castro vislumbra uma aposta dupla. Ainda que não vença a eleição deste ano, o economista largaria na frente para ser o “Posto de Ipiranga” de Witzel caso o governador confirme sua candidatura à Presidência em 2022. Assim é se lhe parece…

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21.02.20

Motim no Ceará: reação terá impacto nacional

Termômetro

O início da reação do governo federal a motim de policiais no Ceará e articulação com o governador do estado, Camilo Santana – que é do PT – estarão em foco amanhã.

Os desdobramentos terão forte influência na contaminação ou não de outras unidades da federação, bem como na imagem do presidente. A grande questão será: o Palácio do Planalto apoiará – como parece indicar a ala militar do governo – punições duras contra os policiais amotinados, que sirvam como exemplo e contenham movimentos grevistas em outros estados?

O receio é de que qualquer sinal de tibieza – no nível estadual ou nacional – possa servir como estopim para revoltas em outros estados, durante o carnaval.

As reformas e a preocupação do presidente com o crescimento

Assinatura pelo presidente de projeto de reforma administrativa, que será enviada após o carnaval, pode, nos próximos dias, fortalecer o ministro Paulo Guedes, alvo de bombardeio interno recentemente, a depender da avaliação que se faça do teor e alcance da medida.

Ao mesmo tempo, tendem a crescer ilações sobre preocupação do presidente com baixo crescimento em 2020 e possibilidade de investir em medidas que permitam injeção de dinheiro na economia e aumento de gastos públicos. Entrará nessa análise, neste sábado, tanto o recuo no aperto fiscal dos estados, que pode ser proposto pelo ministro Paulo Guedes, quanto o anúncio de viagem de Bolsonaro aos EUA, em março, para tentar trazer a Tesla para o país.

O carnaval de Doria e Witzel

O carnaval pode marcar aproximação entre os governadores de São Paulo, João Doria, e do Rio, Wilson Witzel, dando a largada em projeto para se contraporem ao presidente Bolsonaro. A expectativa é de que agenda conjunta comece pelo turismo e seja delineada, de maneira incipiente, em encontro dos dois nos próximos dias, com repercussão pública.

Retração nos EUA?

O Carnaval trará “pausa” no mercado brasileiro, mas, globalmente, preocupação com possível retração da economia norte-americana, motivada por forte e inesperado recuo da atividade comercial nos EUA em fevereiro (para 49,4 frente a 53,4 em janeiro, segundo a IHS Markit), se somará a cenário negativo do coronavírus, com previsões de amplo impacto sobre o crescimento chinês.

O número mais significativo dos próximos dias – Confiança do Consumidor/Conference Board, que será liberado na segunda-feira –, no entanto, tem projeção positiva, de crescimento para a faixa de 132,0 pontos (diante de 131,6 em janeiro).

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Já imaginaram se o juiz Marcelo Bretas larga a toga para ser o grande oponente de Wilson Witzel na disputa pelo governo do Rio em 2022? Pois bem, Bolsonaro já imaginou…

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19.02.20

A banca de Wilson Witzel

A carta em defesa do pacto federativo divulgada na última segunda feira – muito mais um pretexto para atacar publicamente Jair Bolsonaro – mostra a influência de Wilson Witzel entre seus pares. Witzel entrou em contato diretamente com 16 dos outros 19 signatários do manifesto.

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