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14.06.22

Diversificação

A diversificação da Votorantim avança a passos largos: o próximo alvo é a área de educação.

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25.05.22

Votorantim elétrico

Os Ermírio de Moraes avançam mais algumas jardas na área de energia. O RR apurou que a Auren, leia-se Votorantim e a canadense CPP Investments, planeja disputar o leilão de transmissão da Aneel marcado para o fim de junho. Seria o début da joint venture no segmento.

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A Votorantim estaria em conversações com a Techint para a venda da Acerbrag, uma das três maiores produtoras de aços longos da Argentina. É o último ativo dos Ermírio de Moraes na siderurgia.

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04.05.22

Descarga elétrica

A Auren, a bilionária joint venture entre a Votorantim e a canadense CPPIB, entrou na disputa para a compra de ativos da Ibitu Energia, leia-se o fundo norte-americano Castlelake. Na mira, os complexos eólicos Riachão, no Rio Grande do Norte, e Caldeirão, no Piauí.

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08.02.22

Fundos abutre afiam as garras na Cimento Tupi

Cobiçada por pesos-pesados do setor, como CSN e Votorantim, a Cimento Tupi corre o risco de se tornar uma presa fácil para aves de rapina do mercado. Por “aves de rapina” leia-se os fundos abutre que já compraram US$ 350 milhões em bonds da companhia e ameaçam tomar o controle da cimenteira, pertencente à família Koraniy Ribeiro. No mercado, circula a informação de que um desses investidores seria o Elliot Management, do norte-americano Paul Singer, conhecido como um dos mais agressivos hedge funds do mundo.

Segundo uma fonte envolvida nas negociações, esses fundos estão se unindo à suíça Tupacta AG, instituição financeira que detém outros US$ 228 milhões em títulos da cimenteira. Esse bloco estaria forçando a conversão dos créditos contra a empresa em participação societária, inclusive acima do teto de 21% do capital total. Trata-se da trava proposta pela própria Tupi em seu plano de recuperação judicial para a possível transformação de debt em equity.

A manobra seguinte seria uma tomada hostil do controle da cimenteira, com o apoio de minoritários e eventualmente a compra de mais ações em bolsa. Procurada pelo RR, a Tupi não se pronunciou. A situação dos acionistas controladores da Tupi é vulnerável, sobretudo diante dos credores. Os detentores de dívidas trabalhistas e os fornecedores até aprovaram integralmente o plano de recuperação judicial. O problema são os fundos abutre, que votaram contra. Com a adesão da Tupacta AG, esse bloco passa a responder por 85% do passivo total da Tupi. Ou seja: nesse cenário, dificilmente os Koraniy Ribeiro teriam força para conter uma eventual tentativa de take over.

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Ao longo de 2021, o RR foi a dose de reforço contra a desinformação. Ao todo foram 273 edições, com 3.986 notas e matérias. A newsletter levou seus assinantes para os bastidores do Poder, antecipando as notícias mais relevantes dos meios político e empresarial. A seguir, elencamos alguns dos principais acertos em 2021 – não caberiam todos aqui. No que talvez seja o grande fato macroeconômico do ano, o RR antecipou o desmoronamento do teto fiscal.

A publicação tratou do tema de forma mais aguda nas edições de 2 de setembro e de 20 de outubro. Nesta última, na matéria “Auxílio Brasil abre caminho para nova régua fiscal”, antecipamos uma guinada na política econômica, com a relativização do teto. Em 16 de novembro, o RR revelou também os estudos da equipe econômica para liberar um espaço de até R$ 150 bilhões nos gastos orçamentários – R$ 90 bilhões exatamente com a mudança na regra do teto, com a PEC dos Precatórios e a acomodação do Auxílio Brasil. Apenas três dias depois, o relatório final do Orçamento de 2022 era apresentado, com uma folga fiscal da ordem de R$ 113 bilhões.

O Auxílio Brasil, por sinal, é peça fundamental de toda essa reengenharia fiscal. Em 3 de março, o RR divulgou, com exclusividade, as discussões no Palácio do Planalto e no Ministério da Economia para que o benefício fosse estendido até o fim de 2021 ou transformado em benefício permanente, com valor entre R$ 250 e R$ 300. Dito e feito! O programa de transferência de renda perdurou até o final do ano e serviu de proxy para o Auxílio Brasil, com o pagamento fixo de R$ 400.

