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26.09.19

Mudança de direção

Wilson Witzel vai tentar junto ao governo federal a liberação de verbas para a retomada das obras da linha 4 do Metrô. O projeto está orçado em aproximadamente R$ 1 bilhão. Com a imagem arranhada pela sequência de mortes de crianças em tiroteios em comunidades do Rio, Witzel é um governador em busca de agendas positivas.

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24.09.19

A bola está quicando na frente de Paes

A saída do PSL da base de apoio de Wilson Witzel na Alerj já tem um grande vencedor. O valor de Eduardo Paes subiu consideravelmente nos últimos dias, uma vez que o DEM, seu partido, reúne a segunda maior bancada da Assembleia Legislativa. O preço da lealdade dos democratas na Casa será o apoio para valer de Witzel à candidatura de Paes a prefeito do Rio em 2020.

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16.09.19

Wilson Witzel 2020

O governador Wilson Witzel vai cruzar o Brasil para participar de cerimônias de filiação de prefeitos e vereadores ao PSC. A estratégia prevê, a cada viagem, o máximo possível de exposição na imprensa local. Em recente visita ao Maranhão, por exemplo, Witzel deixou o evento de seu partido às pressas e marchou para a sede do Grupo Mirante, maior conglomerado de mídia do estado, onde concedeu entrevistas na TV e no rádio.

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12.09.19

Um novo Picciani?

O presidente da Alerj, André Ceciliano, tem conquistado crescente influência no governo de Wilson Witzel, materializada com indicações para cargos.

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06.09.19

As curvas de Witzel

Diante da reduzida probabilidade de tirar o Grande Prêmio Brasil de São Paulo, Wilson Witzel busca um novo traçado: negociar com a F-1 a realização de uma segunda prova no país, no Rio de Janeiro, que levaria o nome de GP da América do Sul. A manobra não é simples, embora tenha a seu favor o fato de que a categoria vem ampliando a cada ano o número de provas: em 2020, serão 22 etapas.

Emerson Fittipaldi estaria em conversações com os organizadores da Fórmula-E para realizar uma prova da categoria no Brasil. A F-E reúne apenas carros elétricos de grandes marcas como Jaguar, Audi e Renault. O ex-piloto acena, inclusive, com a possibilidade de uso do futuro autódromo do Rio. O problema é que Fittipaldi não anda com muito crédito na praça. A bordo de uma grave crise financeira, é réu em 20 ações judiciais movidas por credores e somente para bancos deve algo como R$ 23 milhões.

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04.09.19

Tiro pela culatra

O governador Wilson Witzel foi aconselhado por assessores próximos a suspender sua “campanha presidencial” e cessar os ataques a Jair Bolsonaro. No momento em que o Rio de Janeiro costura com o governo federal um acordo para adiar, por dois anos, a retomada do pagamento da dívida junto à União, as críticas ao Capitão são um “tiro na cabecinha” do próprio Witzel.

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15.08.19

Comperj é um caso de polícia

A Petrobras fez um segundo pedido ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, para que tome as medidas de combate ao tráfico na região do Comperj, no município de Itaboraí. A exemplo das regiões próximas do Jardim Catarina e Salgueiro, o Comando Vermelho (CV) domina a área, impedindo a construção de projetos estruturantes. A estrada UHOS, que liga o píer, na Praia da Beira, ao Complexo Petroquímico, tornou-se uma via expressa do crime.

Por onde deveriam ser transportadas milhares de toneladas de peças, são encontrados grupos paramilitares que lembram as FARCs. Em Itaoca, São Gonçalo, a 18 quilômetros do píer, vasos pressurizadores, torres e reatores, entre outros, aguardam a liberação para atravessar o percurso em direção ao Comperj. Quem manda na região não é o estado, mas o CV. Para Wilson Witzel esse tem sido o pior dos mundos. O governador tem assistido aos investimentos de US$ 13 bilhões já realizados no Complexo Petroquímico se depreciarem, ao mesmo tempo em que os aportes de US$ 57 bilhões ainda a serem realizados ficam cada vez mais distantes.

Segundo uma fonte do RR, Witzel é favorável ao enfrentamento para resolver a situação. Só que o aparelho de segurança do estado não tem poder de fogo e tampouco capacidade de ocupação para evitar que os traficantes, uma vez expulsos, retornem posteriormente. Uma das hipóteses seria chamar os militares novamente para uma “intervenção tópica”, restrita e mais duradoura. Mas é necessário verificar sua viabilidade à luz da Constituição. Enquanto o CV manda e desmanda, os chineses, que já confirmaram sua participação no investimento, vão exercendo a arte da paciência milenar. E dezenas de milhares de empregos ficam voando. Só não vão faltar maconha, cocaína e crack.

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06.08.19

Polícia do B

O governador Wilson Witzel está em conversações com prefeitos da Baixada Fluminense para estender o programa “Segurança Presente” a todos os municípios da região até o fim de 2020. Trata-se, historicamente, de uma das áreas mais violentas do estado. Pelo menos quatro localidades serão atendidas já neste ano – Nova Iguaçu, Austin, Duque de Caxias e Miguel Couto. A iniciativa, implantada em vários bairros da capital, também seguirá o modelo de PPPs, com a simbiose entre contribuições de empresários locais e recursos públicos. Consultado, o governo do Rio informou que vai desembolsar R$ 50 milhões na expansão do “Segurança Presente” aos quatro municípios da Baixada e a outras seis cidades do estado.

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22.07.19

Depois do samba, o ronco dos motores

O governador Wilson Witzel, que já levou a concessão do Sambódromo, está disposto a assumir também a responsabilidade sobre o projeto de construção do novo autódromo do Rio de Janeiro. O empreendimento é tocado pela Prefeitura. Além do autódromo, o estado passaria a ser dono também do terreno no bairro de Deodoro que deverá ser doado pelo Exército.

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Rodrigo Maia tem criticado duramente o jogo de cena de alguns governadores, que, à luz do dia, entoam discursos contundentes a favor da reforma da Previdência e, na penumbra, pouco fazem para incluir estados e municípios no projeto. As orelhas de João Doria e Wilson Witzel devem estar pelando

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