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07.07.21

Via de mão dupla

Além da adesão ao Mover (Movimento Equidade Racial), que reúne 45 corporações, a Via vai lançar uma série de ações internas para incentivar a contratação de pessoas LGBTQIA+. Se há uma empresa que precisa reafirmar seu compromisso social é a antiga ViaVarejo. Ainda que indiretamente, a imagem institucional da rede varejista de Michael Klein foi duramente atingida pelas acusações de crimes sexuais contra seu pai e fundador das Casas Bahia, Samuel Klein.

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16.03.21

ViaVarejo estuda spinoff

A ViaVarejo estuda a cisão da sua operação de e-commerce com vistas a um futuro IPO.

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19.02.21

Saldo negativo

O RR apurou que a ViaVarejo planeja abrir aproximadamente 90 lojas neste ano. Boa notícia? Sim e não. De acordo com a mesma fonte, a rede deverá fechar cerca de 150 pontos de venda ao longo de 2021. São unidades pouco rentáveis localizadas próximas a outras lojas do grupo mais lucrativas.

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11.01.21

Os Klein são um pote até aqui de mágoa

As acusações de estupro e aliciamento de mulheres contra o empresário Saul Klein reabriram velhas e profundas feridas entre os herdeiros de Samuel Klein, fundador das Casas Bahia. Pessoas próximas ao clã relatam que Phillip Klein, filho de Saul, tem buscado o apoio de familiares para conseguir a interdição do pai na Justiça. Phillip alega que o empresário está dilapidando seu patrimônio. O imbroglio consanguíneo é agravado pela turbulenta relação entre Saul e seu irmão Michael Klein, principal acionista da ViaVarejo. O clima belicoso vem do final da década passada, em uma história insondável até mesmo para os familiares. Um forte desentendimento fez com que Saul vendesse sua parte na Casas Bahia e abandonasse os negócios do grupo.

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22.12.20

Viva o consumo

O GIC, fundo soberano de Cingapura, está encarteirando um expressivo volume de ações de varejistas brasileiras, a exemplo de Americanas e ViaVarejo.

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10.12.20

Carteira cheia

A gestora norte-americana BlackRock está se empanzinando de ações da ViaVarejo e do Grupo Pão de Açúcar. Mais um sinal de que o consumo deve bombar no fim do ano.

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11.11.20

E-commerce

A norte-americana BlackRock, um gigante que administra mais de US$ 6 trilhões, está em busca de ativos de e-commerce no Brasil. A gestora, ressalte-se, tem uma participação de 5% na ViaVarejo.

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23.10.20

ViaVarejo avança sobre a Ricardo Eletro

A ViaVarejo, de Michael Klein, estuda a aquisição de ativos da Ricardo Eletro. Segundo fonte de um banco de investimento envolvido nas negociações, a operação passaria pela compra da marca e de dois centros de distribuição, em Goiás e no Amazonas. A ViaVarejo ampliaria, assim, seu colar de bandeiras, já composto por Casas Bahia e Ponto Frio. Apesar da crise, a Ricardo Eletro ainda é uma marca com razoável recall em mercados como Minas Gerais e alguns estados do Nordeste. Em recuperação judicial, com aproximadamente R$ 4 bilhões em dívida, a empresa fundada por Ricardo Eletro é um “morto-vivo”: fechou todas as lojas físicas, demitiu 3,5 mil funcionários e opera apenas na internet.

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05.10.20

Cheiro de IPO no ar

Além cisão da rede atacadista Assaí, o Casino planeja criar uma nova empresa englobando todas as operações de e-commerce do Pão de Açúcar. O projeto passa pela reaquisição do Extra.com. Em uma operação tortuosa, a marca foi carregada pela ViaVarejo, quando da sua venda para Michael Klein.

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28.09.20

O voo compartilhado de Michael Klein

Michael Klein quer colocar a Icon Aviation, sua companhia de aviação executiva, em outra altitude. Klein vem mantendo conversações com José Afonso Assumpção, dono da Líder Aviação, para uma parceria na ponte aérea Rio-São Paulo. O cardápio de hipóteses vai do compartilhamento de aeronaves a uma joint venture. A Icon, ressalte-se, entrou recentemente na ponte aérea, ofertando assentos em seus jatos executivos ao valor de R$ 2 mil. A Líder também se prepara para operar voos regulares.

Ambas se aproveitam da brecha aberta pela Anac, que passou a permitir a venda de lugares avulsos em voos fretados até agosto de 2022, uma forma de ampliar a oferta no momento em que a aviação civil atravessa o ciclone da Covid-19. No setor, no entanto, a aposta é que a exceção vai virar regra e as companhias de aviação executiva entrarão definitivamente no mercado de voos regulares. Procurada, a Icon confirma o interesse em “firmar parcerias para otimizar o projeto de venda de assentos junto a outros operadores”.

A empresa afirma que “está desenhando um modelo de codeshare para ser discutido com outras operadoras”. Consultada sobre uma possível associação com a Icon, a Líder voou pela tangente e disse “não confirmar a informação”. A companhia afirmou que está realizando “estudos e análises para verificar a possibilidade da realização de voos com rotas pré-definidas”. Uma eventual associação entre a Icon e a Líder criaria uma simbiose bastante competitiva.

Negócio por negócio, a companhia da família Assumpção é muito maior, a começar pela frota, 59 aeronaves contra 19 da Icon. No entanto, na física, Klein tem um poder de fogo muito superior aos dos donos da Líder. Com uma fortuna pessoal estimada em R$ 6 bilhões, o dono da ViaVarejo tem combustível de sobra para brincar no setor de aviação.

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