Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
04.10.18
ED. 5967

Bye, bye, BRF

A Tarpon, que mandou e desmandou na BRF com Abílio Diniz, deverá zerar, até dezembro, sua participação na empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.08.18
ED. 5930

Pratos separados

Os fundos de pensão e a Tarpon já deram sinal verde para a BRF vender o restante das ações da Minerva Foods que ainda estavam em seu poder. É o golpe de misericórdia nas negociações para a fusão entre as duas empresas, que uniam investidores como Rubens Ometto e o fundo árabe Salic.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.05.18
ED. 5866

O novo rumo da Tarpon

A Tarpon, que embolsou cerca de R$ 4,6 bilhões na venda da Somos Educação, elegeu suas próximas paradas: os setores de tecnologia e saúde. Já tem negócios engatilhados nas duas áreas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.03.18
ED. 5824

Previ, Petros e Tarpon querem depenar modelo de gestão da BRF

Não basta expurgar Abilio Diniz do board. Previ, Petros e Tarpon já discutem o script para o day after da BRF – leia-se o pós-26 de abril, data da assembleia que votará a destituição do conselho de administração. Os fundos e a gestora planejam mudar a estrutura administrativa da empresa e defenestrar boa parte da atual gestão, a começar pelo CEO, José Aurélio Drummond Jr. O nome mais cotado para assumir a presidência seria o de Alexandre Moreira Martins de Almeida, atual diretor vice-presidente Brasil.

Consultada, a Petros confirma que “está insatisfeita com os resultados da BRF” e que busca “a reformulação da estratégia de gestão”. Previ e Tarpon não se pronunciaram. Previ, Petros e Tarpon consideram o modelo administrativo da BRF um dos legados mais nocivos da “era Abilio Diniz”.

Hoje, a gestão é uma barafunda, que estimula a fragmentação do poder decisório e a existência de territórios que não conversam entre si. A ideia é ter um único CEO. Alexandre de Almeida, por exemplo, é um presidente esvaziado da operação brasileira, com reduzida autonomia e elevado grau de submissão ao n. 1 global, José Drummond. Por sua vez, Drummond, tratado como o “CEO do Abilio” teria reduzido o nível de compartilhamento de informações dos negócios da companhia no Oriente Médio, que impactam na tomada decisões no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.02.18
ED. 5815

Tyson Foods afia suas garras para depenar a BRF

A Tyson Foods, uma das maiores fabricantes de alimentos do mundo, prepara o bote sobre a BRF. A porta de entrada é a compra das participações da Previ, Petros, Standard Aberdeen e Tarpon Investimentos. A operação lhe daria 33% da companhia, um pedaço razoavelmente expressivo se levarmos em consideração que o controle da BRF é pulverizado em bolsa e nenhum acionista detém mais de 11%. As gestões são conduzidas pela Tarpon, que poderia ser enxergada como uma traidora não fosse o capital apátrida, covarde e desleal.

A gestora de recursos foi parceira de primeira hora de Abilio Diniz na tomada da gestão da BRF e no afastamento de seus antigos gestores. Hoje, é um dos artífices da destituição do empresário da presidência do Conselho, em consonância com os fundos de pensão que ela própria ajudou a apartear da administração da companhia. A operação junta a fome de comprar de uns com a vontade de vender de outros – notadamente o trio Previ, Petros e Tarpon.

Os fundos de pensão querem sair da BRF para fazer caixa e reduzir seus respectivos rombos atuariais. Por sua vez, a gestora de recursos enxerga na investida da Tyson Foods a possibilidade de uma saída honrosa da holding controladora das marcas Sadia e Perdigão. Assim como a gestão da Tarpon contaminou a BRF, a BRF também contaminou a Tarpon.

A empresa ainda representa mais de 40% da sua carteira. Mas, no intervalo de três anos, comeu aproximadamente 45% do total de ativos da Tarpon por conta da deterioração do seu valor de mercado. Uns vão, outros voltam. A entrada no capital da BRF significaria o retorno da Tyson Foods ao mercado brasileiro quatro anos após a venda de três unidades de abate de aves no país. Um gigante do setor – com receita de US$ 40 bilhões, valor de mercado de US$ 30 bilhões e mais de 130 mil funcionários –, o grupo norte-americano encontra-se diante de uma pechincha: a ação da BRF está no menor patamar em cinco anos.