O assinante do RR soube também com exclusividade dos estudos de Paulo Guedes e cia. para a criação de uma espécie de fundo patrimonial, composto por imóveis da União, ações e dividendos de estatais, entre outros ativos. O RR tratou do assunto nas edições de 19 de agosto e 25 de outubro. No início de dezembro, Guedes falaria publicamente da medida, anunciando, inclusive, a intenção do governo de criar um Ministério do Patrimônio. Em 27 de julho, mais uma informação de primeira: a newsletter divulgou que o Ministério da Economia havia retomado os estudos para a fusão do IBGE e do IPEA. O “IBGEPea” tardou, mas não falhou: em dezembro, Paulo Guedes anunciava os planos de criação de uma Supersecretaria, juntando os dois institutos.

O fim do “golpe”

O RR acompanhou de perto – para não dizer de dentro – as tensões e distensões no relacionamento entre o presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas. Em 6 de abril, poucos dias após a inédita saída conjunta dos três Comandantes das Forças Armadas, maquiada sob a forma de demissão, a newsletter já relatava articulações nos bastidores para o desmantelamento do “blefe do golpe” – leia-se a fantasia de uma ruptura institucional, com o apoio do Exército, alimentada por Bolsonaro. Ao longo do tempo, o esfriamento das relações entre os militares e o presidente se confirmaria.

À mercê dos hackers

O RR foi pioneiro em descortinar a fragilidade da defesa cibernética do Estado brasileiro, agravada pela concentração de dados pessoais nas mãos do governo. Em 12 de fevereiro, a publicação revelou a preocupação do GSI e da Secretária de Assuntos Estratégicos com possíveis ataques a sistemas de órgãos públicos. Em 8 de outubro, o RR divulgou, com exclusividade, que o TCU faria uma auditoria na estrutura de TI do Ministério da Saúde após detectar 24 “riscos significativos” de invasão da plataforma da Pasta. Estava escrito: no dia 10 de dezembro, cibercriminosos invadiram os sistemas da Saúde, tirando o Conect SUS do ar.

Pária nos direitos humanos

Além da catástrofe da Covid-19, com seus mais de 600 mil mortos, o presidente Bolsonaro também colocou o país na contramão das grandes nações e entidades multilaterais na agenda dos direitos humanos. Em 21 de setembro, a newsletter revelou que o Conselho de Direitos Humanos da ONU estava preparando um relatório com duras críticas às políticas do governo brasileiro para as populações indígenas. Assim foi: o documento viria à tona uma semana depois. Outras flechadas se seguiram. Em 27 de outubro, a publicação informou que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira estava preparando um manifesto contra o presidente Bolsonaro a ser apresentado na COP 26. Somente dois dias depois, a notícia seria divulgada por outros veículos.

Roleta de cargos

A capacidade do RR de antever os movimentos do Poder permitiu também aos assinantes saber, com exclusividade, de mudanças em cargos importantes do governo. Em 27 de janeiro, a newsletter já tratava das articulações feitas pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, para defenestrar o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim. Custou até que Costa Neto conseguisse seu intento, mas Rolim acabaria afastado do cargo em setembro. Em 5 de fevereiro, o RR noticiou que Jair Bolsonaro estava prestes a dar um “cartão vermelho” ao presidente do Banco Brasil, André Brandão. O executivo deixaria o posto em meados de março. Na edição de 15 de setembro, o assinante da newsletter soube, em primeira mão, que o destino de Leonardo Rolim, então presidente do INSS, estava selado: ele seria demitido pelo ministro Onyx Lorenzoni. Bingo! A exoneração foi oficializada em 5 de novembro. Em 19 de outubro, o RR informou que mais dois auxiliares de Paulo Guedes estavam prestes a deixar seus cargos, apesar do apelo do ministro para que permanecessem. O fato se consumaria de forma ainda pior: dois dias depois, não apenas dois, mas quatro assessores diretos de Guedes deixaram o governo.

Por dentro das empresas

Como de hábito, o RR destacou-se também por antecipar algumas das principais informações do universo corporativo de 2021. Em 19 de janeiro, a newsletter cravou que o IPO da Caixa Seguridade seria realizado em abril, o que se confirmou três meses depois. Em 10 de fevereiro, a newsletter revelou o interesse da cearense Pague Menos em comprar a rede de drogarias Extrafarma, até então pertencente ao Grupo Ultra.

O negócio se consumaria em 18 de maio. Em 25 de março, o assinante do RR soube que a Equatorial Energia entraria na disputa pela Companhia Energética do Amapá. Não só entrou como arrematou a empresa. Em 14 de maio, a publicação revelou não apenas o interesse da CSN em comprar as operações da LafargeHolcim no Brasil, mas também as tratativas entre Votorantim e InterCement, leia-se o Grupo Mover (antiga Camargo Corrêa) para adquirir os ativos de forma fatiada. Em 30 de junho, outros veículos confirmariam as gestões entre Votorantim e Mover.

