fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
12.01.21

“Me ajuda a te ajudar”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, tenta atrair a VLI Logística, leia-se Vale, para o leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O investimento na construção do trecho entre Caetité e Ilhéus, na Bahia, seria a contrapartida da empresa para a renovação antecipada da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Mais do que isso: a VLI ajudaria a resolver um problema do próprio Freitas, que pena para encontrar interessados em disputar o leilão da Fiol. No entanto, segundo o RR apurou, a VLI prefere pagar o “pedágio” pela prorrogação do contrato de concessão da FCA de outra forma, com aportes na própria ferrovia. Procurada, a companhia informa que “investimentos decorrentes do processo de renovação da concessão começarão a ser discutidos apenas a partir da audiência pública agendada para 3 de fevereiro”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.12.20

Resíduos

A Fundação Renova, ligada à Vale, vai doar R$ 93 milhões para o Parque Estadual do Rio Doce, uma das mais antigas unidades de conservação de mata atlântica do país. Ótima iniciativa. Mas melhor mesmo seria se a mineradora pagasse de uma vez a indenização pela tragédia de Brumadinho.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O governo mineiro e o Ministério Público Estadual, de um lado, e a AGU e o Ministério Público Federal, do outro, vêm se desentendendo quanto ao valor total da indenização a ser cobrada da Vale pela tragédia de Brumadinho. A cada hora, sedentos por arrecadação, a União e o estado tentam puxar um pouco mais a cifra. Os valore exigidos já estão na casa dos R$ 55 milhões, quase o triplo da proposta máxima apresentada pela Vale – em torno de R$ 20 bilhões. Enquanto não se chega a um denominador comum, a companhia vai escapando da cobrança.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.10.20

Minas Gerais dá um “desconto” à Vale por Brumadinho

A crise fiscal dos estados tornou-se um “atenuante” para a mais grave tragédia ambiental e maior acidente de trabalho da história do Brasil, com 259 mortos. O RR apurou que o governo de Minas Gerais baixou o sarrafo e vai abrandar o valor da indenização a ser cobrada da Vale pelo rompimento da Barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho. Segundo a fonte da newsletter, o acordo deverá ser fechado até dezembro no valor de R$ 23 bilhões, cerca de R$ 7 bilhões a menos do que o governo mineiro havia estipulado inicialmente.

O deságio está vinculado à delicada situação financeira do estado. Minas Gerais precisa de dinheiro para ontem, ainda que isso signifique uma penalização menor pela catástrofe de Brumadinho. Melhor para a Vale. Em contrapartida ao “desconto”, a mineradora teria se comprometido a desembolsar ainda neste ano a primeira parcela da indenização, recursos estes que ajudariam o governo de Romeu Zema no pagamento do 13º salário do funcionalismo. A Vale está nadando em dinheiro, graças à alta dos preços do minério.

No primeiro semestre deste ano, teve um lucro líquido de R$ 5,5 bilhões, contra um prejuízo de quase R$ 7 bilhões entre janeiro e junho de 2019. Ou seja: a mineradora poderia ser magnânima em relação ao estrago que causou e não barganhar nem o valor nem o prazo de quitação da multa. Segundo a fonte do RR, a indenização deverá ser divida em até cinco pagamentos anuais. Procurado, o Governo de Minas informou que, em audiência realizada na última quinta-feira, “as partes evoluíram em premissas e nos fundamentos do acordo.” Uma nova audiência está marcada para 17 de novembro. Perguntado sobre valores e prazos de pagamento da indenização, o governo mineiro não se pronunciou. Também consultada, a Vale não se manifestou

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.09.20

Descarrilamento

A Vale é uma das grandes interessadas que o governo acelere a relicitação da Malha Oeste, no Mato Grosso – a atual concessionária, a Rumo Logística, já iniciou os trâmites para a devolução da licença. O impasse e o atraso nas obras de recuperação da ferrovia têm obrigado a empresa a recorrer ao transporte rodoviário, mais caro, para escoar cem mil toneladas de minério de ferro extraídas pelaMCR, subsidiária integral da Vale.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.08.20

Aliança enferrujada

A postura da Vale tem contribuído para arrastar a negociação de compra da participação da sócia Cemig na Aliança Energia. Quando a operação parece perto do desfecho, a mineradora recua e regateia o valor. Mesmo tendo que fazer caixa para arcar com uma dívida de R$ 13 bilhões, a Cemig resiste e mantém a pedida de R$ 2 bilhões pela sua parte.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.06.20

Vale vs. Brumadinho

Onde mais deveria semear empatia, a Vale planta rancor. A Prefeitura de Brumadinho pretende recorrer da decisão da Justiça, que autorizou a mineradora a retomar as obras de reparação na fatídica barragem de Córrego do Feijão. O município havia determinado a suspensão das atividades por conta da pandemia. Para a Vale, no entanto, a medida do prefeito Avimar Barcelos seria uma retaliação. Como se apenas o alcaide estivesse insatisfeito com a empresa. Não bastasse toda a tragédia, recentemente a Vale restringiu o pagamento integral de auxílio emergencial a nove bairros da cidade. O restante da população passou a receber só metade do benefício.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.06.20

A prosperidade da Vale

A Vale não tem do que reclamar da pandemia: já está vendendo minério com entrega para setembro a US$ 108, maior valor dos últimos dez meses. Boa notícia: sinal de que não faltará dinheiro para a companhia pagar o acordo adicional de indenização pelas mortes de Brumadinho, em negociação com o Ministério Público. O valor pode chegar ao equivalente a US$ 2 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.05.20

Renovação antecipada

O Ministério da Infraestrutura planeja acelerar as tratativas com a Vale para a renovação antecipada das concessões da Estrada de Ferro Carajás e da Vitória-Minas – os contratos atuais vencem em 2027. Na Pasta, a interpretação é que a decisão do TCU de autorizar a prorrogação da licença da Malha Paulista abriu a porteira para outras concessões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.03.20

A virada da Vale?

A Vale vai usar o novo coronavírus para voltar a ser uma “boa moça”. A meta é ser a primeira no ranking de doações para o combate à epidemia. Seja como for, é o caso de dar parabéns à companhia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.