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Após emplacar Geraldo Melo Jr. no comando do Incra, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, trabalha pela nomeação de Ivanildo Thomaz para a diretoria do órgão. Thomaz é superintendente regional da autarquia no Mato Grosso. Como tem levado tudo que pede no Palácio do Planalto, é bem capaz de Tereza ganhar mais essa.

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18.10.19

Vai faltar carne no menu

A ausência da ministra Tereza Cristina na comitiva de Jair Bolsonaro que visitará Pequim, no fim do mês, calou fundo no agronegócio. É um forte indício de que ainda não será desta vez que os chineses darão alforria aos mais de 30 frigoríficos brasileiros proibidos de vender ao país.

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09.10.19

Sucessão a passos lentos na Embrapa

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, não tem culpa no cartório. A sucessão na Embrapa, sem presidente há quase três meses, está parada no gabinete do próprio Jair Bolsonaro.

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02.10.19

Mudanças à vista na Agricultura

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal, está por um fio. Segundo o RR apurou, a ministra Tereza Cristina não esconde sua insatisfação com a demora da Secretaria em executar parcerias com universidades e o Sistema S para programas de capacitação do pequeno agricultor, uma de suas promessas ao assumir a Pasta.

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16.09.19

Ministra da proteína

Segundo informações filtradas do Ministério da Agricultura, nas próximas semanas mais dez frigoríficos brasileiros deverão receber o imprimatur para retomar as exportações de carne bovina para a China. Não por outra razão, a ministra Tereza Cristina está de bola cheia entre a turma do boi. Desde que ela esteve em Pequim, em maio, 25 plantas frigoríficas do Brasil voltaram a ser habilitadas pelo governo chinês.

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04.09.19

Agronegócio se une para impedir que o Cerrado seja a nova Amazônia

O Ministério da Agricultura e grandes grupos do agronegócio estão  se unindo para evitar que a tentativa de colonização da Amazônia se repita em outro importante bioma brasileiro. Há uma mobilização para rechaçar a pressão internacional pela assinatura da “Moratória da Soja do Cerrado”. Trata-se de uma extensão do pacto firmado em 2006 por meio do qual as empresas signatárias se comprometeram a não comprar soja cultivada em áreas desmatadas.

Entidades da área ambiental e corporações internacionais de diferentes setores, que vão do McDonald ́s à Unilever, passando por Walmart e Tesco, cobram das tradings agrícolas um acordo similar para a aquisição de grãos produzidos na Região Centro-Oeste e no cinturão conhecido como “Mapitoba” (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia). A imposição encontra uma forte resistência, que junta a ministra Tereza Cristina, os ruralistas e os grandes grupos que atuam na originação e na exportação da soja. Todos são ferrenhamente contra a “Moratória”. A avaliação é que o Cerrado não precisa de tal proteção, uma vez que as condições de preservação do bioma local seriam incomparavelmente melhores do que na Amazônia.

Além disso, há um receio de que uma iniciativa como esta coloque risco a economicidade da região responsável por mais de metade da produção brasileira de soja. No entendimento das autoridades do setor e da cadeia do agribusiness, em vez de funcionar como um atestado de boas práticas ambientais, a simples assinatura da “Moratória” já seria vista como uma mácula para o agronegócio do Cerrado, uma confissão ao mundo de que há problemas de maior dimensão na preservação do bioma local. O alarido em torno do Cerrado tende a crescer, no rastro do desvario que cerca a questão da Amazônia.

Além disso, recente estudo produzido por pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Áustria, França e Bélgica aumentou o frenesi em relação à região. Segundo o trabalho, publicado recentemente na revista Science Advances, sem a “Moratória da Soja no Cerrado”, cerca de 3,6 milhões de hectares de vegetação nativa da região serão devastados e transformados em área de cultivo de grãos ao longo dos próximos trinta anos. A ministra Tereza Cristina tem um papel fundamental neste enredo, não apenas como uma barreira às pressões externas, mas também como um algodão entre cristais no próprio agronegócio.

