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22.06.22

O coronel do coronel

O coronel da reserva da PM, Ricardo Mello Araújo, está cotado para assumir a segurança pública em São Paulo em caso de vitória de Tarcísio Freitas. O oficial é hoje a principal ponte entre Freitas e os policiais paulistas.

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14.06.22

BR-153 e Fiol lançam dúvidas sobre o programa de concessões

Parafraseando Pedro Malan, no que diz respeito ao programa de concessões de infraestrutura do governo Bolsonaro, até o passado é incerto. Segundo o RR apurou, a Bahia Mineração (Bamin) e a Ecorodovias estudam pleitear o reequilíbrio dos contratos de concessão, respectivamente, da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste) e da BR-153. O duplo movimento seria um duro golpe para o Ministério de Infraestrutura.

A pressão de investidores para renegociar dois acordos firmados há menos de um ano lança mais dúvidas sobre o futuro do programa de concessões, no momento em que o governo cancela leilões por falta de candidatos, a exemplo da BR-381. No caso da Fiol e da BR-153, o que está em jogo é um pacote de investimentos somados da ordem de R$ 11 bilhões. O problema é que a conta não fecha e bastaram poucos meses para o estudo de viabilidade das duas operações ficarem defasados. A disparada dos preços de insumos, como aço e cimento, está jogando por terra a projeção de rentabilidade das duas operações vis-à-vis os investimentos exigidos por contrato.

A Bamin, leia-se o Eurasian Resources Group (ERG), do Cazaquistão, terá de desembolsar cerca de R$ 3,3 bilhões na Fiol. Em relação à BR-153, a conta é ainda mais pesada: a Ecorodovias precisará investir quase R$ 7,8 bilhões. Procuradas pelo RR, as duas empresas não quiseram se pronunciar. No caso da Fiol, a preocupação na Pasta da Infraestrutura é ainda maior: as obras, originalmente a cargo da Valec, seguem praticamente paradas. De acordo com a mesma fonte, ainda não haveria garantias de que serão retomadas no segundo semestre, conforme previsto.

Por sinal, o legado de Tarcísio Freitas no governo parece estar cheios de pontos de interrogação. O desmonte passa também pelos homens de confiança de Freitas. O ministro Ciro Nogueira trabalha nos bastidores para derrubar o diretor-geral do DNIT,  general Antonio Leite dos Santos. O oficial foi levado para o governo pelas mãos do ex-ministro. Ressalte-se que recentemente Rodrigo Cruz, também ligado a Freitas, foi demitido do cargo de secretário executivo do Ministério da Saúde.

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17.05.22

Homem de confiança

O ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, já teria sido convocado por Tarcisio Freitas para integrar seu staff de campanha. Bastante ligado a Freitas, Cruz deixou a Pasta da Saúde após desentendimentos com o ministro Marcelo Queiroga -atritos esses antecipados pelos RR na edição de 27 de abril.

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12.05.22

Entrelinhas

Tarcisio Freitas e Paulo Skaf tiveram uma nova conversa na semana passada. Freitas levou um recado, sabe-se de quem, encorajando Skaf a disputar o Senado. O ex-ministro agradece. Não quer o ex-presidente da Fiesp como vice em sua chapa.

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27.04.22

Uma relação pouco saudável

O que se diz nos corredores do Ministério da Saúde é que a decretação do fim do estado de emergência da pandemia teria acicatado ainda mais as relações entre o ministro Marcelo Queiroga e o secretário executivo da Pasta, Rodrigo Cruz. Não é a  primeira divergência entre ambos. A diferença é que nas vezes anteriores, Cruz estava razoavelmente blindado pela presença no governo de Tarcisio Freitas, a quem é ligado.

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22.04.22

Pro Trilhos ameaça criar um “laranjal” nas ferrovias

O Pro Trilhos pode cair como uma laranja podre no colo e no futuro político do ex-ministro e agora candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio Freitas. Incensado pelo próprio Freitas como um “impulso sem precedentes na nossa história”, o regime de autorização para a construção de ferrovias está se revelando um perigoso desvio em relação ao tradicional modelo de concessões. O governo corre o risco de institucionalizar o “alaranjamento” de projetos e estimular uma espécie de mercado secundário de licenças ferroviárias. O formato passa longe do sentido de transparência das licitações convencionais.

Um de seus maiores alçapões é a ausência de critérios mais rígidos de avaliação dos investidores. Faltam garantias firmes de financiamento a priori. É quase um “depois a gente vê como é que paga”. As autorizações já concedidas pelo Ministério da Infraestrutura mostram um preocupante abismo entre o porte dos candidatos habilitados e o tamanho dos respectivos empreendimentos. Um exemplo: o pacote composto pelas ferrovias Presidente Kennedy (ES)-Sete Lagoas (MG) e Sete Lagoas- Anápolis (GO) prevê investimentos totais próximos dos R$ 30 bilhões.

No entanto, a empresa autorizada a tocar os dois projetos reportou um capital social de R$ 10 mil. Não é um caso isolado. Pelo menos outros quatro grandes empreendimentos, que somam quase R$ 20 bilhões em investimentos, estão sendo entregues a empresas com capital reduzido, abaixo de R$ 1 milhão. A questão, segundo o RR apurou, já está no radar do TCU. Alguns dispositivos do novo modelo de autorização não contam com a concordância do Tribunal de Contas. É o caso da dispensa do Evteas (Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental). O presidente Jair Bolsonaro vetou a exigência de apresentação do Evteas por parte dos candidatos à construção das ferrovias. O próprio ministro Tarcísio Freitas trabalhou para derrubar essa condicionalidade, que estava no texto original da Nova Lei das Ferrovias aprovado no Congresso, estabelecendo uma espécie de “vale tudo”.

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Eduardo Bolsonaro está tentando empurrar o publicitário Sergio Lima para a campanha de Tarcisio Freitas. Trata-se do marqueteiro do finado partido Aliança do Brasil.

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13.04.22

Especialidade da casa

O candidato Tarcisio Freitas pretende incluir em seu programa de governo um grande plano de concessões de rodovias estaduais em São Paulo. No entorno do ex-ministro, fala-se em um pacote de investimentos da ordem de R$ 50 bilhões.

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11.04.22

Metamorfose

Pelo andar da carruagem, o empresário Washington Cinel, historicamente ligado a João Doria, virou casaca. O dono da Gocil, um dos maiores grupos de segurança patrimonial do país, tem buscado apoio de empresários paulistas à candidatura de Tarcísio Freitas ao governo de São Paulo. Freitas será adversário de Rodrigo Garcia, o candidato de Doria.

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O PL, de Valdemar da Costa Neto, está sedento para fisgar o comando da Valec. Ressalte-se que o presidente da estatal, André Kuhn, não tem mais a proteção de Tarcisio Freitas no Ministério da Infraestrutura para barrar indicações políticas.

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