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02.06.22

Stone e Getnet querem passar o cartão na mesma maquininha

A reestruturação societária anunciada pela Stone – com a redução do poder do sócio fundador Eduardo Pontes – é vista na própria empresa como antessala para uma operação maior, leia-se uma fusão com outro grande player do setor financeiro. Além do decantado interesse do BTG, há algum tempo apontado como candidato ao negócio, o RR apurou que a companhia estaria mantendo conversações com a Getnet, pertencente ao Santander. No mercado, há, inclusive, quem enxergue mais do que uma mera coincidência no fato da Stone ter anunciado mudanças no bloco de controle simultaneamente ao fechamento de capital da Getnet, já divulgado pelo banco espanhol.

As operações seriam movimentos societários geminados, um preparativo para a posterior associação entre as duas companhias. Procuradas pelo RR, Stone e Getnet não se manifestaram. A eventual combinação de negócios das duas empresas de meios de pagamentos daria origem a um gigante do mercado de “maquininhas”. Stone e Getnet somam receita líquida da ordem de R$ 7 bilhões e um Ebitda superior a R$ 1 bilhão – a números de 2021. Tudo, ressalte-se, potencializado por um sem-número de possibilidades de sinergia com os demais negócios do Santander no Brasil.

Stone e Getnet têm um ponto fundamental em comum: ambas precisam encontrar uma resposta rápida para enfrentar a concorrência de espécies cada vez mais distintas do ecossistema financeiro, de empresas de adquirência a startups com novas soluções de pagamento. O Pix é outro adversário brutal. Não por acaso, as ações das empresas de “maquininhas” derretem. De junho de 2021 para cá, o valor de merca- do da Stone caiu impressionantes 86% – o equivalente a mais de R$ 130 bilhões. A Getnet não chega a tanto. Mas apenas sete meses depois da sua listagem direta em bolsa, o valor da ação da empresa acumula uma retração de 58%.

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10.03.20

Rolling Stone

A Stone, um dos novos ricos criados pelo setor de maquininhas de cartões, planeja uma nova oferta de ações. A operação viria no embalo do anúncio do lucro de R$ 800 milhões em 2019, 163% mais alto do que no ano anterior.

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25.06.19

Fundo de Lemann aumenta a aposta em fintechs

O RR apurou que Jorge Paulo Lemann vai fazer um novo aporte na plataforma de empréstimos Bom pra Crédito. O valor deve chegar a US$ 30 milhões. No ano passado, o Innova Capital, fundo capitaneado por Lemann para a área de startups, já havia injetado cerca de US$ 5 milhões no negócio. Não se trata de um mergulho isolado do investidor no mercado de fintechs.

De acordo com a mesma fonte, o Innova também está envolvido na montagem de uma fintech de pagamentos eletrônicos, que deverá operar no cobiçado mercado de adquirência. Ou seja: além dos grandes bancos, vai concorrer com empresas como Stone e PagSeguro. Ao todo, o Innova deverá desembolsar cerca de US$ 100 milhões para investimentos em startups da área financeira.

Desde que o Innova entrou no negócio, em outubro de 2018, a Bom Pra Crédito já teria ampliado sua carteira em cerca de 30%. A plataforma soma aproximadamente seis milhões de clientes cadastrados e algo em torno de R$ 400 milhões em intermediação de empréstimos juntos a bancos. Ressalte-se que o sobrenome Lemann já está há algum tempo vinculado a startups do setor fi nanceiro. Paulo Lemann, um dos rebentos de Jorge Paulo, é sócio da Fiduc, uma das primeiras fintechs do país dedicada à gestão de fortunas.

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