Vide o episódio recente protagonizado pela Cargill. Embora totalmente alinhada aos ruralistas contra a “Moratória do Cerrado”, a empresa causou polêmica recentemente ao anunciar a doação de US$ 30 milhões para a preservação da região. Acabou atiçando ONGs e entidades internacionais que se aproveitaram do fato para questionar as condições ambientais do bioma. A reação interna foi dura. Em um manifesto público, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja recusou a “ajuda”, afirmando “não encontrar motivos que justifiquem a decisão”. Disse não haver qualquer ameaça ao bioma da região. A ministra Tereza Cristina interce- deu e evitou que o episódio ganhasse maior proporção.

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19.06.19

Agricultura busca “anticorpos” contra vaca louca

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, negocia com a equipe econômica a liberação de verba suplementar para a Pasta. O objetivo é garantir a contratação imediata de cerca de 150 médicos veterinários já aprovados em concurso público. A medida, que vem sendo postergada desde o governo passado, passou a ser tratada como prioridade na Agricultura.

Há um consenso de que é preciso dar uma resposta rápida ao mercado após o recente registro de um caso de mal da vaca louca no Mato Grosso. Ainda que um episódio isolado, foi o suficiente para a suspensão dos embarques de carne para a China entre os dias 3 e 13 deste mês. As exportações foram retomadas na última sexta-feira, mas a ameaça de novo embargo paira no ar. Procurado pelo RR, o Ministério da Agricultura não se pronunciou.

Estima-se que exista um déficit de cerca de 300 veterinários para fiscalizar os mais de 700 frigoríficos em funcionamento no país. A verba necessária para cobrir a contratação de metade desse efetivo seria da ordem de R$ 50 milhões por ano. Está longe de ser um valor exorbitante, sobretudo diante do que está em jogo: um produto que gera mais de US$ 7 bilhões por ano em divisas para o país. Ocorre que o orçamento da Agricultura vem sendo seguidamente escalpelado. Dos R$ 2,8 bilhões previstos inicialmente, cerca de R$ 850 milhões já foram cortados.

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, vai procurar os governadores para sondar quem tem interesse em assumir os Terminais Pesqueiros Públicos (TPPs) – 12 estados têm instalações como esta. Diante da penúria fiscal da federação, a pescaria deve dar em nada. Cada um dos TPPs consome por ano mais de R$ 10 milhões.

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08.05.19

Ministério da Agricultura busca adubo financeiro para a Embrapa

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está à caça de funding parasuprir as carências orçamentárias da Embrapa. Além das gestões junto a Paulo Guedes em busca da liberação de verbas complementares, a ministra pretende ressuscitar o Projeto de Lei 5.243, que hiberna no Legislativo desde 2016. A proposta prevê a criação e a posterior venda de parte do capital da EmbrapaTech, subsidiária voltada à comercialização de tecnologias e produtos desenvolvidos pela estatal.

A ideia seria vender até 51% do capital, de forma a atrair o interesse de grandes grupos internacionais do setor, a exemplo de Bayer e Syngenta. Ressalte-se que, apesar da eventual venda de uma posição majoritária da nova empresa, o principal ativo da Embrapa seguiria na empresa-mãe: seu banco de patentes avaliado em mais de US$ 1,5 bilhão. O Ministério da Agricultura chegou a avaliar a possibilidade de a Embrapa fechar diretamente parcerias tecnológicas com grupos privados. No entanto, a questão é controversa.

Na própria AGU há divergências se o modelo jurídico da empresa permite este tipo de negociação. A criação da EmbrapaTech equacionaria a questão, abrindo caminho para a associação com a iniciativa privada. Já haveria articulações entre a ministra Teresa Cristina e o presidente da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), Alceu Moreira (MDB-RS) para que o PL fosse votado no plenário antes do recesso parlamentar de julho. Consultado, por meio de sua assessoria, o Ministério disse “não ter essa informação.” Há três anos, o orçamento da Embrapa permanece parado na casa de R$ 3,5 bilhões. Aproximadamente 85% desse valor estão comprometidos com o custeio da estatal, notadamente salários.

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05.04.19

Safra de votos

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, mergulhou de vez na colheita de votos para a aprovação da reforma da Previdência. Já estão previstas para a próxima semana ao menos duas reuniões com a bancada ruralista, seu habitat de origem.

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