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29.05.19
ED. 6124

Nota alta

A gestora norte-americana CVC Partners, que administra mais de US$ 80 bilhões, estaria em negociações para a compra da Uniasselvi. A rede de ensino, que fatura cerca de R$ 350 milhões por ano, pertence ao trio Carlyle, Vinci Partners e Neuberger Berman. A CVC quer porque quer entrar no mercado brasileiro de educação: recentemente sondou também a Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz.

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28.12.18
ED. 6023

Educação e energia

A gestora norte-americana Neuberger Berman, que aportou R$ 375 milhões na Uniasselvi, prepara investimentos de alta voltagem em energia no Brasil.

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09.08.18
ED. 5928

Educação integrada

O fundo norte-americano Neuberger Berman, que comprou 25% da rede de universidades Uniasselvi, vai partir também para aquisições no segmento de ensino fundamental.

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27.03.18
ED. 5834

Direções opostas

Os acionistas da Uniasselvi remam em direções opostas. A Vinci defende o IPO da empresa de ensino; já o Carlyle, que acaba de suspender a oferta da Ri Happy por falta de demanda, quer vender o controle e pular fora do barco

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26.12.17
ED. 5773

Nota baixa

Após frustradas tratativas com Laureate e Ser Educacional, Carlyle e Vinci teriam oferecido a Uniasselvi à Anima Educação. Consultada, a Anima diz “não confirmar a informação”. Carlyle e Advent não quiseram comentar.

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20.11.17
ED. 5748

Impasse na venda da Uniasselvi

O impasse em torno de uma dívida de aproximadamente R$ 400 milhões com a Kroton tem adiado a venda da Uniasselvi. O fundo de private equity norte-americano CVC já teria apresentado uma oferta para ficar com as participações do Carlyle e da Vinci Partners na rede de ensino, mas há arestas em relação à assunção do passivo e ao tempo de quitação. A fatura é uma herança da venda da Uniasselvi para o Carlyle e a Vinci. À época, a própria Kroton, então controladora da empresa, financiou parte da negociação.

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Além da Uniasselvi, a GP Investimentos ronda o Grupo Objetivo, uma das maiores redes de ensino de São Paulo, pertencente a João Carlos Di Gênio.

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21.09.17
ED. 5709

Carlyle redesenha seu portfólio no Brasil

O Carlyle passa por um momento de rearrumação dos seus negócios no Brasil. Além da decisão já anunciada de vender a rede de ensino Uniasselvi e parte da varejista de brinquedos RiHappy, a gestora norte-americana procura também um comprador para a Urbplan, empresa de desenvolvimento imobiliário e urbano. Trata-se de um momento de inapetência pelo Brasil? Muito pelo contrário. O país receberá a maior parte dos recursos do novo fundo que o Carlyle está captando para investimentos na América Latina. Entre as prioridades, empresas de tecnologia e negócios na área de saúde avançada.

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 O norte-americano Apollo Group tenta comprar a Uniasselvi, rede de universidades adquirida pela Vinci Partners e pelo Carlyle há apenas um ano.

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apollo, Carlyle e Vinci.

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15.07.16
ED. 5412

Chaim Zaher promete pegar a Kroton na próxima curva

 Chaim Zaher não vai deixar barato para a Kroton a perda da Estácio. O empresário abriu os seus planos em conversa com o RR e, já na partida, deixou claro que a nova dona da universidade carioca deverá ganhar um concorrente de peso. “Não vou me aposentar. Estou pronto para a luta”, dispara. Chaim pretende juntar em uma mesma sala de aula a Unip, de João Carlos Di Genio; a Anima, liderada por Daniel Faccini Castanho; a Uniasselvi, dos fundos Carlyle e Vinci Partners; e a Ser Educacional, de Janguiê Diniz. Sua entrada no time se dará por intermédio de um fundo de investimentos em educação que ele pretende montar. Da salada sairia um grupo com 9% de mercado no ensino superior – maior do que a Estácio antes da fusão. Como um bom libanês, ex-mascate, Chaim é cauteloso nas assertivas até para não atiçar a gula dos concorrentes. “Temos um bom relacionamento com esses grupos e sabemos que a Kroton precisará de um tempo até conseguir aprovar a fusão no Cade e deglutir de vez a Estácio”, avalia o empresário de olho no gap de tempo que lhe é favorável. “Conversei com eles para comprarmos juntos a Está- cio. Não deu, mas estamos negociando intensamente sobre o que fazer”. Segundo Chaim, o que os une é um “atestado de sobrevivência”. Vai ser cada vez mais difícil concorrer com esse polvo gigante chamado Kroton-Estácio.  Ele aposta todas as suas fichas que o Cade vai aprovar a fusão da Kroton com a Estácio, estabelecendo apenas pequenas restrições. A gigante terá 23,5% de market share por número de matrículas, o que é relevante para um setor em que o segundo colocado soma 6,6%. A avaliação do empresário não esconde o sorriso no canto da boca. Afinal, se o Cade aprovar essa fusão, o caminho estará livre para que outro grupo semelhante seja formado. Com uma grande diferença. EnquanChaim Zaher promete pegar a Kroton na próxima curva to a Kroton segue uma estratégia de expansão com base em um modelo supermercadista, amontoando grupos em uma prateleira, Chaim pretende formar uma corporation controlada por lideranças do setor, com um projeto educacional de longo prazo  Apesar do indisfarçável abatimento, após 30 dias de batalha inclemente contra uma miríade de investidores de mercado instalados nos dois lados, tanto da Estácio quanto da Kroton, Chaim se diz fortalecido por aprender a lição. “Essa cara de cansado não dura dois dias”, diz. Ele descarta ser minoritário de fundos de private equity. “A lógica e o tempo de maturação dos projetos para eles são diferentes dos que são equacionados pelos empresários educadores.” E argumenta: “Comecei a montar um plano de crescimento para a Estácio, que levou dois anos, mas nunca consegui dar ideias e sugestões como educador para a companhia porque os gestores não deixavam”.  Chaim afirma que, quando vendeu a UniSEB para a Estácio, prometeram a ele a presidência do conselho, o que nunca foi cumprido. Para evitar uma guerra de foice, resolveu compor com Eduardo Alcalay, então chairman, para juntos formarem uma chapa única para o conselho da Estácio, em abril deste ano. “Meu objetivo era compor um conselho mais próximo de mim e fazer em seguida uma Oferta Pública de Ações”. No meio do caminho, surgiu a oferta hostil da Kroton, que derrubou tudo. Diante da falta de apoio dos fundos e da desistência da tropa de choque, formada por Ser Educacional, Uniasselvi e Anima, Chaim jogou a toalha. O esforço não foi em vão. Ele deverá sair da Está- cio com quase R$ 1 bilhão no bolso e uma disposição redobrada de formar um novo grande grupo educacional que, pelo menos, dê um freio nas pretensões monopolistas da Kroton. “Respeito o Rodrigo Galindo (presidente da Kroton), mas seremos adversários”, assegura.

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28.10.15
ED. 5236

Venda da Uniasselvi

  Rodrigo Galindo, acionista e presidente da Kroton, ainda tentou esticar um pouco mais as negociações para a venda da rede de universidades Uniasselvi, na expectativa de que surgisse um investidor disposto a pagar a pedida inicial do grupo, de R$ 1,6 bilhão. Mas, como Godot nunca chega, foi voto vencido e teve de engolir a oferta conjunta dos fundos Carlyle e Vinci, em torno de R$ 1,1 bilhão.

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