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28.05.18

O legado de J. Hawilla

A morte do empresário J. Hawilla , fundador da Traffic, não significa necessariamente a morte de suas memórias. Consta que o delator-mor do “Fifagate”, que levou à prisão do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, deixou um acervo de depoimentos inéditos tanto para a Justiça norte-americana quanto brasileira.

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19.09.16

Traffic mergulha na “Operação Desmanche”

 A Traffic, em outros tempos a maior agência de marketing esportivo da América Latina, está se desmanchando em gomos. O empresário J. Hawilla, delator-mor do “Fifagate”, partiu para a negociação em separado dos últimos contratos de transmissão que ainda compõem a carteira da companhia. Colocou à venda os direitos de exibição da Copa do Brasil. Segundo o RR apurou, um grupo chinês e uma tradicional empresa brasileira de marketing esportivo estudam a aquisição do contrato, que, além da transmissão do torneio pelos próximos seis anos, engloba a venda de placas publicitárias nos estádios. Na paralela, Hawilla também busca um comprador para os direitos de TV da Copa Sul-Americana. O último ato do desmonte da Traffic deverá ser a venda da luxuosa sede da empresa no Jardim Paulista.  Hawilla sabe que vai perder bastante dinheiro nesse jogo. O momento não é nada propício para a venda destes contratos. Como se não bastassem os efeitos da crise econômica, o segmento de marketing esportivo deverá ter uma freada em razão dos altos investimentos feitos pelas empresas privadas na Olimpíada. A dificuldade na venda de cotas de TV e de placas de publicidade certamente se refletirá na depreciação do valor dos contratos da Traffic. Hawilla, no entanto, não tem outra opção. A venda em fatias foi a alternativa que restou diante da ausência de investidores dispostos a herdar a marca – e as máculas – da Traffic, envolvida no escândalo de pagamento de suborno a cartolas. Além disso, não custa lembrar, o empresário precisa pagar US$ 151 milhões pelo acordo que fez com a Justiça americana. A multa e um punhado de delações permitiram que Hawilla trocasse uma penitenciária americana por uma tornozeleira eletrônica e um “exílio” em Miami. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Traffic.

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 – A investida de Carlos Sanchez e de Lírio Parisotto na área de mídia não ficará restrita à aquisição dos jornais e emissoras de rádio e TV da RBS em Santa Catarina. Sanchez, dono do laboratório EMS, e Parisotto, fundador da Videolar, miram agora na TV Bahia. A emissora, também afiliada da Rede Globo, pertence aos herdeiros de Antonio Carlos Magalhães. Ressalte-se que Tereza Magalhães, uma das filhas da ACM, desistiu da disputa judicial com a família pelo espólio do ex-governador baiano, o que impedia a venda de qualquer empresa. Procurada, a TV Bahia nega a venda do controle.  – O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, teria apresentado uma proposta pelo controle da TV Alterosa, de Minas Gerais, afiliada do SBT. A emissora atravessa uma delicada situação financeira, assim como outras empresas dos Diários Associados. Há cerca de dois meses, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação de quase uma semana, devido a atrasos no pagamento de salários. Ratinho, aliás, já é mais sócio do que empregado de Silvio Santos. Por meio da Rede Massa, é dono de retransmissoras do SBT no Paraná.  – J. Hawilla jogou a toalha. O empresário, que por muito tempo resistiu à ideia de vender o melhor dos seus negócios, procura um comprador para a TV Tem. Hawilla, que tenta, sem sucesso, passar à frente a agência de marketing esportivo Traffic, precisa se capitalizar com certa urgência. Nos próximos meses, terá de pagar US$ 150 milhões à Justiça norte-americana dentro do acordo de cooperação para se livrar do escândalo do Fifagate. A TV Tem, que opera em quatro cidades do interior de São Paulo, fatura por ano mais de R$ 1,2 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Massa, TV Alterosa e TV Tem.

