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A Trígono Capital estaria ampliando sua posição na Fundição Tupy, com seguidas compras em mercado. A gestora já é o terceiro maior acionista da companhia, atrás apenas da BNDESPar e da Previ. Em tempo: coincidência ou não, corre no mercado que o fundo de pensão pretende reduzir ou vender integralmente sua participação.

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05.09.16

Previ espreita a porta de saída na Tupy

 Ou o mercado todo está operando ou, então, está sendo operado. Nos últimos dias, circula pelas mesas de operação a informação de que a Previ vai se desfazer da sua participação na Tupy. A voz corrente é que o fundo de pensão já estaria, inclusive, formatando uma oferta das ações em bolsa. A perspectiva do anúncio tem se refletido na alta do papel: em pouco mais de um mês, a ação da fundição Tupy subiu quase 20%. A Previ detém 26% da companhia. Tomando-se como base apenas o atual valor de mercado da empresa, portanto, sem qualquer ágio, a fatia do fundo de pensão gira em torno dos R$ 515 milhões.  A venda da participação na Fundição Tupy seria motivada pela necessidade da Previ de fazer caixa para amortizar seu déficit atuarial, na casa dos R$ 15 bilhões. Vai pelo mesmo caminho a decisão de aproveitar a venda da sua fatia de 29,5% na CPFL. O fundo de pensão deverá pegar carona na saída da Camargo Corrêa para também negociar o seu quinhão na distribuidora de energia para a State Grid. A área técnica da Previ já recomendou que a fundação aceite a oferta de R$ 25 por ação feita pelos chineses. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Previ.

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