fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
21.09.21

Kepler Weber na mira da AGCO

Corre no mercado que a norte -americana AGCO, uma das grandes fabricantes mundiais de implementos agrícolas, está fazendo uma nova investida para a compra da Kepler Weber. Em 2017, o grupo lançou uma oferta para a aquisição das participações do BB e da Previ, à época acionistas da fabricante de silos. No entanto, a operação foi questionada pela CVM, e a AGCO acabou retirando a proposta. Hoje, qualquer tratativa para a compra da Kepler Weber passa obrigatoriamente pela Tarpon, dona de 25,8% das ações. Outros acionistas de peso são a família Heller e o BNDES, respectivamente, com 11,4% e 6,5%. Procuradas, Kepler Weber, Tarpon e AGCO não se pronunciaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.08.21

Big Tarpon

A Tarpon vem ampliando gradativamente sua participação na Arcos Dorados, dona do McDonald ́s na América Latina. Já teria quase 7% das ações.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.08.21

Revoada

A Tarpon, dona de 26,5% da Kepler Weber, estaria preparando seu desembarque da empresa.

O BNDES, detentor de 8,2% da companhia, também.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.10.20

Fintechs da Tarpon

Uma fonte do RR que mantém um pé na Tarpon garante que a gestora prepara uma pescaria de fintechs. A empresa vive uma espécie de risorgimento depois dos sérios prejuízos que sofreu com a BRF. Recentemente, comprou uma participação na Kepler Weber e investiu R$ 160 milhões na Agrivalle, fabricante de insumos biológicos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.10.19

Método no arrependimento

Parece haver método no arrependimento da BRF. Todos os malfeitos que vêm sendo confessados pela empresa à PF se concentram na gestão do ex-CEO, Pedro Faria, um dos sócios da Tarpon.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.07.19

Racionamento

A Tarpon teria oferecido sua participação na Ômega Energia para a sua sócia, a norteamericana Warburg Pincus. Após o revés da BRF, trata-se do grande investimento na carteira da gestora.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.18

Bye, bye, BRF

A Tarpon, que mandou e desmandou na BRF com Abílio Diniz, deverá zerar, até dezembro, sua participação na empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.08.18

Pratos separados

Os fundos de pensão e a Tarpon já deram sinal verde para a BRF vender o restante das ações da Minerva Foods que ainda estavam em seu poder. É o golpe de misericórdia nas negociações para a fusão entre as duas empresas, que uniam investidores como Rubens Ometto e o fundo árabe Salic.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.05.18

O novo rumo da Tarpon

A Tarpon, que embolsou cerca de R$ 4,6 bilhões na venda da Somos Educação, elegeu suas próximas paradas: os setores de tecnologia e saúde. Já tem negócios engatilhados nas duas áreas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.03.18

Previ, Petros e Tarpon querem depenar modelo de gestão da BRF

Não basta expurgar Abilio Diniz do board. Previ, Petros e Tarpon já discutem o script para o day after da BRF – leia-se o pós-26 de abril, data da assembleia que votará a destituição do conselho de administração. Os fundos e a gestora planejam mudar a estrutura administrativa da empresa e defenestrar boa parte da atual gestão, a começar pelo CEO, José Aurélio Drummond Jr. O nome mais cotado para assumir a presidência seria o de Alexandre Moreira Martins de Almeida, atual diretor vice-presidente Brasil.

Consultada, a Petros confirma que “está insatisfeita com os resultados da BRF” e que busca “a reformulação da estratégia de gestão”. Previ e Tarpon não se pronunciaram. Previ, Petros e Tarpon consideram o modelo administrativo da BRF um dos legados mais nocivos da “era Abilio Diniz”.

Hoje, a gestão é uma barafunda, que estimula a fragmentação do poder decisório e a existência de territórios que não conversam entre si. A ideia é ter um único CEO. Alexandre de Almeida, por exemplo, é um presidente esvaziado da operação brasileira, com reduzida autonomia e elevado grau de submissão ao n. 1 global, José Drummond. Por sua vez, Drummond, tratado como o “CEO do Abilio” teria reduzido o nível de compartilhamento de informações dos negócios da companhia no Oriente Médio, que impactam na tomada decisões no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.