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planos
14.05.21

Votorantim e InterCement querem a LafargeHolcim em fatias

Os Ermírio de Moraes e a família Camargo podem colocar um novo ingrediente nos planos de IPO da CSN Cimentos. O RR apurou que a Votorantim e a InterCement, leiase Camargo Corrêa, estariam conversando sobre a possibilidade de uma aquisição fatiada dos ativos da LafargeHolcim no Brasil, avaliados em aproximadamente US$ 1 bilhão.
A CSN Cimentos mira o mesmo alvo. Muito provavelmente, o IPO da empresa contempla o investimento. A hipótese do dueto entre a Votorantim e a InterCement não chegaria a atingir no coração a abertura de capital da empresa de Benjamin Steinbruch, mas, de alguma forma, poderá interferir na oferta de ações.
A coalizão cimenteira permitiria à Votorantim e à InterCement contornar o Cade. As duas empresas partem da premissa de que uma investida-solo de qualquer uma delas provavelmente esbarraria no órgão antitruste. No caso de comprar, sozinha, todas as operações da LafargeHolcim no país, a InterCement saltaria de 16% para 27% do mercado nacional. Pode até soar como um índice palatável para o Cade. No entanto, em algumas regiões do país, o market share se aproximaria dos 40%. Em relação à cimenteira dos Ermírio de Moraes, o risco de o Cade brecar uma oferta solitária seria ainda maior. Líder do mercado brasileiro, a Votorantim soma cerca de 36% do setor. Com a aquisição das operações do grupo franco-suíço, passaria a controlar quase metade (cerca de 47%) das vendas de cimento no país. O caso mais agudo de concentração se daria no Sudeste, onde estão cinco das dez fábricas da LafargeHolcim e sete das 28 unidades da Votorantim. Ressaltese que a CSN Cimentos não teria esse problema. A empresa soma apenas 5% de participação no mercado nacional.
Não obstante se tratar de uma operação de difícil execução, Votorantim e InterCement teriam motivos fortes para buscar um modelo de negócio que lhes permitisse fisgar a operação da LafargeHolcim no Brasil. Uma preocupação em comum seria fechar a porta para a possível entrada de um novo competidor no país. A mexicana Pemex e a colombiana Argos também estariam entre as candidatas ao negócio. No caso específico da InterCement, há um segundo movimento defensivo em relação à própria CSN. O braço cimenteiro da Camargo Corrêa tenta proteger sua posição de vice-líder do setor. Com a operação da LafargeHolcim, a CSN ficaria muito perto de superar a InterCement e assumir esse posto.

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14.05.21

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram
o assunto: Votorantim, InterCement,
CSN e LafargeHolcim.

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03.12.20

Pleno vapor

A Votorantim está ampliando a produção de cimento em suas fábricas. Com o aumento do número de “obras formiguinhas” na pandemia, o insumo está em falta. Procurada, a empresa confirma que “vem tomando medidas para maximizar sua produção.”

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19.11.20

Cimento digital

A Votorantim desponta entre as empresas mais atuantes no desenvolvimento e aquisições na área digital. Quem diria. Do cimento para as startups.

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09.11.20

Mapa da mina

Na Casa Civil, o projeto que será encaminhado à Câmara autorizando a mineração em faixa de fronteira já ganhou a alcunha de “Lei Ermírio de Moraes”. A Votorantim é líder do ranking de pedidos de pesquisa e lavra, com mais de 130 requisições.

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28.09.20

Saudade dos velhos Ermírio de Moraes

A iniciativa do Votorantim de criar uma espécie de foro em prol da cidadania e da cultura democrática merece todos os elogios. A empresa está saindo do casulo em que se meteu depois do falecimento de Antônio Ermírio de Moraes. Mas lá em cima, no firmamento, o patriarca José Ermírio e seu filho, Dom Antônio, devem estar conversando entre si que, no seu tempo, a valsa era outra em relação aos desatinos do governo. O projeto de marketing institucional do Votorantim, repetimos, merece loas, mas não substitui a ação política sem medo dos antigos donos da empresa. Se os Ermírio de Moraes “para valer” estivessem entre nós, o bonapartismo de Bolsonaro e a falta de uma política industrial estariam sendo duramente questionados. Pena! Seguirão com o discurso da cidadania e da democracia, cheios de dedos.

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28/09/20 6:51h

capeto

disse:

Se os Ermírio de Moraes estivessem adotando um discurso crítico à falta de planejamento econômico e de uma política industrial, o RR estaria acusando-os de ultrapassados, anacrônicos e egoístas. Até parece que o RR não é dos que adotam a infame agenda do "politicamente correto"...