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24.02.16

Olimpíada é a linha de chegada ou de partida do Hilton no Brasil

 O Hilton Worldwide está aguardando o suspiro da Olimpíada para tomar a decisão de encolhimento das suas operações no Brasil. Quem garante é uma fonte histórica do RR que conhece cada centímetro quadrado do grupo no país. Os norte-americanos ancoravam todas as suas expectativas de recuperação dos resultados no mercado brasileiro nos Jogos Olímpicos. Mas, a julgar pelos números à mão até o momento, a medalha do aumento da rentabilidade não virá. No centro do problema, o hotel da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, bairro que receberá boa parte das competições da Rio 2016. A menos de seis meses dos Jogos Olímpicos, o índice de reservas fechadas para agosto seria de apenas 50% – o Hilton esperava chegar a fevereiro com uma taxa de ocupação projetada acima dos 70%. A decepcionante performance da unidade da Barra da Tijuca é mais um problema de um empreendimento que já nasceu torto e começou a dar prejuízo antes mesmo de abrir as portas. O valor de construção ficou 20% acima do orçamento original, de R$ 150 milhões. Em apenas dez meses após a inauguração, os custos operacionais cresceram 25%. O cenário é tão preocupante que a Carvalho Hosken , dona do imóvel onde está instalado o hotel, já cogita até mesmo a hipótese de romper o contrato com a rede norte-americana. Segundo o RR apurou, a receita da construtora com o aluguel do edifício varia em função dos resultados do hotel.  Com mais de 4,3 mil hotéis em 100 países e um faturamento de US$ 10 bilhões/ano, o Hilton não consegue replicar nem uma fração desse poderio no mercado brasileiro. Sua operação no país vem encolhendo seguidamente. Nos últimos cinco anos, os norte-americanos desativaram hotéis em Belém, São Paulo e Minas Gerais. Sobraram apenas a operação da Barra da Tijuca e o Hilton São Paulo Morumbi. As promessas de duplicar o número de quartos no Brasil até 2017 ficaram no passado. À exceção da Barra da Tijuca, os novos projetos não saíram do papel, a maioria pela inapetência do próprio Hilton, quando não por golpes inusitados do destino. Em 2013, por exemplo, o grupo assinou um contrato com a HDauff, incorporadora de J. Hawilla, dono da Traffic e hoje “exilado” em Miami, para a construção de um hotel em São José do Rio Preto (SP). No entanto, o Hilton rompeu o acordo depois que Hawilla foi incriminado pela Justiça americana no escândalo do “Fifagate”. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hilton e Carvalho Hosken.

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26.08.15

J. Hawilla dá seus últimos chutes na Traffic

A exuberante combinação de mármore e vidro na entrada principal – há quem diga que o projeto serviu de inspiração para a nova sede da CBF – remete ao tempo em que J. Hawilla era o todo-poderoso do marketing esportivo no país. Hoje, no entanto, é o que é: apenas uma fachada. Da porta para dentro do prédio da Traffic, no Jardim Paulista, todos sabem que o jogo acabou. Com a reputação em frangalhos e uma carteira de contratos cadente, a empresa está à venda. O próprio Hawilla vem conduzindo as negociações de Miami, onde vive recluso após se declarar culpado por crimes de sonegação e corrupção, devolver US$ 151 milhões à Justiça norte-americana e, muito provavelmente, delatar antigos parceiros. Do outro lado da mesa, estão investidores chineses e árabes com negócios no futebol tanto na Ásia quanto na Europa. Hawilla está convicto de que o comprador terá de vir de uma dessas áreas cinzentas do mapa-múndi da bola. Hoje, a Traffic é um negócio para quem tem canela de aço e está acostumado a fugir de marcações cerradas. Da mesma maneira que o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, não vai nem ali no Paraguai com medo da Interpol, J. Hawilla não ousa sair de Miami. Há meses não pisa na sede da Traffic. O dia a dia da gestão está nas mãos de seu filho, Stefano Hawilla. Faltam-lhe, no entanto, o tempo de estrada e as conexões políticas do pai. Além disso, Stefano nunca foi muito chegado à atividade principal, a comercialização de espaços publicitários e dos direitos de transmissão de eventos esportivos. Ele dedica a maior parte de seu tempo à divisão de gerenciamento da carreira de atletas. O último grande ativo na carteira de contratos da Traffic é a representação comercial da Copa do Brasil, em consórcio com a Klefer. A companhia detém ainda os direitos sobre a Copa América do Centenário, programada para 2016, nos Estados Unidos. No entanto, depois da devassa do FBI na Concacaf, ninguém se arrisca a dizer se a competição será mesmo realizada. * A Traffic não quis comentar sobre o tema.

