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02.05.22

Uma dor de cabeça a mais para o Ministério da Saúde

Vacina contra a Covid não falta mais. Agora, o problema na saúde pública é outro: a escassez de dipirona monoidratada injetável, um dos medicamentos mais utilizados em internações hospitalares. O Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça, mais precisamente a Secretaria Nacional do Consumidor, estão atuando conjuntamente na tentativa de solucionar o desabastecimento do analgésico e antitérmico nos hospitais da rede pública. As duas Pastas têm feito gestões junto ao laboratório goiano Teuto, considerado a “cepa” causadora dessa enfermidade. Responsável por quase 50% da produção brasileira de dipirona monoidratada, a empresa interrompeu a fabricação do medicamento.

Em contato com a newsletter, o laboratório confirmou que “já foi iniciado o processo de suspensão da fabricação da dipirona por tempo indeterminado”. O Teuto joga o problema para cima da conjuntura e do próprio governo, mais precisamente a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão inter-ministerial. A empresa afirma que “a decisão foi tomada infelizmente, devido aos custos dos insumos produtivos terem aumentado de sobremaneira, que inviabilizou a manutenção de sua fabricação e comercialização pelo preço homologado pela CMED”. No Ministério da Saúde, o receio é que, ao contrário do que diz o Teuto, o tempo de interrupção esteja, sim, determinado e seja definitivo.

Segundo o RR apurou, a Secretaria Nacional do Consumidor já cogita, inclusive, a hipótese de sanções ao laboratório caso as tratativas para a retomada da produção sejam infrutíferas. Também consultados, os Ministérios da Saúde e da Justiça não se pronunciaram. O episódio é um exemplo da fragilidade do Brasil na produção de insumos na área médica. O país fabrica apenas 5% da matéria-primária necessária para atender a toda a indústria farmacêutica nacional. Ou seja: o setor é quase que inteiramente dependente de importações. No caso específico da dipirona monoidratada injetável, existe apenas mais um único fabricante, a Santisa, sem condição de atender o mercado e tapar de uma hora para a outra o buraco deixado pelo Teuto.

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10.02.22

Novo receituário

A família Melo, controladora do laboratório Teuto, vem mantendo tratativas com fundos de investimento para a venda de parte do capital da companhia. Trata-se de uma mudança em relação aos planos do ano passado, quando a empresa farmacêutica chegou a abrir o processo de IPO, suspenso em julho. Com faturamento da ordem de R$ 1,2 bilhão, o Teuto já teve um sócio no passado: a Pfizer, que deixou o negócio em 2017 após desentendimentos com os acionistas controladores.

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06.09.21

Plano B

Após cancelar o IPO do Teuto, a família Mello busca um sócio para o laboratório farmacêutico. Ocorre que o clã não é uma companhia das mais fáceis. Que o diga a Pfizer, que já esteve por lá.

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18.08.21

Princípio ativo

Os controladores do Teuto estão inclinados a empurrar o IPO do laboratório farmacêutico para 2022. Seria uma recomendação “médica” dos advisers da operação: as conversas com investidores apontam para uma demanda pelos papéis abaixo das expectativas. Consultado, o Teuto não quis se manifestar.

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29.09.20

Posologia

Os acionistas do Teuto mantêm conversações com fundos para a venda de uma participação do laboratório. Um dos candidatos de maior dosagem é o Advent.

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04.04.19

Mais uma dose

O laboratório farmacêutico indiano Torrent está disposto a cravar uma aquisição no Brasil. Chegou a olhar com lupa os números do goiano Teuto, controlado pela família Mello, mas pulou fora diante do elevado nível de endividamento da companhia.

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01.03.19

Amargo remédio

A busca do Teuto por um sócio investidor tem esbarrado na resistência dos acionistas em abrir mão do controle. A família Mello quer o céu – um aporte substancial capaz de reduzir o endividamento superior a R$ 800 milhões – sem entregar os anéis, ou seja, uma participação majoritária e a gestão do laboratório farmacêutico. O clã é conhecido no setor como um osso duro de roer. Que o diga a Pfizer, que comprou 40% do Teuto e depois revendeu a participação à própria família Mello, embolsando um valor inferior aos R$ 400 milhões pagos anteriormente.

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06.11.17

A segunda venda do Teuto?

Poucos meses após romper a sociedade com a Pfizer, o Teuto vem sendo cortejado por laboratórios nacionais e internacionais. Segundo o RR apurou, a Eurofarma, controlada pelo empresário Maurizio Billi, e a suíça Novartis já demonstraram interesse na aquisição do laboratório goiano. Seria um raro caso de empresa negociada duas vezes pelos mesmos vendedores. E que negócio! Em 2011, a Pfizer comprou 40% do Teuto por R$ 400 milhões. O contrato dava aos norte-americanos a opção de adquirir o restante das ações até 2016. Pois a Pfizer não só abriu mão do direito como entregou os 40%do laboratório aos seus controladores. Ao que consta recebeu o valor simbólico de R$ 1. O writeoff foi o preço que os norte-americanos preferiram pagar para dar um fim aos constantes desentendimentos com a família Melo.

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10.03.17

Dose elevada

A norte-americana Advent apresentou uma oferta cheia de zeros pelas participações da Pfizer e da família Melo no laboratório goiano Teuto.

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15.02.17

Indiano no Teuto

Uma das maiores farmacêuticas da Índia, a Lupin estaria negociando a compra das participações da Pfizer e da família Melo no laboratório Teuto. A pedida gira em torno de R$ 1,2 bilhão.

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