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Ao conseguir adiar a assembleia de credores de Viracopos para outubro, a dupla UTC e Triunfo ganhou tempo não para negociar a dívida, mas, sim, para pular fora da concessão.

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10.06.19

As turbulências de Viracopos

Os sócios da concessionária de Viracopos – Triunfo, UTC e Engis – estão tentando barrar a transferência da operação à suíça Zurich e ao fundo IG4. Têm feito gestões junto à ANAC e ao Ministério de Infraestrutura na tentativa de evitar que o governo aceite proposta apresentada pela dupla, que condiciona a negociação à redução dos pagamentos da outorga e da redução dos investimentos exigidos no edital. Os advogados do consórcio alegam que as mesmas condições teriam de ser oferecidas anteriormente à atual concessionária – a Aeroportos Brasil Viracopos (ABV). Ocorre que os sócios da ABV não parecem estar em condições de barganhar nada com o governo. Em recuperação judicial, o consórcio deve cerca de R$ 2,6 bilhões ao BNDES e R$ 400 milhões à própria ANAC.

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A alemã Fraport AG Frankfurt entrou na disputa para ficar com a concessão do Aeroporto de Viracopos. Seu principal concorrente é a Zurich Airport. Hoje, a operação é controlada pela Triunfo Participações e pela UTC Engenharia. Os dois grupos estão dispostos a devolver a concessão caso o governo não autorize sua venda.

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17.08.18

Zurich Airport joga duro com o governo

A Zurich Airport aumentou a pressão da cabine nas negociações para assumir a concessão do Aeroporto de Viracopos, no lugar da Triunfo Participações e da UTC Engenharia. Nas tratativas mantidas com a Anac e o Ministério dos Transportes, o grupo tem condicionado o negócio ao recuo do governo em sua disposição de reabrir o terminal da Pampulha para voos comerciais. Na ótica dos suíços, o “favor” está muito bem pago. Do seu lado, a Zurich resolve um enorme problema para o governo ao tomar o manche de Viracopos e evitar a devolução da concessão pelos atuais acionistas, o que exigiria uma nova e desgastante licitação. Por sua vez, o meia volta volver em relação à reabertura da Pampulha evitaria um prejuízo para o Aeroporto de Confins, do qual o grupo suíço é sócio.

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16.07.18

Asiáticos em Viracopos

A Changi Airport, de Cingapura, que já está no Galeão, quer aterrissar no aeroporto de Viracopos. O pouso se daria com a compra das participações da UTC e da Triunfo. Ambas não veem a hora de saltar desse avião. A concessionária de Viracopos entrou em recuperação judicial com uma dívida de R$ 2,8 bilhões.

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03.05.18

UTC contesta decisão do Cade

A contenda entre a UTC Engenharia e o Cade deverá parar nos tribunais. A empresa, uma das figurinhas carimbadas da Lava Jato, pretende acionar o órgão antitruste na Justiça. Na semana passada, o Cade suspendeu o acordo de leniência firmado com a empreiteira e reabriu o processo que investiga sua suposta participação em um cartel na construção da Usina Angra 3. A UTC descumpriu sua parte no acordo ao não quitar a multa de R$ 139 milhões. Procurada pelo RR, a empresa confirma “o atraso no pagamento”, atribuindo-o ao fato de estar em “recuperação judicial, sem acesso aos seus recebíveis”. Sobre a decisão de acionar o Cade, a UTC não se pronunciou.

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16.02.18

Venda de Viracopos é um voo turbulento

A venda da concessão do Aeroporto de Viracopos está agora nas mãos da Casa Civil e da Anac. O pool de investidores turcos que negocia a compra das participações da UTC Engenharia e da Triunfo condiciona a operação ao reequilíbrio econômico do contrato e à consequente suspensão do pagamento da outorga. De certa forma, a exigência deixa o governo em córner. A alternativa seria a retomada da licença e uma nova relicitação. No entanto, na atual circunstância dificilmente o governo conseguirá repetir o resultado da primeira licitação: ágio de 160% e uma oferta de R$ 3,8 bilhões.

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05.12.17

Demissões na UTC

Desde julho, a UTC Engenharia teria demitido mais de três mil trabalhadores somente em Macaé, no Norte do Rio. A companhia, inclusive, teria planos de vender a sua base de operações na cidade fluminense. A unidade se tornou praticamente um elefante-branco depois que a Petrobras negou-se a firmar aditivos contratuais com a UTC, reteve pagamentos e incluiu a empresa no seu índex. Devastada pela Lava jato, a empreiteira do delator Ricardo Pessoa entrou em recuperação judicial, com uma dívida de R$ 3,5 bilhões.

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30.11.17

Risco de caducidade sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O tempo fechou sobre o aeroporto de Viracopos. Segundo o RR apurou, a hipótese de caducidade e relicitação da concessão vem ganhando altitude na Casa Civil e no Ministério dos Transportes por conta de arestas pontiagudas nas tratativas entre o governo e os acionistas privados do terminal. O pano de fundo são as negociações mantidas pela UTC Engenharia para vender sua participação de 45% na Aeroportos Brasil, por sua vez controladora da concessionária. O governo tem adotado uma postura rígida, desde já colocando uma série de condições para aprovar a operação.

A principal exigência é que o novo acionista e a Triunfo Participações, dona de outros 45% da holding, se comprometam a fazer um aporte de capital na concessionária. No caso da Triunfo, trata-se de algo pouco provável diante da delicada situação financeira da companhia – às voltas com uma recuperação extrajudicial e uma dívida em torno de R$ 2,5 bilhões. Setores do governo, a começar pela própria Pasta do Transporte, sempre mantiveram um pé atrás em relação à retomada da concessão, sobretudo pelo fato de que dificilmente haverá tempo para relicitar a licença em 2018.

No entanto, o impasse nas negociações e a fragilidade financeira da UTC e da Triunfo – ambas despedaçadas pela Lava Jato – criam uma zona cinzenta que pode levar à solução mais radical. Outro ponto de divergência diz respeito ao próprio contrato de concessão. O governo já sinalizou que é contrário a um novo reequilíbrio econômico do acordo, conforme pleito da Aeroportos Brasil. A concessionária alega que o ajuste aprovado pela Anac no fim de 2016 foi parcial e, portanto, não compensou a queda de receita e o descompasso com as projeções de faturamento que balizaram a privatização. Enquanto isso, as dívidas com o poder concedente aumentam. Em julho, a Triunfo não quitou a quinta parcela da outorga, de R$ 169 milhões, o que levou a Anac a acionar a seguradora para receber o valor. No ano passado, a UTC também deixou de honrar o pagamento da contribuição fixa.

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24.08.17

Lava Jato em Madri

A Lava Jato pretende colher na Espanha o depoimento de Rodrigo Tacla Duran, acusado de operar 12 contas offshore com recursos desviados de contratos públicos. Má notícia para as já enlameadas Mendes Junior e UTC Engenharia, que fariam parte do esquema. Em julho, a Lava Jato tentou a extradição de Duran, negada pela Justiça espanhola – ele tem dupla nacionalidade.

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