Apenas em 2018, acumula queda superior a 20%. E Abilio Diniz? A fotografia de momento mostra o empresário como derrotado e virtualmente deposto do cargo de chairman da BRF. Mas, tratando-se de Abilio, qualquer conclusão é sempre precipitada. O empresário já saiu de corners tão ou até mais agudos, dobrando Carrefour, Casino e a própriafamília. Não seria prudente descartar uma reviravolta em um segundo momento, com a presença de Abilio como parceiro da própria Tyson na reestruturação societária da BRF. Até porque a saída dos fundos de pensão e da Tarpon terá um efeito de descompressão no ambiente societário.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.01.18
ED. 5784

Abilio Diniz esquenta a “guerra fria” na BRF

A mudança a fórceps na presidência da BRF – com o expurgo de Pedro Faria, ligado à Tarpon Investimentos – não foi suficiente para apaziguar os ânimos na companhia. Até porque é difícil distensionar um ambiente com a presença de Abilio Diniz. Por meio de fundos ligados à Península Participações, o empresário estaria adquirindo ações da BRF em bolsa. Diniz teria sido, por exemplo, um dos compradores dos papéis vendidos pelo GIC, fundo soberano de Cingapura, na primeira semana de dezembro. Consultadas pelo RR, tanto a Península quanto a BRF não quiseram se pronunciar; tampouco informaram a participação exata de Abilio na fabricante de alimentos.

O último dado divulgado na imprensa dava conta de uma fatia acionária de 3,99%. Pode ser um mero número de ilusionismo. A eventual pulverização da participação entre diversos fundos permitiria a Abilio ter uma fatia superior a 5% sem obrigatoriamente dar disclosure ao mercado. Tudo absolutamente legal, ressalte-se. A questão mais importante, contudo, talvez não seja quanto Abilio Diniz tem, mas o que o estaria movendo a ampliar lenta e gradualmente a sua participação na BRF?

O permanente estado de fricção societária e, sobretudo, a natureza de Abilio sugerem que o empresário estaria acumulando munição para dias de fúria e combate. É bem verdade que ele jamais precisou de supremacia acionária para mandar e desmandar na BRF: com menos de 4% do capital, dizimou a antiga gestão, derrubou Nildemar Secches, o pai da fusão Perdigão/Sadia, e criou um sistema de apartheid que praticamente alijou Petros e Previ da gestão – a despeito das duas fundações controlarem 22% do capital. Recentemente, impôs o nome de José Aurélio Drummond Jr. para o lugar de Pedro Faria, à revelia dos sócios.

O estilo de Abilio Diniz mais favorece a coalizão de adversários do que a atração de aliados. A própria Tarpon Investimentos é um exemplo. As sucessivas divergências na administração da BRF, potencializadas pelas manobras de Abilio que culminaram na demissão de Faria, sócio da gestora de recursos, funcionam como um teste de resistência para a aliança entre ambos. Hoje, o apoio da Tarpon ao empresário, que sempre fez uma razoável diferença na balança societária da BRF, é algo gelatinoso. Juntas, ressalte-se a gestora, a Previ e a Petros somam 30% da companhia. Numa guerra fria, é uma munição que não precisa ser necessariamente disparada, mas sempre lembrada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.12.17
ED. 5761

Segunda época

A desistência da Tarpon em vender a Somos Educação deve durar só um verão. A gestora pretende retomar a negociação no primeiro semestre de 2018, na expectativa de que uma recuperação mais firme da economia valorize o ativo. Segundo o RR apurou, a melhor oferta recebida pela Tarpon teria ficado R$ 400 milhões abaixo da sua pedida.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.11.17
ED. 5755

Tarpon com um pé fora

A Tarpon estaria em negociações para vender sua participação na Omega Energia, que reúne 11 usinas, entre PCHs e eólicas. A operação é avaliada em mais de R$ 600 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.11.17
ED. 5742

Não é só pelos R$ 2

Há um pequeno grande hiato nas negociações para a venda da Somos Educação à Kroton. Com 74,8% do capital, a Tarpon está pedindo R$ 25 por ação. A Kroton parou nos R$ 23 – o papel está cotado no mercado a R$ 19. O que está em jogo é uma diferença de quase R$ 400 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.10.17
ED. 5716

