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05.04.19
ED. 6088

Safra de votos

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, mergulhou de vez na colheita de votos para a aprovação da reforma da Previdência. Já estão previstas para a próxima semana ao menos duas reuniões com a bancada ruralista, seu habitat de origem.

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26.03.19
ED. 6080

Produtores de arroz fervilham na panela do governo Bolsonaro

Os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, escoltados pela bancada ruralista, cobram do Ministério da Agricultura o aumento do preço mínimo fixado para o produto, hoje de R$ 36,33 a saca de 50kg. A temperatura vai subir a partir desta semana, no rastro da miniquebra da safra gaúcha causada pelas fortes chuvas. Uma comitiva de agricultores e parlamentares deverá ter uma nova reunião com a ministra Tereza Cristina.

Houve um primeiro encontro no fim de fevereiro, que saiu do nada e não chegou a lugar algum. Também estão sendo articuladas manifestações em cidades do Rio Grande do Sul, responsável por 70% da produção do cereal no país. Estima-se que os agricultores locais terão um prejuízo da ordem de R$ 450 milhões com a perda de aproximadamente 20% da safra.

Procurado, o Ministério da Agricultura informa que “o governo está estudando a criação de um fundo de aval solidário, para ajudar os  produtores a ter acesso ao refinanciamento das dívidas”. Sobre a hipótese de aumento dos preços, a Pasta afirma que “as conversas com o setor são diuturnas e estamos avaliando todas as possibilidades”. O cenário se torna ainda mais árido para os agricultores devido à perda de mercado para o cereal importado do Uruguai e do Paraguai.

Neste caso, o governo brasileiro tem pouco a oferecer aos produtores no curto prazo. Por força de acordos no âmbito do Mercosul, o arroz produzido nos países vizinhos entra no Brasil sem tributação. O Ministério da Agricultura diz que o governo “está estimulando o setor a buscar acordos para o disciplinamento das exportações do produto do Mercosul”, como forma de reduzir o impacto sobre o mercado doméstico.

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem se empenhado para adubar a Embrapa. As gestões junto à área econômica envolvem uma verba suplementar para garantir que a estatal ao menos cumpra o orçamento previsto para este ano, da ordem de R$ 3,5 bilhões. A Embrapa tem sofrido com seguidos cortes orçamentários, o mais recente deles, no ano passado, de 20%.

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18.02.19
ED. 6057

Agricultura x Economia

Após vencer a queda de braço pela manutenção das tarifas de importação do leite em pó, a ministra Tereza Cristina e a bancada ruralista já abriram nova frente de batalha com Paulo Guedes. A missão da vez é a manutenção dos subsídios rurais, notadamente dos programas de crédito agrícola do Banco do Brasil, responsável por quase 50% do financiamento do setor.

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30.01.19
ED. 6044

Novos tempos na Agricultura

Servidores do Ministério da Agricultura foram pegos de surpresa com uma orientação da ministra Tereza Cristina. Ela aceitará a indicação de nomes de fora da administração pública para comandar as superintendências do Ministério. O valor bruto pago para a função chega a R$ 10.373,30. Tradicionalmente, esses cargos sempre foram restritos a funcionários públicos.

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15.01.19
ED. 6033

Agricultura semeia seus novos mercados

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, começa a fazer funcionar o seu “Itamaratyzinho”. Tereza e o secretário de Comércio e Relações Internacionais da Pasta, Odilson Luiz Ribeiro e Silva, já têm data para iniciar o trabalho de prospecção e expansão de novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros. A partir de fevereiro, deverão deflagrar uma agenda de viagens internacionais, a começar por Oriente Médio e Ásia. Na mira, países como Emirados Árabes, Catar, Tailândia e Indonésia, que ainda têm uma participação relativamente pequena na compra de commodities do Brasil.

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04.12.18
ED. 6007

Entressafra na Pasta da Agricultura

Antes mesmo de assumir, a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS) já é bombardeada pelos seus próprios pares. Integrantes da bancada ruralista têm criticado duramente as escolhas para a sua equipe no Ministério. Alegam que Tereza Cristina está montando um time com reduzida tonicidade política, usando cargos importantes como prêmio de consolação para aliados derrotados nas eleições. É o caso do deputado federal Marcos Montes (PSD-MG), que não foi reeleito e assumirá a secretária executiva da Agricultura. Quem também está cotado para a Pasta é Valdir Colatto (MDB-SC), outro que foi barrado nas urnas.

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14.11.18
ED. 5994

Um pedacinho de terra que caiu do céu

A ida de Tereza Cristina (DEM-MS) para o Ministério da Agricultura foi particularmente festejada no PSDB do Centro-Oeste. A nomeação reabrirá uma vaga na Câmara para Geraldo Resende, deputado federal que não se reelegeu em outubro. Enquanto Tereza permanecer na Pasta, Resende assegurará o foro privilegiado. No ano passado, o ministro do STF Marco Aurélio Mello determinou que a Polícia Federal averiguasse as contas bancárias do parlamentar, acusado de corrupção. Resende está citado na Operação Uragano, que investiga o pagamento de propina em troca de obras públicas na cidade de Dourado (MS).

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13.11.18
ED. 5993

Colheita de votos

A deputada Tereza Cristina recebeu uma dupla missão no governo Bolsonaro. Além de assumir o Ministério da Agricultura, foi escalada por Onyx Lorenzoni para ajudar na articulação política e assegurar o apoio da bancada ruralista à aprovação da reforma da Previdência. Seja qual reforma for.

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08.11.18
ED. 5990

A ministra de toda a agricultura

O RR acertou o milagre, mas não o nome do santo. A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, é absolutamente favorável a resolver o imbróglio da venda de terras para estrangeiros por meio de limites de área e pré-requisitos para produção. Não pode ser um “liberou, geral”. Desde o início das sondagens para assumir o Ministério, a deputada federal também se mostrou relutante em misturar sua Pasta com lixo, usina nuclear, barragem, dejetos industriais etc. Atual presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, Tereza Cristina é mais uma agradável surpresa no Ministério de Jair Bolsonaro. A deputada federal tem o raro apoio de todas as entidades do agronegócio. O principal aliado na sua indicação foi o presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), João Martins. A deputada atropelou o líder da UDR Luiz Antônio Nabhan Garcia, que era candidato dele mesmo.Superou também Pedro de Camargo Neto, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira.

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