fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
18.04.22

Tigre asiático

O RR apurou que a Tigre planeja entrar na China. De acordo com a fonte da newsletter, o projeto passa pela aquisição de uma fabricante local de tubos e conexões. A empresa mira não apenas o consumo chinês, mas a possibilidade de acessar outros mercados asiáticos. O investimento deverá ser o primeiro grande movimento após a chegada do Advent na companhia catarinense. Em fevereiro, os norte-americanos compraram 25% do capital por R$ 1,35 bilhão. A Tigre, ressalte-se, é um caso raro de empresa brasileira multinacional à vera: são 14 fábricas em nove países. No ano passado, fez um de seus principais movimentos no exterior: comprou a Dura Plastic, maior fabricante de componentes de PVC dos Estados Unidos. Procurada, a companhia não quis se pronunciar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.04.22

Donos do pedaço

A Pavco, uma das maiores fabricantes de tubos e conexões da Colômbia, estaria preparando seu desembarque no Brasil. Terá pela frente a tarefa difícil de concorrer contra Tigre e Amanco, que dominam mais de 80% do mercado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.11.21

Garras afiadas

Informação de cocheira: a Tigre, que já é uma das cinco maiores fabricantes de tubos e conexões dos Estados Unidos, tem planos de entrar no mercado mexicano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.01.17

Cão e gato

A mexicana Amanco, conhecida por seus tubos e conexões, está decidida a diversificar seus negócios no Brasil e entrar no ramo de louças e metais sanitários. A semelhança não é mera coincidência: não faz nem três meses que a Tigre, sua maior concorrente, anunciou o desembarque no segmento com a compra da Fabrimar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.09.15

Duratex tem um espaço reservado para os tubos da Tigre

O Itaú é o artífice de uma operação que poderá dar origem ao maior fabricante integrado de materiais de construção do país. Existem indícios de que o banco estaria em negociações com a família Hansen para a compra do controle da Tigre, líder do mercado brasileiro de tubos e conexões de PVC. A aquisição se daria por meio da Duratex, braço industrial da holding Itaúsa e controladora da Deca. Ao atarraxar todos estes canos numa só estrutura societária, os Setubal consolidariam um conglomerado industrial com faturamento da ordem de R$ 8 bilhões ao ano. O novo grupo seria líder absoluto em três segmentos da indústria de materiais de construção no país, com um terço das vendas de louças e metais sanitários, 40% de share na área de pisos e painéis de madeira e mais de 50% do mercado de tubos e conexões. A aquisição da Tigre é um desejo antigo do Itaú. A primeira investida se deu há cerca de três anos, mas as conversas não progrediram. Desta vez, há fortes indícios de que o desfecho será diferente. Em abril, Felipe Hansen, neto do fundador da Tigre, João Hansen Junior, ascendeu à presidência do Conselho de Administração. Desde então, a companhia teria mergulhado em um processo de reestruturação, cujo objetivo seria arrumar a casa para o futuro proprietário. Hansen está limpando antigos “passivos” da empresa. Segundo o RR apurou, a Tigre estaria demitindo vários funcionários com mais de 20 anos de casa. Ao mesmo tempo, o presidente executivo, Otto Von Sothen, vem implantando novas políticas de gestão e de meritocracia trazidas do setor financeiro. Outro sinal de que há algo maior prestes a acontecer na companhia. A família Hansen batizou de CRH o condomínio empresarial onde está localizada a matriz da fabricante de tubos. A medida denota uma preocupação em desvincular o empreendimento, que abriga outras empresas, da marca Tigre. Caberia ao Itaú/Duratex a missão de recuperar o elã da Tigre, que já rugiu bem mais alto no mercado brasileiro. Não obstante manter a liderança histórica do setor, o felino catarinense perdeu uma parcela expressiva do seu território – a companhia chegou a controlar quase 80% das vendas de tubos e conexões de PVC no país. A primeiríssima tarefa da Duratex seria frear a ascensão da Amanco. Em uma década, a multinacional de origem mexicana conquistou mais de 30% de share, seja por meio de uma agressiva política de aquisições de empresas de pequeno e médio porte, seja tirando mercado da própria Tigre. * A Tigre e a Dutarex não nos retornaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.