Rondando as salas de aula

O norte-americano HIG Capital ronda as salas da aula da Somos Educação, leia-se Tarpon Investimentos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.09.17
ED. 5697

O próximo capítulo da BRF

O expurgo de Pedro Faria da presidência da BRF já estava escrito nas estrelas – e no RR (edição de 27 de julho). O que mobiliza a companhia neste momento são as centelhas na relação entre Abilio Diniz e a Tarpon Investimentos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.07.17
ED. 5670

Cristal rachado

A relação entre Abilio Diniz e a Tarpon, que parecia inquebrantável, tem apresentado vários pontos de fissura. De acordo com informações filtradas junto à BRF, Abilio já rechaçou dois nomes indicados pela gestora para a vice-presidência de finanças da empresa – o cargo está vago há cinco meses. Ao mesmo tempo, frita o CEO da companhia, Pedro Faria, sócio da Tarpon. Na BRF, a iminente saída de Faria já é tratada como a gota d ́água que pode entornar de vez a sociedade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.06.17
ED. 5647

Fundo de Cingapura é o novo adversário da Kroton

A Kroton está prestes a ser abalroada por dois bólidos: de um lado, o Cade; do outro, o GIC, que surge como novo consolidador do mercado de educação. O fundo soberano de Cingapura se aproveita do duplo chapéu de acionista tanto da Cruzeiro do Sul Educacional quanto da Somos Educação para costurar a associação entre as duas companhias. Da primeira, os asiáticos têm 40%; da segunda, 18%. As tratativas são conduzidas por Eduardo Samara, que assumiu, em fevereiro, o posto de vice-presidente sênior do GIC no Brasil.

A proposta de fusão conta com o apoio de outros acionistas das duas empresas, sobretudo daqueles que mais pesam na balança, tanto de um lado quanto do outro: pela Cruzeiro do Sul, as famílias Figueiredo e Padovese, fundadoras e ainda acionistas majoritárias; pela Somos, a Tarpon Investimentos, dona de 74,8% da companhia. Todos, assim como a própria GIC, teriam uma participação relevante na nova empresa. As duas redes de ensino vivem circunstâncias distintas. Desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação no lugar dos Civita, há pouco mais de dois anos, a Tarpon corta um dobrado para colocar o negócio nos eixos. Em 2015, amargou um prejuízo de mais de R$ 600 milhões.

No ano passado, à custa de muitos cortes, conseguiu reduzir as perdas para R$ 70 milhões. Nesse período, ainda teve de desmantelar um esquema montado por alguns funcionários da Somos para a compra irregular de material no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático (PNDL). A Cruzeiro do Sul tem tirado melhores notas no quesito performance financeira.

Nos últimos dois anos, teve um lucro combinado de quase R$ 150 milhões. Ainda assim, falta-lhe escala e capilaridade para concorrer com os grandes grupos do setor – sua atuação está praticamente restrita a São Paulo. Há pelo menos dois anos, as famílias Figueiredo e Padovese alimentam a ideia do IPO do grupo. No entanto, a chegada do GIC, que, em janeiro deste ano, comprou a participação do fundo inglês Actis, colocou no horizonte a possibilidade de fusão com a Somos. A combinação resultaria em um grupo com um Ebitda de mais de R$ 600 milhões e um faturamento de R$ 2,6 bilhões, a números de 2016 – para efeito de referência, algo como um terço da receita somada de Kroton e Estácio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.04.17
ED. 5601

Esparadrapo

A Tarpon pretende se desfazer da Cremer, fabricante de artigos hospitalares. Na própria gestora, o ex-BTG Marcelo Hallack é visto como um forte candidato ao negócio. Filho do ex-presidente da Camargo Corrêa, Vitor Hallack, Marcelo é o principal sócio da Bionexo, empresa de investimentos na área hospitalar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.03.17
ED. 5590

Um pé fora da bolsa

A Somos Educação deverá trancar sua matrícula em bolsa. A Tarpon, controladora da empresa, prepara uma oferta para comprar os 5,4% de ações ordinárias da antiga Abril Educação que ainda estão no mercado. Em tempo: não por acaso, os papéis subiram quase 8% nos últimos dois pregões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.12.16
ED. 5507

Somos Educação

O GIC, fundo soberano de Cingapura, vai beliscar mais um pedaço da Somos Educação. Com 18,5%, o grupo asiático é o segundo maior acionista da empresa. À frente, só a Tarpon (76%), de onde viria o novo naco de ações.

