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20.04.21

CEEE-T na mira dos chineses

A chinesa Three Gorges, controladora da EDP Energia, desponta como forte candidata à privatização da CEEE-T, braço de transmissão da estatal gaúcha. O lance inicial é de R$ 1,6 bilhão.

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26.02.21

Alta voltagem

O RR apurou que a EDP, leia-se a chinesa Three Gorges, está embalando um elétrico plano de investimentos em geração renovável no Brasil.

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14.12.20

Duelo chinês

A privatização da CEEE, prevista para fevereiro de 2021, poderá ser marcado por uma disputa made in China: além da State Grid, a Three Gorges, dona da EDP, sinalizou ao governo gaúcho o interesse em participar do leilão da distribuidora.

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05.10.20

Luz verde

Na semana passada, em encontro reservado com deputados distritais, o governador Ibaneis Rocha praticamente acertou os ponteiros para a privatização da CEB. A ideia é que a distribuidora de energia seja leiloada ainda neste ano. Parlamentares ameaçavam brecar a operação. Mas, segundo um dos deputados presentes ao encontro confidenciou ao RR, uma nova rearrumação de cargos no governo do DF deverá selar o armistício.

Em tempo: no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, corre a informação de que a chinesa Three Gorges, dona da EDP, tem interesse em disputar a privatização da CEB.

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16.09.20

Lusco-fusco

Os executivos da EDP, leia-se a chinesa Three Gorges, já não disfarçam a impaciência com a ciclotimia do governador de Santa Catarina, Carlos Moises. Ora, Moisés fala com ênfase na privatização da Celesc; ora, recua. A EDP é parte interessadíssima no negócio. Não por outro motivo montou uma espécie de cabeça de ponte no capital da Celesc, com 28% das ações preferenciais.

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10.07.20

Geradoras de energia cobram sua “Conta Covid”

A “Conta Covid” está longe de resolver o curto-circuito no setor elétrico, causado pela pandemia. Os grandes grupos de geração – a exemplo de State Grid, Engie, Three Gorges/EDP, entre outros – estão pleiteando ao governo um pacote de ajuda específico para o segmento, similar ao concedido às distribuidoras no valor de R$ 16 bilhões. No modelo elaborado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Aneel e anunciado na semana passada, em tese caberá às empresas de distribuição receber os empréstimos da União e fazer com que esses recursos irriguem toda a cadeia do setor elétrico. Em tese. Na prática, as geradoras alegam que não vão ver a cor desse dinheiro. O argumento é que a maior parte do empréstimo será tragada na “fonte”, cobrindo os prejuízos das próprias distribuidoras. Até agora, das 53 concessionárias do segmento, 50 já solicitaram sua adesão à “Conta-Covid”.

As empresas de geração pressionam o governo valendo-se do principal trunfo que têm à mão: acenam com o risco de um apagão de investimentos no setor caso não recebam recursos públicos para atravessar a pandemia. O estoque de projetos do segmento soma mais de R$ 310 bilhões, contabilizando-se os leilões promovidos pela Aneel até o fim de 2019. A questão é de onde o Ministério de Minas e Energia vai tirar o dinheiro para uma eventual ajuda às geradoras? A cúpula do setor elétrico levou quase
quatro meses da pandemia para fechar o modelo da “Conta Covid” com a equipe econômica.

Em 16 de abril, a Aneel soltou uma nota técnica recomendando uma renegociação entre agentes de geração e distribuição para a “modulação de pagamentos relativos à compra de energia”. Para hidrelétricas, térmicas e congêneres foi o popular “resolvam vocês aí”. Além do risco de suspensão de investimentos na área de geração, em um cenário mais radical o Ministério de Minas e Energia já vislumbra uma nova onda de ações na Justiça. Como se o passivo judicial do setor elétrico no Brasil, da ordem de R$ 40 bilhões, já não fosse o suficiente.

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25.11.16

A maior fatia

Além dos US$ 800 milhões que receberá da Three Gorges pela venda da Geração Paranapanema, a Duke Energy ainda vai colocar um trocado no bolso antes de deixar o Brasil. Os acionistas da distribuidora aprovaram o pagamento de dividendos de R$ 178 milhões até o fim do ano. Por acionistas, leia-se basicamente a própria Duke Energy, que tem direito a 95% do bolo.

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07.11.16

Resseguro

A China Reinsurance tem planos de entrar no Brasil. O alvo prioritário é o IPO do IRB, que deve ocorrer em 2017. A companhia chinesa tem forte atuação em resseguros para o setor elétrico. Qualquer semelhança com o avanço das conterrâneas State Grid e Three Gorges no Brasil não é mera coincidência.

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05.08.16

Renova Energia é mais uma lâmpada queimada na Cemig

 O colar de ativos da Cemig nas áreas de distribuição, transmissão e geração está se desmanchando na velocidade da luz. Além da Light e da Taesa , que já estão na prateleira, a companhia também colocou à venda sua participação na Renova Energia. A Cemig é a maior acionista individual, com 44% do capital ordinário. Segundo o RR apurou, o negócio já foi oferecido à canadense Brookfield e à chinesa Three Gorges . Ressalte-se que os asiáticos são apontados também como fortes candidatos à aquisição da parte da própria Light na Renova (20,8%). A operação é conduzida paralelamente e deve ser concluída antes mesmo de uma eventual venda do controle da distribuidora fluminense.  A Cemig quer não apenas fazer caixa com a venda da participação na Renova Energia, mas, sobretudo, se livrar das futuras obrigações financeiras com a empresa. Estima-se que apenas as 25 usinas eólicas na Bahia exijam dos sócios um desembolso da ordem de R$ 3,5 bilhões pelos próximos 12 meses. A Renova Energia se tornou uma máquina de moer dinheiro, notadamente dinheiro do Tesouro de Minas Gerais. No início deste ano, a Cemig foi a única acionista a subscrever a chamada de capital na Renova Energia de aproximadamente R$ 700 milhões, sendo obrigada a aumentar a fórceps a sua fatia no capital. Dois anos antes, os sócios já haviam aportado outros R$ 3,5 bilhões na empresa. No meio do caminho, mais precisamente em maio de 2015, a Renova ainda vendeu um pacote de usinas eólicas por cerca de R$ 1,6 bilhão. Não deu nem para a saída. Os recursos foram rapidamente tragados por projetos, àquela altura, ainda em fase de implantação. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Cemig, Brookfield e Three Gorges.

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22.03.16

Three Gorges

A chinesa Three Gorges é candidata a ficar com as linhas de transmissão da Abengoa no Brasil.

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