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07.01.22

Uma China no cravo…

A ministra Tereza Cristina e sua equipe estão diante de um novo ruído com a China. O “X” da questão são as regras de segurança alimentar que terão de ser cumpridas por todos os países e empresas fornecedoras a partir deste ano. Tanto o governo brasileiro quanto o setor privado consideram as normas extremamente duras e enxergam na medida um processo deliberadamente darwiniano para deslocar mercado e favorecer eventuais parceiros comerciais. No meio do caminho surgiu ainda outro solavanco: o sistema criado pelo governo chinês para o cadastramento de empresas exportadoras de alimentos não está funcionando 100%. Há, inclusive, uma cobrança do setor privado para que o Ministério da Agricultura entre no circuito e faça pressão pela validação dos cadastros. O temor dos exportadores é que, a partir de janeiro, os chineses inabilitem uma série de empresas dos mais diversos segmentos, como costuma fazer, por exemplo, com frigoríficos.

…E outra na ferradura

Segundo o RR apurou, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o chanceler Carlos Alberto França agiram como bombeiros para debelar mais um princípio de incêndio nas relações entre Brasil e China. Gestões da dupla junto ao embaixador Yang Wanming evitaram uma representação formal e por escrito do governo chinês ao Itamaraty contra o deputado Eduardo Bolsonaro – algo com razoável peso no rito diplomático. O motivo foi a declaração do “03” de que a China cria obstáculos para baixar preços de produtos, em referência ao recente embargo à carne brasileira.

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07.12.21

Trigo da discórdia

A Abitrigo tem feito forte pressão sob a ministra Tereza Cristina contra a possível liberação do trigo transgênico no Brasil. Até agora, no entanto, Tereza é uma esfinge: não diz se é a favor ou não à medida. Ressalte-se que, há cerca de um mês, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) autorizou a comercialização de farinha produzida com trigo geneticamente modificado. No setor, a decisão foi vista como um prenúncio de permissão para a venda da semente transgênica.

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26.11.21

“Bancada do boi” bate à porta do embaixador chinês

A Frente Parlamentar da Agricultura solicitou uma audiência ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Em pauta, o embargo do país asiático à carne bovina brasileira, que já dura mais de dois meses – nesta semana, os chineses liberaram apenas o embarque de produtos já certificados antes de 4 de setembro. A “bancada do boi” pretende entregar ao diplomata um relatório mostrando que o mal da vaca louca está controlado no Brasil. Nada que a ministra Tereza Cristina já não tenha feito diretamente com as autoridades de Pequim.

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10.11.21

Conexão Moscou

A ministra Tereza Cristina vem mantendo interlocução direta com autoridades em Moscou na tentativa de derrubar as restrições impostas pela Rússia à importação de carne bovina brasileira. As medidas, que seriam “breves”, já duram dois meses. Ressalte-se que a balança comercial brasileira já sofre com o embargo da China, que reduziu as exportações brasileiras de carne em 40%.

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05.11.21

Só faltou acordo no próprio governo

A adesão do Brasil ao acordo para redução das emissões de metano deflagrou um tiroteio interministerial. Segundo o RR apurou, os ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e do Meio Ambiente, Joaquim Leite, fizeram chegar ao presidente Jair Bolsonaro pesadas críticas à forma como o chanceler Carlos Alberto França conduziu a questão. As duas Pastas, que participavam das discussões em torno do tema, não teriam sido comunicadas previamente da decisão. A medida teria sido acertada no fim da tarde da terça-feira, horário de Glasgow, após contatos diretos entre França e Bolsonaro. Procurados, o Ministério da Agricultura e o Itamaraty limitaram-se a encaminhar o release sobre a adesão ao acordo. A Pasta do Meio Ambiente não se manifestou.

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14.10.21

Bloqueio à carne brasileira deve levar Tereza Cristina à China

O RR apurou que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, cogita ir à China e negociar diretamente com as autoridades locais caso o país asiático não suspenda o bloqueio às importações de carne bovina brasileira até a próxima semana. A possível viagem da ministra a Pequim dá a medida do tamanho do problema sobre a mesa. Nos últimos dias, o governo brasileiro enviou às autoridades chinesas uma série de laudos técnicos comprovando que a identificação de dois casos da “vaca louca” em Minas Gerais foi um fato isolado, e o risco de contaminação de outros animais no país é próximo a zero.

A própria OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) analisou as informações prestadas pelo Ministério da Agricultura e reafirmou o status brasileiro de “risco insignificante” para a enfermidade. Ainda assim, não há qualquer sinalização de Pequim sobre a reabertura do mercado. Entre os frigoríficos brasileiros, a postura do governo chinês é interpretada como uma manobra ardilosa, uma forma de explorar o episódio e forçar a redução dos preços da carne brasileira. Os embarques de carne bovina para a China foram interrompidos pelo próprio governo brasileiro em 4 de setembro, logo após a identificação dos casos de “vaca louca”.

No entanto, pelo protocolo firmado entre os dois países, cabe à China decidir pela retomada das importações. Consultada, a Pasta da Agricultura não se pronunciou especificamente sobre a possível viagem de Tereza Cristina a Pequim. No entanto, em conversa com o RR, o Ministério confirmou ter enviado uma solicitação de “reunião técnica, ainda não agendada pelas autoridades chinesas, que alegam estarem analisando as informações enviadas.”. A Pasta informou ainda que “não temos como estabelecer uma data para a retomada das exportações de carne bovina para a China, pois a decisão não cabe ao Governo brasileiro.”

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08.10.21

Tereza Cristina fechada com Bolsonaro

Segundo uma fonte próxima a Tereza Cristina, a ministra da Agricultura teria se comprometido com o presidente Jair Bolsonaro a acompanhá-lo em seu novo partido. Tereza deverá formalizar sua saída do União Brasil (DEM + PSL) ainda neste mês. Procurada, a ministra não se manifestou.

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O PTB, de Roberto Jefferson, estaria negociando com o Palácio do Planalto uma safra de indicações para a Conab, leia-se Ministério da Agricultura. Segundo a fonte do RR, a contragosto da ministra Tereza Cristina.

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O deputado federal Neri Geller (PP-MT) está cotado para assumir o Ministério da Agricultura em 2022, caso Tereza Cristina deixe o cargo para concorrer à Câmara ou ao Senado. O nome de Geller, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, foi soprado ao pé de ouvido de Jair Bolsonaro por Artur Lira.

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O governo, ao que tudo leva a crer, está dando razoável importância à Expo Dubai 2020. Paulo Guedes, Tarcísio Freitas e Tereza Cristina – talvez os três ministros mais representativos da gestão Bolsonaro – deverão participar do evento, que será aberto em outubro. Consultados, os Ministérios da Economia e da Agricultura não se pronunciaram. A Pasta da Infraestrutura informou que “ainda não temos a confirmação de participação nesta agenda”.

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