• As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos Educação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.06.16
ED. 5380

Curativo

A Tarpon colocou à venda a Cremer, fabricante de artigos hospitalares. A gestora detém 96% da empresa. Procurada pelo RR, a Tarpon não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.01.16
ED. 5288

Somos Educação tranca sua matrícula na Bolsa

 A Tarpon Investimentos, dona de 75,9% da Somos Educação, prepara o fechamento de capital da companhia. A operação passa pela recompra dos poucos mais de 5,4% em mercado. Tomando-se como base apenas o valor da ação no pregão de ontem (R$ 11,40) – portanto, sem embutir qualquer ágio sobre os títulos – essa fatia está avaliada em R$ 160 milhões. O GIC, fundo soberano de Cingapura, seguirá no capital da antiga Abril Educação, com 18,5%.  Aos olhos da Tarpon, não existe razão para manter em mercado uma empresa com um free float tão baixo e que gradativamente vem perdendo atratividade para os investidores. Além disso, há uma janela de oportunidade, uma vez que todas as ações de empresas da área de educação estão razoavelmente depreciadas. Não deixa de ser também uma medida preventiva para evitar uma cláusula de tag along e uma queda de braço com minoritários no caso de uma eventual venda do controle.  Na paralela, a Tarpon embala um agressivo plano de aquisições para a Somos. A companhia pretende chegar a 30 mil alunos até 2018 – um aumento de 40% em relação à base atual. A meta da Tarpon é dobrar o faturamento da Somos em até três anos, chegando à marca de R$ 3 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A Tarpon prepara sua primeira grande investida desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação, atual Somos. O grupo estaria em negociações para a compra da Universidade Veiga de Almeida, do Rio de Janeiro, que reúne cerca de 15 mil alunos. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos e Veiga de Almeida.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Após uma trabalhosa reestruturação, a Tarpon busca um comprador para parte de suas ações na Cremer . A gestora de recursos está praticamente sozinha no controle. Por meio da Arapaima Participações, detém 96% da fabricante de artigos hospitalares.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.07.15
ED. 5163

Wise Up é reprovada na prova final da Tarpon

A Tarpon Investimentos vai limpar a área na Abril Educação para iniciar um agressivo programa de aquisições de escolas de educação básica no Brasil. Limpar a área, entenda-se, é vender a Wise Up, que se revelou um mastodonte difícil de ser digerido. A rede de idiomas – comprada em fevereiro de 2012 por R$ 877 milhões – é responsável por cerca de 30% da queda do lucro da Abril Educação no período. O resultado de R$ 100 milhões de dois anos atrás se esfarelou e caiu nada menos do que 40% de lá para cá. Não tem crescimento de receita que dê jeito na situação – no mesmo período, a companhia teve um aumento de 45% no faturamento. Nada disso seria possível nos tempos em que os Civita davam as cartas na empresa. A Tarpon se viu na obrigação de comprar o controle inteiro, assumir o risco e fazer a faxina necessária. Até o nome não será mais o mesmo – como antecipou o RR na edição nº 5.115. Nada que lembre a Abril. A nova marca é Somos Educação. A entrada da Tarpon no processo de consolidação do ensino básico terá como cartão de visita a compra de dezenas de unidades em todo o país. A gestora está rastreando os números de, pelo menos, 20 escolas, que, se arrematadas, deverão aumentar em 40% o número de alunos. A rede passará a ter quase vinte mil matriculados. Ainda permanecerá no terceiro lugar do ranking, mas vai encurtar bastante a distância que a separa da Eleva, de Jorge Paulo Lemann, com 28 mil alunos. O líder é o Grupo COC, de Chaim Zaher, com quase 50 mil estudantes. A estratégia de curto prazo passa apenas pelos segmentos de ensino fundamental e médio, mas não está descartado que a Tarpon invista em aquisições de universidades e dispute espaço com grupos do porte da inglesa Pearson e da norteamericana Laureate. Um dos alvos prediletos da Tarpon é a Cruzeiro do Sul, que tem o fundo britânico Actis entre os principais sócios.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.