fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
09.07.20

CCR e Triunfo são quebra-molas no caminho de Tarcisio Freitas

O ministro Tarcisio Freitas vai ter de dar nó em pingo d´água para equacionar o impasse em torno da Nova Dutra e da RioJuiz de Fora. Suas controladoras, respectivamente CCR e Triunfo Participações, estão pleiteando contrapartidas financeiras para permanecer à frente do negócio até que ocorra a relicitação das duas concessões rodoviárias. A CRT, operadora da Rio-Além Paraíba, deve ir pelo mesmo caminho.

Uma das condicionantes seria a flexibilização para o aumento do pedágio, até como forma de compensar as perdas decorrentes da quarentena. A esta altura, o problema é do governo e não das empresas. A rigor, CCR, Triunfo e CRT estarão livres para devolver as concessões à União em fevereiro de 2021, quando se encerram os contratos. Seria um timing mais do que confortável para o governo realizar os três leilões ainda neste ano, como era o plano inicial.

Mas, havia uma pandemia no meio do caminho. Nas últimas semanas, Tarcisio Freitas abriu conversações com os três grupos para que eles sigam no comando das concessões por mais alguns meses em 2021, até a realização da nova licitação. Qual o tempo de vigor desse contrato-tampão? Aí é que está a questão. Com a crise, a probabilidade dos leilões ocorrerem apenas no segundo semestre é alta, e os investidores não vão arcar com eventuais prejuízo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.18

As idas e vindas da Triunfo

A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) tem irritado os candidatos à compra da sua participação na empresa de energia Tijoá devido aos bruscos ziguezagues nas negociações. A cada hora, a TPI pede um valor diferente e coloca uma condicionante sobre a mesa – como se um grupo em recuperação extrajudicial e com um passivo de R$ 2 bilhões a descoberto estivesse confortável para fazer exigências. Segundo o RR apurou, além das chinesas SPIC e Zhegiang Energy Group, a conterrânea State Grid também entrou no páreo. A Tijoá controla a hidrelétrica de Três Irmãos, a maior do Rio Tietê.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A alemã Fraport AG Frankfurt entrou na disputa para ficar com a concessão do Aeroporto de Viracopos. Seu principal concorrente é a Zurich Airport. Hoje, a operação é controlada pela Triunfo Participações e pela UTC Engenharia. Os dois grupos estão dispostos a devolver a concessão caso o governo não autorize sua venda.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.17

Risco de caducidade sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O tempo fechou sobre o aeroporto de Viracopos. Segundo o RR apurou, a hipótese de caducidade e relicitação da concessão vem ganhando altitude na Casa Civil e no Ministério dos Transportes por conta de arestas pontiagudas nas tratativas entre o governo e os acionistas privados do terminal. O pano de fundo são as negociações mantidas pela UTC Engenharia para vender sua participação de 45% na Aeroportos Brasil, por sua vez controladora da concessionária. O governo tem adotado uma postura rígida, desde já colocando uma série de condições para aprovar a operação.

A principal exigência é que o novo acionista e a Triunfo Participações, dona de outros 45% da holding, se comprometam a fazer um aporte de capital na concessionária. No caso da Triunfo, trata-se de algo pouco provável diante da delicada situação financeira da companhia – às voltas com uma recuperação extrajudicial e uma dívida em torno de R$ 2,5 bilhões. Setores do governo, a começar pela própria Pasta do Transporte, sempre mantiveram um pé atrás em relação à retomada da concessão, sobretudo pelo fato de que dificilmente haverá tempo para relicitar a licença em 2018.

No entanto, o impasse nas negociações e a fragilidade financeira da UTC e da Triunfo – ambas despedaçadas pela Lava Jato – criam uma zona cinzenta que pode levar à solução mais radical. Outro ponto de divergência diz respeito ao próprio contrato de concessão. O governo já sinalizou que é contrário a um novo reequilíbrio econômico do acordo, conforme pleito da Aeroportos Brasil. A concessionária alega que o ajuste aprovado pela Anac no fim de 2016 foi parcial e, portanto, não compensou a queda de receita e o descompasso com as projeções de faturamento que balizaram a privatização. Enquanto isso, as dívidas com o poder concedente aumentam. Em julho, a Triunfo não quitou a quinta parcela da outorga, de R$ 169 milhões, o que levou a Anac a acionar a seguradora para receber o valor. No ano passado, a UTC também deixou de honrar o pagamento da contribuição fixa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.09.17

Na Norte-Sul, Steinbruch tem um culpado

A família Steinbruch deverá colocar mais pólvora no contencioso com a Triunfo Participações. Segundo o RR apurou, o Banco Fibra, controlado pelo clã, pretende entrar na Justiça com um pedido de indenização milionária contra o grupo, seu sócio na Tiisa Infraestrutura e Investimentos, por sua vez responsável pela construção de um trecho da ferrovia Norte-Sul. Acionista minoritário do consórcio, com 12,5%, o banco cobra da Triunfo o ressarcimento pelos prejuízos causados pela interrupção das obras e pelo bloqueio de R$ 56 milhões nas contas da Tiisa, a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Ambos investigam denúncias de superfaturamento no projeto. A contenda entre os Steinbruch e a Triunfo estourou no início do ano, com a paralisação das obras. O Banco Fibra já solicitou a contratação de uma auditoria externa para passar um pente fino na contabilidade do consórcio e apurar as denúncias de corrupção. O escândalo envolve também ex-dirigentes da Valec, a começar pelo notório ex-presidente da estatal José Francisco das Neves, o Juquinha, já condenado a 10 anos de prisão. Para todos os efeitos, a contratação de empresas terceirizadas, assim como a relação com a Valec, estava na alçada da Triunfo Participações. Em tempo: quem dera Benjamin Steinbruch tivesse uma Triunfo para acusar dos malfeitos na construção da Transnordestina, a cargo da CSN.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.09.17

Lipoaspiração

A Triunfo Participações vai sair bem magrinha da recuperação extrajudicial. A ideia é ficar apenas com rodovias e vender todos os demais ativos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.