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18.04.22

Contrapartida

A Vitru Educação sinalizou ao Cade a disposição de vender parte das suas operações de ensino a distância. O movimento faz parte de uma intrincada negociação com o órgão antitruste para garantir a aprovação da compra da UniCesumar, um negócio da ordem de R$ 3,5 bilhões. A Superintendência Geral do Cade, não custa lembrar, já emitiu um parecer classificando a operação como “complexa”.

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07.03.22

Os dois “Cades”

A venda da UniCesumar para a Vitru Educação está provocando fissuras no Cade. Segundo uma fonte do próprio órgão, a tendência é que os conselheiros aprovem a operação, dando de ombros ao parecer técnico da Superintendência Geral (SG) do próprio colegiado. A SG classificou a operação como “complexa” devido à sobreposição e consequente concentração de mercado na área de educação a distância. Não seria a primeira vez que o Tribunal caminha na mão oposta da Superintendência. Recentemente, o Cade aprovou a fusão entre a HapVida e a Intermédica contrariando parecer contrário da SG.

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19.11.21

Papel moeda

A Uniasselvi estuda uma nova oferta de ações ou uma emissão de títulos de dívida. A conta da recente compra da UniCesumar, por R$ 3,2 bilhões, ficou pesada demais.

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09.09.16

Trinca de universidades se une para subir de classe

  As universidades Unicesumar, Uninove e Cruzeiro do Sul decidiram fazer uma fusão inédita no país. Depois de emplacarem separadamente um total de dez aquisições de instituições de ensino superior de médio porte – em negócios que atingiram R$ 1,2 bilhão nos últimos quatro anos –, o trio resolveu partir para o jogo no andar de cima do segmento. As companhias pretendem unir suas salas de aula e formar o terceiro maior grupo universitário do país, com 5% de participação de mercado, atrás apenas da Kroton/Estácio, com 23,5%, e da Unip (6,6%).  A fonte do RR, que está ajudando na operação, informou que as tratativas começaram há duas semanas e preveem uma divisão desigual do capital da nova empresa que reunirá os ativos dos três grupos. As paulistas Uninove e Cruzeiro do Sul deverão ficar com 40% das ações cada uma. O restante será entregue à paranaense Unicesumar, a menor entre as futuras parceiras, com 80 mil matrículas, contra 150 mil da Uninove e 130 mil da Cruzeiro do Sul. Ressalte-se que a gestora inglesa Actis, acionista desta última, decidiu não participar do enlace. Os britânicos pretendem vender sua participação de 40% na Cruzeiro do Sul antes da fusão. Sua saída, segundo a fonte do RR, já havia sido acordada anteriormente com os controladores do grupo, o empresário Hermes Figueiredo e a família Padovese.  A nova empresa que deverá ser criada pela Unicesumar, Uninove e Cruzeiro do Sul terá um faturamento de R$ 2,5 bilhões, bem acima da atual terceira colocada no ranking, a Laureate, dona da Universidade Anhembi Morumbi, com receita de R$ 1,8 bilhão. O Ebitda do trio chega a R$ 300 milhões e uma relação entre a dívida líquida e o Ebitda de 2,5 vezes – abaixo da média do mercado educacional, próxima de três vezes. A fusão ainda dará um caixa que permitirá uma alavancagem de aproximadamente R$ 500 milhões para novas aquisições. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Unicesumar e Uninove e Cruzeiro do Sul.

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