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10.05.18
ED. 5864

Página (quase) virada

A Suzano tem até o fim de junho para decidir se exerce ou não a opção de compra das florestas da Duratex no interior de São Paulo, negócio estimado em R$ 1 bilhão. Por conta da fusão com a Fibria, o mais provável é que não.

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22.03.18
ED. 5831

Papel passado

Em um determinado momento da gestão Murilo Ferreira, na Vale, a compra ou associação com a Suzano foi aventada no Conselho de Administração da companhia. O projeto tinha como alvo a posterior aquisição da Eldorado. A história, como se sabe, conduziu os participantes para direções distintas. No entanto, a compra da Fibria pela Suzano é uma prova de que o destino escreveu certo por linhas tortas.

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02.03.18
ED. 5817

Safra flerta com um déjà vu na celulose

A eventual fusão da Suzano com a Fibria poderá trazer um gostinho de passado ao futuro da indústria brasileira de celulose. O Banco Safra estaria assessorando a empresa dos Feffer nas conversas com o Grupo Votorantim. Mais do que isso: para além da função de adviser, o banco de Joseph Safra já teria demonstrado interesse em vestir também o figurino de sócio na operação, com uma participação minoritária na nova companhia. Seria um tonitruante retorno ao setor. O Safra era sócio dos Ermírio de Moraes e do empresário Erling Lorentzen na antiga Aracruz, que posteriormente foi incorporada pela Votorantim Celulose e Papel para dar origem à Fibria. A Aracruz não terminou bem, mas essa é outra história.

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31.10.17
ED. 5736

O alvo é a Suzano

Uma grande companhia, grande mesmo, que está cortando substancialmente sua dívida e ficará com um índice de alavancagem sequinho, elegeu a Suzano Papel e Celulose como objeto de consumo. A corporação em questão não é do setor, mas conhece do ramo. A operação daria aos Feffer, controladores da Suzano, porta de saída de uma empresa que já não tem condições de empatar os investimentos necessários para se manter no game.

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14.08.17
ED. 5682

Preços regulados

Da boca para fora, as paradas simultâneas para manutenção de diversas fábricas brasileiras de celulose e o aumento do preço da matéria-prima engatilhado por Suzano, Fibria, entre outros, não têm nada a ver um com o outro. Tá bom… Os reajustes, em torno de 5%, devem sair em setembro. A parada muy estratégica vai retirar do mercado global até 400 mil toneladas de celulose. A Fibria confirma o aumento; a Suzano diz que ainda “analisa as condições de mercado”.

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03.04.17
ED. 5591

Um contencioso de alta voltagem

O governo entrou em rota de colisão com grandes grupos industriais intensivos em energia elétrica. Votorantim, Gerdau, Suzano e ArcelorMittal, entre outras, pressionam o Ministério de Minas e Energia a, ao menos, reduzir o repasse para o consumidor final do reajuste das tarifas realizado para viabilizar o pagamento da RBSE (Rede Básica do Sistema Existente), uma espécie de indenização paga às empresas de transmissão. Segundo estimativas preliminares da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriai de Energia (Abrace), o novo reajuste vai representar um aumento médio de 20% a 30% para a indústria. A tendência é que a Abrace leve o caso à Justiça caso as tratativas com o governo fracassem. O pagamento da RBSE foi uma exigência dos investidores da área de transmissão de energia para aderirem ao plano de renovação antecipada das concessões. No entanto, os grandes consumidores industriais alegam que a indenização não tem fundamento, uma vez que as licenças de transmissão nunca expiraram. Por esta razão, o reembolso de bens não depreciados não teria amparo legal.

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10.03.17
ED. 5575

Papel-moeda

A Suzano está prestes a tirar do forno uma emissão de bônus no mercado internacional no valor de até US$ 500 milhões. Será um bom termômetro da confiança dos investidores em relação ao Brasil no longo prazo: os papéis terão vencimento de 30 anos. Boa parte dos recursos será aplicada pela Suzano no segmento de tissue.

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09.11.16
ED. 5492

Suzano

 Com os estoques de celulose acima do previsto, a Suzano vai paralisar a linha de produção da fábrica de Mucuri (BA) até março. Procurada, a empresa confirma a “parada programada da unidade”. No terceiro trimestre deste ano, o volume de vendas da companhia foi 15% inferior ao do mesmo período em 2015.

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14.04.16
ED. 5348

Sócio de raiz

 A Eco Brasil Florestas, dona de reservas de eucaliptos controlada pela família Zogbi, estaria em negociações para a venda de parte do seu capital a um fundo de origem asiática. Esta seria uma operação fundamental para a empresa levar adiante o projeto de entrar na produção de celulose. Ressalte-se que, no início do ano, a Eco Brasil já vendeu parte de suas florestas para a Suzano. Procurada pelo RR, a Eco Brasil não comentou o assunto.

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