No fim das contas, a CSN sairia vencedora na disputa pelos negócios da LafargeHolcim. Em 13 de agosto, o RR publicou, de forma exclusiva, as negociações para a venda da fabricante de fertilizantes Heringer à russa Eurochem. Não deu outra: a operação seria fechada pouco antes do Natal. Em 8 de setembro, a newsletter antecipou que dificilmente o IPO da Unigel seria realizado em razão das condições financeiras da empresa.

Dois meses depois, a abertura de capital foi suspensa. Ao apagar das luzes de 2021, mais um furo. Em 22 de dezembro, o RR informou que a Petrobras estava prestes a fechar a venda de mais um ativo ainda neste ano. No dia seguinte, a estatal anunciou a alienação de um pacote de participações no Polo Carmópolis, em Sergipe, por US$ 1,1 bilhão. Por razões óbvias, 2022 promete ser um ano de fortes emoções. Mas, com o RR, não há polarizações. O único lado da newsletter é o compromisso de levar a seus assinantes informações e análises exclusivas. A todos, um Feliz Ano Novo!

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29.10.21

Saúde é o que interessa

O setor de saúde é o novo alvo do Canada Pension Plan Investment Board (CPP) no Brasil. O fundo canadense vai investir na aquisição de healthcares. A CPP, que acaba de fechar uma mega associação com a Votorantim na área de energia, já soma R$ 28 bilhões em ativos no Brasil.

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14.05.21

Votorantim e InterCement querem a LafargeHolcim em fatias

Os Ermírio de Moraes e a família Camargo podem colocar um novo ingrediente nos planos de IPO da CSN Cimentos. O RR apurou que a Votorantim e a InterCement, leiase Camargo Corrêa, estariam conversando sobre a possibilidade de uma aquisição fatiada dos ativos da LafargeHolcim no Brasil, avaliados em aproximadamente US$ 1 bilhão.
A CSN Cimentos mira o mesmo alvo. Muito provavelmente, o IPO da empresa contempla o investimento. A hipótese do dueto entre a Votorantim e a InterCement não chegaria a atingir no coração a abertura de capital da empresa de Benjamin Steinbruch, mas, de alguma forma, poderá interferir na oferta de ações.
A coalizão cimenteira permitiria à Votorantim e à InterCement contornar o Cade. As duas empresas partem da premissa de que uma investida-solo de qualquer uma delas provavelmente esbarraria no órgão antitruste. No caso de comprar, sozinha, todas as operações da LafargeHolcim no país, a InterCement saltaria de 16% para 27% do mercado nacional. Pode até soar como um índice palatável para o Cade. No entanto, em algumas regiões do país, o market share se aproximaria dos 40%. Em relação à cimenteira dos Ermírio de Moraes, o risco de o Cade brecar uma oferta solitária seria ainda maior. Líder do mercado brasileiro, a Votorantim soma cerca de 36% do setor. Com a aquisição das operações do grupo franco-suíço, passaria a controlar quase metade (cerca de 47%) das vendas de cimento no país. O caso mais agudo de concentração se daria no Sudeste, onde estão cinco das dez fábricas da LafargeHolcim e sete das 28 unidades da Votorantim. Ressaltese que a CSN Cimentos não teria esse problema. A empresa soma apenas 5% de participação no mercado nacional.
Não obstante se tratar de uma operação de difícil execução, Votorantim e InterCement teriam motivos fortes para buscar um modelo de negócio que lhes permitisse fisgar a operação da LafargeHolcim no Brasil. Uma preocupação em comum seria fechar a porta para a possível entrada de um novo competidor no país. A mexicana Pemex e a colombiana Argos também estariam entre as candidatas ao negócio. No caso específico da InterCement, há um segundo movimento defensivo em relação à própria CSN. O braço cimenteiro da Camargo Corrêa tenta proteger sua posição de vice-líder do setor. Com a operação da LafargeHolcim, a CSN ficaria muito perto de superar a InterCement e assumir esse posto.

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14.05.21

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram
o assunto: Votorantim, InterCement,
CSN e LafargeHolcim.

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03.12.20

Pleno vapor

A Votorantim está ampliando a produção de cimento em suas fábricas. Com o aumento do número de “obras formiguinhas” na pandemia, o insumo está em falta. Procurada, a empresa confirma que “vem tomando medidas para maximizar sua produção.”

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