25.08.20

Meia volta, volver

Os Ermírio de Moraes estudam a venda das operações em cimento da Votorantim na Bolívia e na Turquia. A instabilidade política e a baixa contábil de R$ 273 milhões que o grupo foi forçado a fazer referente a ativos nos dois países formaram uma mistura intolerável.

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21.07.20

Votorantim e cia. na mira do Cade

O setor de construção civil decidiu abrir guerra contra a indústria cimenteira. Segundo o RR apurou, um pool de entidades prepara-se para acionar o Cade, acusando os fabricantes de cimento de formação de cartel. Os maiores alvos são Votorantim, Intercement e Lafarge Holcim, que, juntas, controlam mais de 70% do mercado brasileiro. Todas já carregam a mácula de uma condenação no Cade.

O trio estava entre as seis empresas que, em 2014, foram multadas em R$ 3,1 bilhões por cartelização. Farta documentação está sendo reunida e será enviada ao órgão antitruste. De acordo com a mesma fonte, os construtores acusam as cimenteiras de terem realizado, no último mês, reajustes sincronizados dos preços e dentro de intervalos próximos.

As maiores “coincidências” teriam sido registradas na saca de 50 kg. Do outro lado da mesa estão entidades, notadamente de São Paulo, como o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), o Sindicato da Construção Civil (Sinduscon-SP) e o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintracon-SP). O trio assinou o manifesto divulgado na semana passada contra o aumento dos preços do cimento. Procurado, o Sinduscon-SP afirma que “houve sincronização de reajustes” dos valores do insumo. Sobre a ação no Cade, a entidade não quis se pronunciar. Consultadas, Votorantim, Intercement e LafargeHolcim não quiseram se manifestar. Secovi-SP e Sintracon -SP também não se pronunciaram.

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23.11.17

Credores da Queiroz Galvão caminham sobre uma corda bamba

Apertar de vez o cerco à Queiroz Galvão, sob o risco de empurrá-la para um indesejável processo de recuperação judicial, ou seguir preso a uma negociação que não avança? Este é o dilema que aflige os bancos credores da companhia, entre os quais destacam-se Santander, Safra, Votorantim e Credit Suisse. Quase um ano após
a contratação da consultoria Alvarez & Marsal, o processo de repactuação da dívida do grupo pouco saiu do lugar – ao contrário do passivo, que, nesse período teria rompido a barreira dos R$ 10 bilhões.

Segundo o RR apurou, outros bancos, como o Santander, cogitam seguir os passos do Votorantim e executar na Justiça seus créditos contra a Queiroz Galvão – a instituição financeira dos Ermírio de Moraes cobra em juízo o pagamento de aproximadamente R$ 440 milhões. Trata-se, no entanto, de um movimento arriscado, que pode se transformar em um tiro no pé dos espanhóis e dos demais credores. O processo de negociação da dívida da Queiroz Galvão tornou-se uma guerra de nervos. Os acionistas da companhia jogam pôquer com os credores e usam o próprio risco de uma recuperação judicial como forma de domar os bancos.

É tudo o que eles não querem. A esta altura, os credores serão os grandes derrotados caso a Queiroz Galvão mergulhe em um processo de RJ, que congelaria o pagamento de qualquer dívida sabe-se lá por quanto tempo. A situação se agrava pelas notórias dificuldades do grupo de fazer caixa com a venda de suas operações. A construtora está fora do game: praticamente sumiu do mapa, tragada pela Lava Jato.

Nos últimos meses, a empresa tentou, em vão, negociar seu parque eólico, pendurado na Queiroz Galvão Energia, por um valor aproximado de US$ 500 milhões. O ativo mais “vendável” do grupo é a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP). Segundo o RR apurou, Total e Statoil já demonstraram interesse pela companhia. Um fundo de private equity inglês também avalia o negócio.

O problema, o grande problema, é o preço. A família está pedindo algo em torno de R$ 4 bilhões pela QGEP, praticamente o dobro do valor de mercado (R$ 2,1 bilhões). Não há prêmio de controle ou qualquer outra variável que justifique a cifra. A QGEP já não tem mais o que sempre foi o seu melhor ativo – a participação no bloco BM-S-8, mais conhecido como Carcará – vendido neste ano para a própria Statoil. Do portfólio da empresa, apenas uma concessão já está em produção, o Campo de Manati, no litoral baiano. Todo o restante da sua carteira é composto por ativos ainda em fase de exploração ou desenvolvimento.

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10.11.17

Disputa

Votorantim e o Itaú disputam a pole position entre as corporações com investimento em maior número de startups. Ambas estão acima de 100 projetos.

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