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01.02.21

Outra Eletrobras?

De acordo com informações auscultadas pelo RR, o fechamento de capital da Telebras voltou a ser cogitado nos Ministérios da Comunicação e da Economia. É um indício de que a privatização da companhia está por um fio.

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21.01.21

Barba e cabelo

No bazar de cargos oferecidos pelo Planalto para garantir a eleição de Artur Lira na Câmara, o PSD, de Gilberto Kassab, deve levar uma diretoria da Telebras. Foi Kassab também quem indicou Jarbas Valente para a presidência da estatal.

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11.01.21

Segunda chance

O general Luiz Carlos Gomes Pereira está cotado para integrar a diretoria da Telebras. O militar foi exonerado da presidência da EBC em setembro do ano passado. O curioso é que, à época, circularam informações sobre uma suposta insatisfação de Jair Bolsonaro com a sua gestão.

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21.12.20

Parece até de propósito

Dentro do Ministério da Economia, é consenso de que o adiamento do leilão da Telebras para 2022 praticamente enterra as chances de privatização da empresa. Poucos acreditam que a estatal será vendida em ano de eleição. Em tempo: a ala militar do governo, sempre contrária à privatização da Telebras e de seus satélites, agradece.

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07.10.20

Polos opostos

A ala militar do governo defende a indicação do atual presidente dos Correios, o general Floriano Peixoto Vieira Neto, para o comando da Telebras. Se, na ECT, sua missão foi preparar a estatal para a privatização, na Telebras, seria exatamente o oposto: conduzir uma reestruturação que evitasse a venda da companhia. Os militares consideram a Telebras estratégica, devido a sua rede de satélites.

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14.09.20

“A Telebras é nossa”

O general Braga Netto é a principal voz no Palácio do Planalto contra a privatização da Telebras. A importância da rede de satélites da estatal para a defesa cibernética do país é o argumento-mor.

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18.06.20

No mundo da lua

Do jeito que a coisa caminha, vai sobrar para o ministro-astronauta Marcos Pontes ficar olhando para a lua. Além da recriação do Ministério das Telecomunicações, ele foi informado de que a troca de comando da Telebras será decidida em outra instância, longe da sua Pasta.

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12.06.20

Banda larga

Há discussões no governo em torno da uma nova capitalização da Telebras. No ano passado, a empresa recebeu da União cerca de R$ 1,5 bilhão. De onde virá o dinheiro novo, em meio à dramática asfixia fiscal, não se sabe. Mas, parece um projeto sob medida para o Centrão, mais precisamente o PSD, de Gilberto Kassab, prestes a fisgar o comando da Telebras.

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18.12.19

Ligação direta

Com ou sem privatização da Telebras, o atual presidente da estatal, o coronel Waldemar Orutunho, deverá cumprir nova missão em 2020. Homem de confiança de Jair Bolsonaro, está cotado para integrar a equipe do General Augusto Heleno no GSI.

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20.11.19

Telebras vira hospedeira de projeto de digitalização rural

O governo pretende pendurar um contrabando na privatização da Telebras. O pingente em questão é um programa para a implantação de internet de alta velocidade nas principais regiões agrícolas do país. A ideia é exigir do futuro controlador da estatal investimentos para ampliar a conectividade em áreas rurais, com metas de aportes previstas no edital. O pedágio passaria ainda pela disponibilização da infraestrutura da empresa para viabilizar o projeto.

São 32 mil quilômetros de backbone de fibra ótica que interligam mais de 1,5 mil municípios, uma parte deles localizados em algumas das maiores fronteiras agrícolas do país. Vale pela intenção. Mas, olhando-se pela ótica dos investidores, a impressão que fica é que a privatização da Telebras sofre um downgrade. A estatal está longe de ser um ativo de primeira grandeza e entrou no programa de privatizações da Secretaria de Desestatizações meio que “para encher linguiça”. Mesmo a possível contrapartida de que o novo acionista da Telebras se remunere dos investimentos com a oferta de serviços a grandes grupos do agronegócio não chega a ser um prêmio dos mais entusiasmantes.

Não custa tentar. O que não se discute é o atraso digital do agronegócio brasileiro. O setor está no medievo. Consultado pelo RR, o Ministério da Agricultura informou que o acesso à internet alcança só 4% de todas as lavouras do Brasil. A Pasta disse ainda que “são necessárias aproximadamente 5.000 antenas para conectar as principais regiões agricultáveis do país.” Estudos indicam que a implementação da Internet das Coisas no agronegócio no país poderá ter um impacto econômico positivo da ordem de US$ 20 bilhões ate 2025. Verdade seja dita, o governo Bolsonaro é o primeiro a se fixar no assunto. Logo que assumiu, criou a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação para aumentar o acesso do setor agrícola às comunicações digitais. Mas, como tudo, falta dinheiro. Uma das poucas ações mais agudas neste sentido é o Inovagro, programa do BNDES que disponibiliza quase R$ 4 bilhões a pequenos e médios produtores rurais para a compra de computadores e sistemas de gestão e monitoramento das lavouras.

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