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30.03.22

Inflação de aço

A exemplo da CSN, a Usiminas vai anunciar ao longo do mês de abril um novo reajuste dos preços do aço. A alta deve ficar acima de 18%.

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21.01.22

Disputa de festim

A sucessão de Wilson Brumer e Flavio Penido, que deixaram, respectivamente, o comando do Conselho e a presidência executiva do Ibram, tem causado algumas trepidações na entidade. Um grupo de associadas, à frente CSN e Usiminas, está tentando reduzir o poder da Vale na escolha dos substitutos. Tarefa difícil.

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04.12.20

O aço disparou

Usiminas e CSN estão convictas de que ainda há espaço para um último reajuste nos preços do aço em 2020, durante o mês de dezembro. Ao longo deste ano, o aumento acumulado do produto já está próximo dos 50%. Só nos últimos quatro meses, as siderúrgicas promoveram três reajustes.

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19.10.20

Aço forte

A indústria siderúrgica está com a corda toda. Além da CSN, o RR teve a informação de que a Usiminas fará um novo reajuste dos preços do aço para novembro. Será o terceiro aumento do ano. Imaginem sem a pandemia…

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18.08.20

Coreografia bem ensaiada

A Usiminas deverá reajustar os preços dos aços planos em setembro, a exemplo da Gerdau. Entre montadoras e fabricantes de eletrodomésticos, não será nenhuma surpresa se CSN e ArcelorMittal também anunciarem aumentos para a mesma época. A indústria siderúrgica no Brasil é um coro afinadíssimo. Parece até o preço do coco vendido nas barracas de praia.

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27.02.20

Minoritários da Usiminas são só um detalhe

A reeleição de Sergio Leite para a presidência da Usiminas tornou-se um case de “desgovernança” corporativa. Nippon Steel e Ternium, que dividem o controle da siderúrgica, teriam anunciado a recondução de Leite ao cargo sem referendo do Conselho e sem comunicação prévia aos empregados da empresa, também acionistas e com dois representantes no board. Foi por esta razão que, dois dias depois, a companhia correu para desdizer o que havia dito, informando que a indicação de Leite ainda não foi aprovada. Consultada pelo RR, a Usiminas limitou-se a dizer que “as informações sobre o tema constam dos comunicados divulgados”.

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31.10.19

Cabo de guerra

Está aberta a temporada de queda de braço entre siderúrgicas e o setor automotivo. Usiminas e Arcelor Mittal já colocaram sobre a mesa um reajuste do preço do aço para 2020 na casa dos 25%. As montadoras, por sua vez, abriram as conversas em 18%.

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20.02.19

Usiminas em compasso de espera

A venda da Mineração Usiminas (Musa) está em banho-maria. Adviser da operação, o BTG segue no encalço de potenciais compradores há quase seis meses. Até o momento, no entanto, não surgiu qualquer investidor disposto a pagar o valor almejado pela Usiminas – algo em torno de R$ 1,2 bilhão pela sua participação de 70% da mineradora. Procurada, a Usiminas garante que o “processo de avaliação estratégica do ativo com o BTG Pactual segue em andamento e que não há, neste momento, qualquer estimativa sobre valor para a possível venda da Musa”.

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12.09.18

Justiça do Trabalho fecha o cerco à indústria siderúrgica

A indústria siderúrgica nacional está na mira da Justiça Trabalhista. Há uma mobilização por parte do Ministério Público do Trabalho (MPT) para a realização de uma devassa nas grandes usinas do setor. O objetivo é averiguar as condições de segurança oferecidas aos trabalhadores, a começar por CSN e Usiminas. Trata-se de uma resposta do MPT aos seguidos acidentes, com vítimas fatais, na siderurgia. Em pouco mais de uma semana, a Usiminas contabilizou a explosão de um gasômetro nas instalações em Ipatinga (MG), com 34 feridos, e a morte de um funcionário em uma de suas aciarias. Quase no mesmo dia, um trabalhador da usina da CSN em Volta Redonda sofreu fortes queimaduras ao ser atingido por um curto circuito. A indústria siderúrgica tenta se blindar de uma investida do MPT com números. Segundo o Instituto Aço Brasil, o setor investiu de 2008 a 2017 US$ 25 bilhões em suas operações,“prioritariamente em modernização tecnológica, meio ambiente e segurança no trabalho”. Ainda de acordo com a entidade, “100% das empresas associadas mantinham comitês formais de saúde e segurança no biênio 2016/2017”. Sobre os episódios na CSN e na Usiminas, o Instituto afirma que “os acidentes mencionados estão sendo investigados, sendo prematura qualquer consideração a respeito”.

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03.04.18

Anglo American joga detritos do Minas-Rio no colo da Techint

O quase permanente estado de litígio com a Nippon Steel na Usiminas periga se tornar o menor dos problemas da Techint no Brasil. O grupo ítalo-argentino está às portas de um contencioso com a Anglo American, tendo como pano de fundo o acidente ambiental nas instalações da mineradora em Santo Antonio do Grama, na Zona da Mata mineira. Os anglo-australianos já encontraram o “culpado” pelo sinistro: segundo o RR apurou, deverão acionar judicialmente a Tenaris, controlada pela Techint, responsabilizando-a pelos dois vazamentos de polpa de minério ocorridos no intervalo de apenas 20 dias.

A Anglo American teria identificado uma trinca no mineroduto supostamente em razão de uma falha no processo de fabricação do tubo, fornecido pela Tenaris. Nos bastidores, o “duto” entre as duas empresas já estourou. De acordo com a fonte do RR, na semana passada teria ocorrido uma série de reuniões entre executivos e engenheiros da Anglo American e da Tenaris, marcadas pelo tom beligerante e por mútuas acusações. Consultada pelo RR, a mineradora informou que “as causas dos vazamentos ainda estão sendo investigadas pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas e Universidade Federal de Minas Gerais”.

Disse ainda que, “neste momento não há estimativa dos impactos financeiros decorrentes dos incidentes.” Já a Tenaris não quis se pronunciar. A Justiça determinou o bloqueio preliminar de R$ 10 milhões da Anglo American para cobrir as primeiras ações de contenção do acidente. Por ora, no entanto, as consequências do duplo vazamento são incalculáveis, seja do ponto de vista ambiental, financeiro ou reputacional. Anglo American e Tenaris travam uma queda de braço não apenas para mitigar o risco jurídico e os custos econômicos, mas também para reduzir as fissuras sobre a sua imagem institucional.

Herança da MMX, de Eike Batista, o mineroduto Minas-Rio é o maior do mundo, com seus 530 quilômetros. Trata-se de um “cartão postal” tanto da Anglo American quanto da Tenaris, agora manchado pelos mais de 500 m3 de polpa de minério despejados, até o momento, na corrente fluvial da região de Santo Antônio do Grama. Os herdeiros do mítico industrialista italiano Agostino Rocca – o aliado de Mussolini que fugiu para a Argentina após a Segunda Guerra Mundial e lá criou a Techint – parecem viver seu inferno astral no Brasil. O acidente no Minas-Rio, o iminente contencioso com a Anglo American e a pecha de sujismunda do meio ambiente ameaçam aumentar o grau de criminalização dos ítalo-argentinos no país. A Techint, não custa lembrar, está envolvida na Lava Jato. O grupo foi declarado inidôneo pelo TCU por participar do esquema de propinas na construção da usina nuclear de Angra 3.

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