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12.06.15

Previdente

 O RR teve de fonte seguríssima a informação de que, antes de fechar o acordo com a Justiça norte-americana, J. Hawilla passou uma parte de seu patrimônio para os três filhos – Stefano, Rafael e Renata. Por meio da assessoria da Traffic, Hawilla negou a transferência de bens. Está feito o registro.

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29.05.15

“Fifagate”

Os advogados da CBF passaram as últimas 48 horas debruçados sobre o único contrato ainda em vigor com a Traffic, referente a  comercialização de placas de publicidade para a Copa do Brasil. A ordem de Marco Polo del Nero é romper imediatamente o acordo com o “quinta coluna” J. Hawilla. *** Wagner Abrahão, dono do Grupo aguia e parceiro da CBF na venda de ingressos, dormiu muito pouco nas últimas duas noites. Nas raras vezes em que conseguiu fechar os olhos, teve o mesmo pesadelo: agentes do FBI surgiam do nada carregando bilhetes para o serviço de hospitality na Copa de 2014.

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25.02.14

T4F e Dream Factory ensaiam um concerto societário

 O setor de entretenimento vive um período heavy metal. Além da redução da fatia da IMX, de Eike Batista, no Rock in Rio, e a consequente chegada da norteamericana SFX, outra sonora operação está prestes a subir ao palco. A T4F, do empresário Fernando Alterio, e a Dream Factory, do próprio Roberto Medina, ensaiam uma associação. O script passa pela criação de uma terceira empresa, com o capital dividido meio a meio. Com um faturamento consolidado da ordem de R$ 600 milhões, esta nova companhia assumiria boa parte dos eventos e projetos pendurados nas prateleiras da T4F e da Dream Factory, entre os quais os festivais de música Lollapalooza, Sónar e, acima de tudo e de todos, o Rock in Rio, reforçado pelos recursos da SFX. Procurada, a Dream Factory negou a operação. Esta não é a primeira vez que as duas empresas negociam uma parceria. Há cerca de três anos, T4F e Dream Factory chegaram a conversar sobre uma possível associação. a€ época, no entanto, o show não chegou sequer a  segunda música. As tratativas desafinaram diante da pretensão de Fernando Alterio de ser o acionista majoritário da operação. A intransigência do empresário se baseava nos números das respectivas empresas: a T4F fatura quase três vezes mais do que a Dream Factory. Não obstante a diferença de tamanho entre as companhias, Alterio estaria disposto a dividir o controle e a gestão do negócio com os Medina. Neste caso, ele joga as fichas no potencial de crescimento da Dream Factory e, sobretudo, no prestígio e na expertise de Roberto Medina. Esta parece ser uma aposta bem mais segura do que alguns dos projetos tocados pela T4F nos últimos anos, operações que pareciam ser um puro-sangue e, ao fim do páreo, se revelaram pangarés. O caso mais emblemático foi o da vinda ao Brasil da cantora Lady Gaga. Os prejuízos até hoje ecoam nas contas da T4F. Alterio também enxerga a associação com a Dream Factory como um movimento estratégico de defesa, diante da crescente concorrência no setor. Quem mais lhe incomoda, neste caso, é a Planmusic, que pertencia a  Traffic, de J. Hawilla, e foi vendida no fim de 2013 para o fundo de investimento Atico.

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16.07.13

Bola dividida

 As relações entre J. Hawilla, da Traffic, e um manda- chuva da mídia e – por que não? – do próprio futebol brasileiro andam estremecidas. O presidente da CBF, José Maria Marin, que nem cruza muito com Hawilla, é quem vem tentando selar a paz.

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14.02.13

Bola dividida

 José Maria Marín, presidente da CBF, está fazendo a caveira do outrora poderoso J. Hawilla, dono da Traffic.

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