fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
08.09.20

Bolsonaro cinde os “governadores do Rio”

Claudio Castro não é mais Wilson Witzel, que não é mais Claudio Castro, que é Jair Bolsonaro, o que Wilson Witzel já foi um dia. Companheiros de chapa, o governador em exercício e o governador afastado do Rio tornaram-se rivais tanto na disputa pelo Palácio Guanabara quanto na relação com o clã Bolsonaro. Witzel tem dito aos poucos aliados que ainda preserva: se for definitivamente afastado do cargo, vai cair atirando contra a família, notadamente Flavio Bolsonaro. A um interlocutor fonte do RR confidenciou ter fatos sobre o “01” que ainda não vieram à tona. Pode não passar de um blefe, ainda que não se deva menosprezar o acesso do ex-juiz a membros do Ministério Público. Já Castro está empenhado em demonstrar que não é um “bolsonarista” de passagem – como o próprio Witzel. Na última terça-feira, celebrou nas redes sociais a ligação que recebeu de Flavio. As portas estão abertas para o clã, incluindo indicações para a nova equipe de governo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.08.20

Planalto pensa em nova intervenção no Rio

A hipótese de uma nova intervenção federal no Rio de Janeiro foi aventada no Palácio do Planalto durante a última sexta-feira. A questão central é a segurança pública, agravada pela sensação de desmando no estado. Como se não bastasse a forte crise política, com o afastamento de Wilson Witzel e as suspeições em torno da sua linha sucessória – o vice Claudio Castro e o presidente da Alerj, André Ceciliano –, a grave onda de violência na cidade do Rio justificaria o envio de tropas federais e, mais uma vez, a presença do Exército.

Na semana passada, a região central da cidade foi aterrorizada por uma guerra entre quadrilhas rivais. Por dois dias, bairros ficaram sitiados, ruas foram interrompidas, houve seguidos tiroteios entre policiais e bandidos, moradores sequestrados e sendo usados como escudo. Segundo o RR conseguiu apurar, serviços de Inteligência da área de Segurança indicam que o Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país, estariam preparando uma nova ofensiva para os próximos dias com o objetivo de reconquistar territórios perdidos para quadrilhas rivais.

O crime corre solto em meio à sensação de que o Rio está acéfalo. Ressalte-se que um dos colaboradores mais influentes de Jair Bolsonaro é o ministro da Casa Civil, general Braga Netto, elogiadíssimo comandante da intervenção federal no Rio de Janeiro, em 2018, decretada pelo então presidente Michel Temer. Um dado curioso: o gabinete de intervenção instituído há três anos ainda não foi formalmente extinto. Vinculado à própria Casa Civil, o órgão segue ativo, com servidores lotados. Hoje, dedica-se a atividades administrativas ainda referentes à operação de 2018, como a gestão de equipamentos comprados pelo governo federal na ocasião, entre eles três helicópteros.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.08.20

Sub judice

O afastamento de Wilson Witzel virou pelo avesso os rumos do PSC para a eleição à Prefeitura do Rio. Na última sexta-feira, lideranças do partido já davam a candidatura da ex-juíza Gloria Heloiza, cria de Witzel, como acabada. O “bolsonarista” Otoni de Paula é pule de dez para assumir o seu lugar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.08.20

Ligações perigosas

Serviço de utilidade pública: a importância do ex-secretário Edmar Santos para Wilson Witzel ia muito além do perímetro da Pasta da Saúde. Investigado por suspeita de comandar um esquema de fraudes em licitações, o oficial da PM aproximou Witzel da Polícia Militar. Foi também responsável por encurtar distâncias entre Witzel e determinadas comunidades durante a campanha eleitoral.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.08.20

Ficha corrida

André Moura, recentemente renomado para a chefia da Casa Civil de Wilson Witzel, está seriamente ameaçado de ficar inelegível e ter de abrir mão do seu projeto político de voltar ao Congresso. O Tribunal de Justiça do Sergipe confirmou a condenação de Moura por improbidade administrativa quando ele era prefeito da cidade de Pirambu, entre 1997 e 2004. A defesa de Moura deverá recorrer ao STJ. Pelo visto, Witzel escolheu a dedo o articulador político para tentar desmontar o processo do seu impeachment na Alerj.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.08.20

Não falta combustível no contencioso entre a União e o Rio

O projeto de lei 1.592/2019 aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) proibindo a venda de combustíveis por aplicativos no estado está deflagrando um contencioso federativo. A Advocacia Geral da União (AGU) já se mobiliza para barrar judicialmente a entrada em vigor da medida. De acordo com informações filtradas da própria AGU, a representação da Procuradoria-Geral Federal junto à ANP entende que a competência para legislar sobre o setor de combustíveis é da União e, consequentemente, da agência reguladora.

Ou seja: na visão da Advocacia Geral, a Alerj extrapolou seus limites e usurpou poderes restritos à ANP. O imbróglio, ressalte-se, pode ganhar uma dimensão ainda maior se o próprio governador Wilson Witzel sancionar a nova lei, também atropelando a agência reguladora. A preocupação da Advocacia Geral da União é matar o mal pela raiz, impedindo que outros estados sigam o mesmo caminho e deliberem sobre o tema, apropriando-se de uma competência da ANP.

Segundo a mesma fonte, a agência regula-dora sequer foi consultada sobre o assunto pela Assembleia Legislativa. Parece até que a Alerj tomou todos os cuidados para aprovar o projeto do deputado Carlos Minc na penumbra da noite. A proposta limita a venda de combustíveis aos postos físicos, jogando por terra o investimento de startups que oferecem o delivery dos produtos, como a GOfit. Ressalte-se que, no entendimento da AGU, o serviço de venda online de derivados de petróleo está respaldado pela Lei da Liberdade Econômica, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro de 2019. Some-se ainda a resolução 12/2019 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que abre espaço para esse tipo de tecnologia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.08.20

Ficou só na vontade

O RR apurou que Wilson Witzel, encalacrado até o pescoço com denúncias de irregularidades em licitações, sondou Henrique Mandetta para assumir a Saúde do Rio. Sem sucesso. O presidenciável Mandetta não está disponível para ser fiador anti-impeachment de ninguém.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.20

Águas passadas

No auge da crise da água com geosmina, no início do ano, Wilson Witzel assegurou que iria demitir todos os servidores da Cedae com salário superior ao do próprio governo do estado. O tempo passou, o assunto caiu no esquecimento e ainda há afortunados funcionários na estatal com vencimentos mensais na casa de R$ 50 mil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.08.20

Missão de vida

Frase que resume a conversa na qual o governador Wilson Witzel convidou André Moura a reassumir a Casa Civil do Rio dois meses depois de demiti-lo: “Faça o que precisa ser feito”. Moura é conhecido por dominar os “códigos de acesso” aos gabinetes da Alerj, que vai julgar o impeachment de Witzel.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.07.20

Coincidência?

Em meio ao processo de impeachment do governador Wilson Witzel, o Ministério Público do Rio tem recebido denúncias anônimas contra influentes deputados da Alerj.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.