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22.12.20

À Vale o que é da Vale

O naufrágio do Stella Banner, em fevereiro, na costa do Maranhão, não vai sair de graça para a Vale. Segundo fonte do MPF, o pedido de indenização à Justiça pode chegar à casa dos R$ 4 milhões. Além das despesas que a Marinha e o Ibama tiveram para retirar mais de 140 mil toneladas de minério do mar, há ainda outros custos, como aluguel de aeronaves e pagamento de horas extras a militares e servidores federais.

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09.11.20

Aliança Energia se come pelas beiradas

A Vale retomou as conversações para a compra da participação da Cemig na Aliança Energia – joint venture entre a mineradora e a empresa mineira. Em janeiro, quando houve uma primeira tentativa de acordo, a estatal pedia cerca de R$ 2 bilhões pela sua fatia de 45% no capital. Valeu a pena deixar o prato esfriar. Agora, se a Vale botar R$ 1,5 bilhão sobre a mesa, é bem capaz de levar. A Aliança reúne sete hidrelétricas em Minas Gerais e um parque eólico no Ceará.

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19.10.20

Lâmina afiada

A Vale está se inspirando no estilo da Petrobras de ceifadora do que vê dentro de casa. Está estudando uma série de corte de ativos e alguma redução na própria carne, para não dizer que não sofreu nada. O RR lamenta as perdas, caso ocorram.

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14.08.20

O Rio Paraguai virou sertão

As autoridades do setor elétrico do Brasil, Argentina e Paraguai discutem o aumento temporário da vazão das hidrelétricas no Cone Sul, na tentativa de facilitar o tráfego de barcaças no Rio Paraguai. Há praticamente um apagão no transporte fluvial de grãos na  região, onde a navegação de cabotagem sofre os efeitos da pior seca nos últimos 40 anos. Há mais de cem mil toneladas de carga paradas em portos ao longo do rio, devido à falta de navegabilidade. Estima-se que as perdas para os agricultores já esteja na casa dos US$ 30 milhões. Com viés de alta.

O problema não atinge apenas o agronegócio. No Porto de Ladário, há cerca de 1 milhão de toneladas minério de ferro da Vale paradas, esperando o embarque para a Argentina.

Aliás, a seca na região descortinou outro problema: o aumento do número de barcos com produtos contrabandeados que foram “naufragados” propositadamente, para evitar o flagrante da Polícia Federal.

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21.07.20

Trem da Vale vai atrasar

Provavelmente a Vale terá de esperar até 2021 pela prorrogação das licenças da Estrada de Ferro Carajás e da Vitória-Minas. Apesar
do empenho do ministro Tarcísio Freitas para acelerar o passo, há inúmeras pendências técnicas na ANTT. Depois da agência, o processo ainda terá de passar pela estação TCU. Não é viagem para menos de seis meses.

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03.07.20

Dividir para lucrar

A Vale pegou seus 51 mil empregados de surpresa. A quatro meses do fim do Acordo Coletivo, a companhia tem procurado sindicatos para negociar pactos regionais, quebrando uma tradição de anos. Os trabalhadores enxergam uma manobra da Vale para cindir as lideranças sindicais e reduzir o já pequeno poder de barganha dos funcionários.

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15.05.20

Minério al mare

Com o aval de autoridades da área ambiental, as 350 mil toneladas de minério de ferro da Vale acondicionadas nos porões do navio Stella Banner deverão ser despejados no mar. A embarcação, pertencente à sul-coreana Polaris Shipping, está encalhada na costa do Maranhão desde fevereiro. Este é o quarto acidente envolvendo um navio da empresa asiática a serviço da Vale desde 2017 – como informou o RR em 18 de março.

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13.05.20

“Rodovia da morte”

A Vale comprometeu-se com prefeitos da região a financiar parte do custo de duplicação da rodovia entre Mariana e Brumadinho. O projeto está orçado em R$ 1 bilhão. O montante que caberá à mineradora ainda não está decidido. O certo mesmo é que não há região no país onde a Vale precise tanto expiar suas culpas.

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04.05.20

Higienização

A Vale vai aplicar testes rápidos de coronavírus em todos os seus 51 mil funcionários. A checagem começará pelo Maranhão, onde dois trabalhadores da empresa já morreram por Covid-19. Todos os empregados farão três exames, um a cada 21 dias. Depois de Mariana e Brumadinho, esta é uma área na qual a Vale não tem o menor direito de errar.

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18.03.20

O inferno ambiental da Vale

Dona do Stellar Banner, navio que está à deriva no litoral do Maranhão com quase 300 mil toneladas de minério de ferro da Vale, a Polaris Shipping tem uma extensa folha corrida de serviços prestados à companhia brasileira. Em março de 2017, a embarcação Stellar Daisy naufragou na costa do Uruguai quando levava 260 mil toneladas de minério da Vale para a China. 22 tripulantes desapareceram. Poucos meses depois, o Stellar Unicorn, também a serviço da mineradora, teve de ser levado para reparos emergenciais após a descoberta de uma rachadura na parte exterior de um tanque. Quase na mesma época, um terceiro navio, o Stellar Queen – fretado adivinhem por quem? – ficou três semanas ancorado no Maranhão e precisou passar por manutenção urgente. É de se admirar que a Vale, marcada pelos acidentes ambientais e, sobretudo, pelas mortes de Mariana e de Brumadinho, não tenha o devido cuidado na escolha de seus parceiros.

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