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03.08.20

Será o começo do fim de Benjamin na Transnordestina?

Os trilhos da Transnordestina e de Benjamin Steinbruch começam a se separar. O ministro Tarcísio Freitas está em tratativas avançadas com a CSN para cindir o contrato original de concessão, criando uma espécie de “Nova Transnordestina”. Os próximos trechos da ferrovia já seriam leiloados à parte, fora do acordo com a siderúrgica.

O RR apurou que a ideia do Ministério da Infraestrutura seria lançar, ainda neste ano, o edital de licitação do trecho entre a cidade de Salgueiro (PE) até o Porto de Suape. O leilão ocorreria no primeiro semestre de 2021. Nesse novo modelo, a CSN ficará responsável apenas pela “Velha Transnordestina”, leia-se o trecho em construção no Ceará, desobrigando-se da responsabilidade sobre as demais etapas.

Isso se a guinada no contrato não se revelar, mais à frente, um approach para a saída definitiva de Benjamin Steinbruch do projeto – como muitos dentro do próprio Ministério da Infraestrutura acreditam. A essa altura, seria mais um favor do que um castigo parA o empresário. No governo ninguém acredita que Benjamin tem punch financeiro e muito menos interesse de seguir à frente da Transnordestina. Somente para a conclusão das obras no Ceará ainda terão de ser investidos cerca de R$ 5 bilhões.

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22.07.20

Pouso forçado

Um problema a mais sobre a mesa do ministro Tarcisio Freitas. O grupo argentino Inframerica quer acelerar a devolução do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN). A pá de cal veio com a decisão da Lufthansa de transferir, a partir desta semana, sua operação de cargas para o Aeroporto de Recife. Era um dos raros negócios rentáveis para a Inframerica. São Gonçalo do Amarante é um hub de prejuízos. O estudo de viabilidade técnica foi feito com base na estimativa de 4,5 milhões de passageiros por ano. Em 2019, esse número ficou abaixo de 2,3 milhões. Neste ano, com a pandemia, não deve bater sequer em um milhão. Consultada, a Inframerica confirma o fim da operação da Lufthansa e as tratativas para a devolução do aeroporto.

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16.07.20

SOS nas estradas

O ministro Tarcisio Freitas articula com a ANTT uma força-tarefa para acelerar a análise de pedidos de reajuste de tarifas de pedágio rodoviário, notadamente de concessões privadas. A burocracia combinada ao coronavírus pode ser uma combinação fatal para algumas empresas.

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09.07.20

CCR e Triunfo são quebra-molas no caminho de Tarcisio Freitas

O ministro Tarcisio Freitas vai ter de dar nó em pingo d´água para equacionar o impasse em torno da Nova Dutra e da RioJuiz de Fora. Suas controladoras, respectivamente CCR e Triunfo Participações, estão pleiteando contrapartidas financeiras para permanecer à frente do negócio até que ocorra a relicitação das duas concessões rodoviárias. A CRT, operadora da Rio-Além Paraíba, deve ir pelo mesmo caminho.

Uma das condicionantes seria a flexibilização para o aumento do pedágio, até como forma de compensar as perdas decorrentes da quarentena. A esta altura, o problema é do governo e não das empresas. A rigor, CCR, Triunfo e CRT estarão livres para devolver as concessões à União em fevereiro de 2021, quando se encerram os contratos. Seria um timing mais do que confortável para o governo realizar os três leilões ainda neste ano, como era o plano inicial.

Mas, havia uma pandemia no meio do caminho. Nas últimas semanas, Tarcisio Freitas abriu conversações com os três grupos para que eles sigam no comando das concessões por mais alguns meses em 2021, até a realização da nova licitação. Qual o tempo de vigor desse contrato-tampão? Aí é que está a questão. Com a crise, a probabilidade dos leilões ocorrerem apenas no segundo semestre é alta, e os investidores não vão arcar com eventuais prejuízo.

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03.07.20

Paredão

Não fosse o prestígio do ministro Tarcisio Freitas no governo, o PL já tinha tomado a Valec e, junto, uma carteira de projetos da ordem de R$ 10 bilhões. Mas Freitas tem servido de blindagem para o presidente da estatal do setor ferroviário, André Kuhn.

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10.06.20

Fora dos trilhos

As concessionárias de metrôs e trens urbanos do país colocaram sobre a mesa do ministro Tarcísio Freitas uma série de pleitos para cobrir o rombo financeiro da pandemia. Entre eles, despontam um waiver das dívidas junto aos bancos públicos e uma linha de crédito específica para cumprir investimentos firmados com os estados. Desde o início da quarentena, as empresas do setor calculam uma perda de receita da ordem de R$ 2,6 bilhões.

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08.05.20

Voando em círculos

O Ministério da Infraestrutura tenta esticar a corda e adiar ao máximo possível a devolução da concessão do aeroporto de Viracopos, controlado pela UTC e pela Triunfo Participações. O consenso na equipe de Tarcísio Freitas é que uma nova licitação, só em 2021. E talvez apenas no segundo semestre.

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30.04.20

Quem sabe em 2021…

O Ministério da Infraestrutura deverá concluir até junho a modelagem da privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). O que a essa altura quer dizer quase nada: na equipe do ministro Tarcisio Freitas ninguém leva fé que o negócio possa sair neste ano.

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Paulo-Guedes
24.04.20

Um plano pró-Brasil e anti-Paulo Guedes

Simultaneamente à coletiva no Palácio do Planalto, pilotada pelo general Braga Netto e pelo capitão Tarcísio Freitas, para anunciar o Plano Pró-Brasil, o secretário de Desestatização, Salim Mattar, dava uma entrevista, contrário à medida. O discurso é o mesmo: o desenvolvimento tem que ser posto na conta da iniciativa privada. Mattar é um ministro ioiô. Vai e volta do cargo. Dessa vez, tamanha a falta de senso de oportunidade, parece que vai e não volta.

Chama a atenção a ausência do seu fiador, Paulo Guedes, quando o único projeto de recuperação econômica do governo é anunciado. Pode ser que ele dê as caras, hoje, na coletiva. Em tempo: a equipe econômica do governo, além de aterrorizar a imprensa com as sequelas do Plano Pró-Brasil os riscos de redução da nota pelas agências de rating, ameaça do teto dos gastos e desmontagem de toda a arquitetura do ajuste fiscal – insinua que a medida pode levar a uma espiral de corrupção, com a volta das obras públicas. A fricção tende a se acentuar.

O valor anunciado ontem – R$ 30 bilhões – foi tão contido, tão baixo em relação às expectativas que parece sugerir a existência de uma segunda tranche. É essa possibilidade que mexe com os nervos da equipe econômica. Fica difícil Paulo Guedes e seus blues caps ganharem a queda de braço em relação ao Plano Pró-Brasil, já que o projeto é sustentado pelo Exército e foi negociado previamente com os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. A alternativa mais razoável para o ministro da Economia é jogar na mesa as cartas das reformas estruturais e trocar alguma delas pelo Plano Marshall verde-amarelo.

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17.04.20

Canteiros II

Apesar das primeiras manifestações de resistência de Paulo Guedes em liberar R$ 30 bilhões para o plano de obras de infraestrutura que seria iniciado no pós-pandemia, o ministro Tarcísio Freitas, artífice da proposta, acha que leva essa. Os motivos da confiança são de ordem eleitoral. O plano começaria a ser tocado em 2021, mas teria o pico de empregos em 2022, ano das eleições. Seja como for, investir na infraestrutura é sempre uma boa ideia.

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